KPMG homenageia profissionais de saúde em projeção no Cristo Redentor – Portal Aberje

Em homenagem aos profissionais de saúde que estão atuando no atendimento aos pacientes da covid-19 e em prol da ciência, vacina, agricultura, alimentação e logística, a KPMG – uma das quatro maiores empresas de auditoria e consultoria do mundo – fez, no dia 15 de outubro, uma projeção no monumento ao Cristo Redentor. Nos braços do monumento, será apresentada a frase “nossos heróis”.
A iniciativa quer chamar atenção para discussões que ganharam destaque nas empresas durante a pandemia, como a importância das iniciativas ESG, sigla em inglês para meio ambiente, social e governança. Para isso, serão exibidas imagens que traduziram e mostraram essas discussões.

“Desde agosto deste ano, a KPMG tem apoiado o Santuário no desenvolvimento de um programa de integridade, um dos pilares centrais das iniciativas de ESG. Tudo isso no momento que o Cristo Redentor completa 90 anos, de braços abertos para o mundo e reiterando o compromisso com as boas práticas de governança”, comenta o sócio-líder de governança, riscos e compliance da KPMG no Rio de Janeiro, Rafael Weksler.

“Sendo a ética um princípio que não pode ter fim, pretendemos estabelecer uma cultura em conformidade com os principais valores presentes na Igreja Católica, em interface com o mundo corporativo, igualmente denso de valores. Por isso, a parceria do Santuário Cristo Redentor com a KPMG no desenvolvimento de um programa de integridade para o Santuário torna-se uma realidade paradigmática para os tempos atuais e inspiradora para a continuidade de uma sociedade que precisa encontrar, na transparência e na equidade, pilares fundamentais para o positivo e justo desenvolvimento”, destaca o reitor do Santuário Cristo Redentor, Padre Omar.

A projeção será na cor azul que representa a identidade visual da empresa com a campanha “Celebre o Azul”. Serão exibidas ainda as palavras que representam os valores da empresa como “integrity, excellence, courage, together, for better” (“integridade, excelência, coragem, juntos, para o melhor”).
“Este ano, a homenagem da KPMG não poderia deixar de ser para os profissionais de saúde que estão atuando no combate à pandemia. Além disso, queremos chamar atenção para as questões mais urgentes, como a ambiental e social, e que estão impactando e transformando não só o Brasil, mas o mundo todo”, afirma o sócio-lider do escritório da KPMG no Rio de Janeiro, Luis Claudio de Araújo.

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ANBIMA é apoiadora do Pacto de Promoção da Equidade Racial – Portal Aberje

A ANBIMA é apoiadora do Pacto de Promoção da Equidade Racial, iniciativa inédita no país que busca diminuir a desigualdade racial nas empresas brasileiras. Isso será feito por meio de um protocolo ESG racial que estimula a adoção de ações afirmativas e investimentos sociais que beneficiem a inclusão de pessoas negras no mercado de trabalho. O apoio à iniciativa foi aprovado pela Diretoria em reunião realizada em setembro.

Para Carlos Ambrósio, presidente da ANBIMA, a parceria é um passo importante em nosso trabalho de diversidade e inclusão. “Em pesquisa que fizemos com os associados, descobrimos que a pauta racial é prioridade para 80% das instituições que já trabalham com diversidade e inclusão e o Pacto traz ferramentas muito completas que podem fazer essa pauta avançar de forma bastante estruturada,” explica. “Agora, vamos debater com os associados como incorporar esses critérios dentro das estratégias que eles já têm em andamento em suas casas.” Como apoiadora, a ANBIMA irá colaborar para a difusão da iniciativa e de suas práticas entre os associados e demais membros de seu ecossistema.

O Pacto de Promoção de Equidade Racial é expresso por meio de um protocolo ESG (sustentabilidade ambiental, social e de governança) específico para questões raciais. Ele será aplicado em empresas que voluntariamente aderirem ao pacto, assumindo o compromisso público de trabalhar o seu ambiente interno e contribuir para a transformação da realidade social.

A situação dessas empresas será medida pelo Índice ESG de Equidade Racial (IEER), que utiliza uma metodologia exclusiva para calcular o desequilíbrio racial da empresa por meio da avaliação de seu quadro de colaboradores, suas ocupações, suas remunerações e a distribuição racial na região em que a empresa atua. A combinação desses fatores será expressa em um Rating de Equilíbrio Racial, que possui uma escala de A++ a H. As empresas que participam do pacto devem obrigatoriamente veicular seu rating em seus sites. Ele será recalculado periodicamente e pode ser melhorado com avanços nas condições de equidade racial, adoção de políticas afirmativas ou realização de investimentos sociais voltados à equidade racial.

Diversidade e Inclusão na ANBIMA

Diversidade e inclusão é uma de nossas prioridades estratégicas para 2021 e 2022. “Desde o ano passado estamos trabalhando muito próximos dos associados para definir como podemos auxiliar no avanço dessa pauta em nosso mercado,” explica Gilberto Costa, coordenador do Grupo de Trabalho de Diversidade e Inclusão. “Com apoio de uma consultoria, já realizamos uma pesquisa para entender o grau de maturidade das instituições de nosso mercado e criamos um fórum para discutir como trabalharemos essa pauta”. 

Com participação de 94 instituições associadas, a pesquisa apurou a percepção do mercado sobre os temas de diversidade e inclusão, o nível de maturidade das ações que realizam e a expectativa sobre a atuação da ANBIMA nesta pauta. Os resultados serão divulgados em breve.

Nos próximos meses, trabalharemos para desenhar um plano de ação com o objetivo de criar uma rede de articulação entre os associados, difundir conhecimento, fazer advocacy da causa e avaliar os avanços da pauta em nossos mercados. O trabalho está sendo conduzido pelo Grupo de Trabalho de Diversidade e Inclusão, fórum formado por representantes de 24 instituições associadas que se voluntariaram para participar do trabalho.

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Apple deve trazer novidades nos MacBook Pro nesta segunda

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Anunciado repentinamente na última semana, o evento da Apple que acontece nesta segunda-feira, 18, deve trazer novidades cerca de um mês depois da apresentação dos novos iPhone. É esperado que a empresa traga novidades na linha de notebooks profissionais, os MacBook Pro.

Alguns computadores da linha, em especial os que têm tela maior, não recebem uma repaginada há 2 anos, e devem chegar renovados com os processadores M1, de fabricação própria da Apple. Computadores como os MacBook Air e o Pro de 13 polegadas fizeram sucesso no último ano com o chip da empresa.

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São esperadas ainda novidades de design, com MacBooks Pro de 14 e 16 polegadas apresentando bordas mais retas, como as que foram introduzidas nos iPhone 13, e na linha de iPads.

Para os fãs da marca, entre os boatos estão que os carregadores dos computadores terão novamente a tecnologia MagSafe, que a Apple usava antes de 2016 nas portas de carregamento. No ano passado, essa função foi colocada nos iPhones para acelerar o carregamento por indução.

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Concorrência ameaça domínio da Sem Parar com tags gratuitas

O que fazer quando seus concorrentes começam a oferecer de graça o produto que você vende? É este dilema que vive agora a Sem Parar, líder do setor de tags de pedágios.

Reinando absoluta há mais de uma década nesse mercado – do qual detém pelo menos 80% -, a empresa se vê ameaçada pelo modelo de negócios de rivais como ConectCar, Veloe e Greenpass, que estão formando parcerias para dar gratuitamente o que na Sem Parar custa a partir de R$ 20 por mês.

Isso pode mudar o jogo do setor. Hoje, o País tem cerca de 8 milhões de motoristas com tags, enquanto a frota total é de 46 milhões de veículos. Ou seja, menos de 20% dos carros possuem o serviço. O novo modelo proposto pelas empresas rivais do Sem Parar é de abrir mão da margem em troca de aumento da escala, com a entrada de novos clientes.

A ConectCar, por exemplo, chamou a atenção quando, no mês passado, anunciou que todos os 20 milhões de clientes do Itaú passariam, se quisessem, a ter acesso à tag como um serviço gratuito. O Itaú é o principal acionista da ConectCar, com a Porto Seguro. Além do banco, a empresa tem parcerias do mesmo estilo com a seguradora e com a Localiza.

“Se a empresa chegar ao mercado 15 anos depois do principal concorrente e fizer a mesma coisa, nunca chegará lá. Acredito que o atual modelo de negócios bateu no teto”, diz Felix Cardamone, presidente da ConectCar.

A Veloe, que pertence à Alelo (parceria entre Banco do Brasil e Bradesco), criou parcerias similares com seus bancos controladores e anunciou outra com o BTG Pactual.

Mas a empresa que ajudou a intensificar esse movimento de parcerias é a Greenpass. A empresa funciona no modelo white label, fornecendo tecnologia a empresas como C6, Sicredi, Ticket e Banco Inter, que vendem o produto como se fossem delas.

Criada em 2019, a empresa tem 600 mil usuários ativos. Segundo João Cumerlato, fundador e presidente da Greenpass, esse movimento de parcerias é um caminho sem volta. “A tag vai ser commodity e se tornará parte de um portfólio de serviços”, diz Cumerlato.

REAÇÃO DA LÍDER. A Sem Parar está prestes a alcançar 6 milhões de clientes. Carlos Gazaffi, presidente da empresa, vê com naturalidade o surgimento de novos entrantes e afirma que não vai mudar sua estratégia. O foco será trazer diferenciais para seus clientes, como a possibilidade de uso das tags em restaurantes como o Habib’s e o McDonald’s. Além disso, a empresa está indo atrás de montadoras para que seus adesivos já saiam da fábrica colados nos carros.

A Sem Parar também tem apostado, assim como outras rivais, no serviço de assistência técnica para carros mais antigos. Além disso, na última semana anunciou um programa de cashback que dá 2% do dinheiro de volta para quem abastece o carro acima de R$ 100 em postos conveniados utilizando o Sem Parar.

“A concorrência é natural, e não podemos esquecer o alto potencial do mercado. Podemos fazer uma analogia com bancos e maquininhas de cartão: olha quantas surgiram”, diz. E o efeito pode ser feroz. Nas maquininhas, a Cielo, que chegou a ter 70% do setor, hoje domina menos de 40%.

“O mercado está se reinventando, e a Sem Parar tem vários desafios pela frente. Esse setor é um tipo de mercado que pode se tornar obsoleto em função de novas tecnologias e modelos de negócio”, diz Marcelo Nakagawa, professor de empreendedorismo do Insper.

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Supermercados em São Paulo batem recorde de novas vagas em 2021

Saber que a pandemia trouxe novas necessidades para o varejo não é algo necessariamente novo. Com mais tempo em casa, mais comodidade de receber produtos ao alcance de alguns cliques — e isso, é claro, também incluiu os supermercados. A busca pela oferta de produtos frescos no ambiente digital mobilizou gigantes do e-commerce, como o Mercado Livre (que anunciou recentemente a venda de produtos da rede Mambo) e o Magalu, que passou a vender produtos da BRF no último mês. Ao mesmo tempo, a necessidade de se conectar com os consumidores em casa também atingiu o setor de supermercados, que abriram um número recorde de vagas em 2021: 12.193, o maior número desde 2014. 

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Os dados são da Associação Paulista de Supermercados (APAS), que ressalta o papel da pandemia e das novas necessidades do setor como catalisadores para esse resultado. “Os definitivamente impactaram no volume de contratações em 2021, com maior demanda e novas posições para e-commerce e delivery, por exemplo. Até o fim deste ano, o setor deve gerar 20 mil novos postos de trabalho, com 600 mil pessoas empregadas no comércio varejista de alimentos no estado de São Paulo”, diz Diego Pereira, economista da Apas, à EXAME. 

É um comportamento que se repete também em escala nacional, ao menos se analisada a quantidade de vagas abertas em 2021. Segundo dados do Novo Caged compilados pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), foram geradas 58.333 vagas de janeiro a agosto de 2021. O saldo positivo de vagas se mantém desde março deste ano (11.831), mais uma vez, fora do período mais aquecido para o varejo, consolidado no segundo semestre. Dentro desse total, 31.901 vagas foram geradas em inaugurações. O principal movimento de expansão é liderado pelo atacarejo, que abriu 12.082 novos postos de trabalho nacionalmente dentro dessa categoria. Sob a mesma análise, os supermercados geraram 6.656 vagas em novas e modificadas lojas. 

É algo que pode ser relacionado ao momento diferente que ambos os tipos de negócio enfrentam: enquanto o atacarejo continua registrando resultados positivos durante a pandemia, as redes de supermercado têm apresentado resultados com altos e baixos ao longo do tempo. Para citar um exemplo recente: a desistência do GPA da bandeira de hipermercados Extra Hiper, cujas dificuldades do hipermercado para crescer já vinham desde antes da pandemia e cujos impactos desse momento foram sentidos com ainda mais força.

Em relação aos dados de São Paulo, não há dados específicos sobre vagas geradas a partir de inaugurações. Porém, do total de vagas abertas, 36% foram criadas foram criadas dentro das redes de atacarejo. 

Na visão da associação, contribui para esse resultado a migração populacional para cidades menores durante a pandemia, que reforçou a necessidade de uma grande quantidade de mercados locais aumentarem a estrutura para darem conta da demanda maior em relação ao período pré-pandemia.

Perspectivas para o futuro

Até o fim do ano, mais vagas devem ser geradas, principalmente devido à sazonalidade do varejo — com contratações temporárias para o período do Natal, especificamente. “Essa abertura de vagas nos possibilita ter saldo positivo de vagas geradas dentro do setor desde 2013. Acreditamos que 2021 não será diferente, ainda mais pelo comportamento atípico de alta geração de emprego no primeiro semestre”, diz Diego. 

E para 2022, o que esperar? Segundo a associação, o controle da inflação vai desempenhar um papel-chave para que os resultados do setor possam ser melhorados, bem como continuar no ritmo de alta nas vagas.

Segundo estimativas da APAS, a projeção de crescimento de vendas do setor para 2021 é de 1,25% em relação a 2020 e de 3% para 2022. No último ano, o setor cresceu 2,32% em relação a 2019, uma vez que os supermercados fizeram parte do conjunto de atividades essenciais que continuou funcionando mesmo durante as restrições de circulação.

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Robô que aspira areia? BeBot quer ajudar na limpeza de praias

Pensar em sustentabilidade é sinônimo de lembrar, quase sempre, que é necessário diminuir a quantidade de plástico nos oceanos. E se a tecnologia puder ajudar nisso, melhor ainda. Na era do robô aspirador, é com essa premissa de ajudar a limpar praias de todo o mundo que foi criado o BeBot, um aparelho totalmente elétrico, capaz de limpar até 3 mil metros quadrados por hora.

Com uma espécie de peneira e o auxílio de uma pá, ele consegue cavar uma profundidade de até 10 centímetros e coleta resíduos tão pequenos quanto um centímetro quadrado. Bitucas, embalagens de alimentos, tampas de garrafas e tudo mais que poderia ficar escondido na areia, são retidos no aparelho.

Como parte da sustentabilidade, o equipamento funciona à base de baterias e é capaz de usar energia solar para reabastecê-las.

O equipamento foi desenvolvido pela empresa norte-americana 4ocean, especializada em remover dejetos plásticos dos oceanos, em parceria com a Poralu Marine, companhia canadense líder global em design, fabricação e instalação de tecnologia e infraestrutura marítima que respeita o meio ambiente.

Atualmente, um desses aparelhos está em testes na Flórida para ajudar a manter praias limpas. Se tudo der certo, a ideia é que outras 29 unidades possam ser usadas para limprar praias, resorts e outros locais. No site da 4Ocean, além da limpeza da Flórida, a companhia afirma que em um futuro próximo, vai disponibilizar um dos equipamentos para o Havaí e apoiar iniciativas já existentes na ilha de Oahu.

Por enquanto, ainda não há previsão de chegada ao Brasil.

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Estes são os países onde o 5G é mais popular

A expectativa sobre a chegada do 5G ao Brasil permanece alta. O leilão de frequências de telecomunicações para a tecnologia, que está marcado para 4 de novembro, deve atrair uma grande quantidade de interessados — e, segundo o ministro das comunicações, Fábio Faria, até Elon Musk estaria entre eles. Enquanto a nova frequência não chega ao país, o Brasil fica, ainda, alguns passos atrás dos países líderes em tempo de uso da nova frequência, como Estados Unidos e Coreia do Sul.

Segundo dados da consultoria alemã Statista, com base em informações da Open Signal, entre os oito países com maior disponibilidade de tecnologia 5G — ou seja, aqueles em que a população tem a maior proporção de tempo em uma conexão ativa — a Coreia do Sul é campeã, com usuários conectados em 28,1% do tempo a uma conexão 5G.

Em segundo lugar, está a Arábia Saudita, com 26,6% e, em terceiro lugar, o Kuwait, com 26,3%. Dentro da lista, contudo, a maior parte dos países tem uma cobertura quase completa de rede 4G — o que mostra o potencial a ser explorado pela tecnologia mais recente ao longo do tempo.

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Resta saber, agora, como a nova tecnologia será adotada no país e como será o potencial de crescimento dela por aqui. Na visão de Gabriel Balbo, analista de relações internacionais econômicas, tecnologia e geopolítica, o Brasil deve se apressar para dominar o avanço do 5G na América Latina.

“Para além do panorama geral, o Brasil apresenta nichos para a chegada do 5G, sobretudo em setores como agronegócio e manufatura, seguidos pelo varejo em regiões de maior poder aquisitivo (as cidades de São Paulo e Rio, por exemplo)”, afirma, em artigo publicado pela EXAME.

Ainda é cedo para fazer previsões, mas, dados publicados pela consultoria GSMA estimam que o Brasil deve ter apenas 18% de conexões em 5G até 2025. Esse volume deve ser formado principalmente por empresas, direcionado especialmente à melhora de processos e à adoção de recursos como IoT no próprio cotidiano. De acordo com Alejandro Adamowics, diretor de tecnologia e estratégia para a América Latina, trata-se de um comportamento similar ao dos demais países da região.

“O Brasil tem uma ampla gama de setores interessados nisso, que vão desde a agricultura até o automotivo. Isso está relacionado com o potencial de ganhos a serem obtidos por eles, acelerando diferentes processos. Hoje, é claro que todo mundo deseja uma conexão ultrarrápida no celular, mas, ela não é imprescindível”, afirmou Alejandro Adamowics, diretor de tecnologia e estratégia para a América Latina da GSMA, à EXAME, no último ano.

Por enquanto, ainda não é possível ter uma análise prática global de efeitos como esse, a serem proporcionados pelo 5G — uma vez que o país “campeão” de popularidade da frequência tem pouco mais de 28% do tempo de usuários conectados. Mas, as altas expectativas permanecem: cidades e carros inteligentes podem ser o futuro da adoção em massa do 5G. 

Mas, nem por isso empresas e países estão parados. De olho no futuro “pós-5G”, empresas já miram o 6G, que deve ser usado principalmente por máquinas, e tem previsão de chegar em 2028. Por enquanto, esses ainda são planos distantes — e o Brasil pode mirar em um passo de cada vez. 

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Primeiro jogo criado por duas mulheres trans é lançado

Pensar em um ambiente mais igualitário de trabalho no mercado de games ainda é um desafio e tanto. Os últimos dados sobre o setor constam no Censo da Indústria Brasileira de Jogos Digitais, que mostra que mulheres em cargos de gestão ou de programação somam  10,8% do total nas empresas ouvidas. Mesmo dentro de um ambiente tão restrito, Tiani Pixel e Fernanda Dias, mulheres trans, conseguiram desenvolver e lançar o jogo “UNSIGHTED”, um projeto que começou em 2018.

Em uma dinâmica de ação e aventura (chamado, no jargão, de metroidvania), o game mistura androides e humanos para mostrar a trajetória da protagonista Alma, que sai em busca da companheira perdida em meio ao caos de Arcadia. Oficialmente disponível aos usuários desde 30 de setembro, o jogo já era visto como promissor e com potencial para ser um dos principais lançamentos do ano. O jogo está disponível para PS4, Xbox One, Nintendo Switch e para PC.

O game foi criado pelo estúdio independente de Tiani e Fernanda, chamado Studio Pixel Punk. Sozinhas, as duas foram as responsáveis por criar o game, que contou com o patrocínio financeiro da empresa americana Humble Games — por questões contratuais, elas não revelam os valores envolvidos no acordo. 

“Fazer jogos é algo difícil e demorado, especialmente um com o escopo do UNSIGHTED. Pelo fato de o nosso time ser bem pequeno (apenas duas pessoas), nós tivemos que cumprir cada uma várias funções diferentes, desde funções técnicas como programação e level design, até funções administrativas, relacionadas ao gerenciamento dos nossos recursos”, diz Fernanda Dias, à EXAME. 

Por esse motivo, elas ainda estão trabalhando a todo vapor no jogo, especialmente em atualizações e suporte para os consumidores. Segundo Fernanda, por enquanto, não está nos planos desenvolver um novo jogo. 

“Esperamos que o UNSIGHTED venda bem e que continue fazendo sucesso tanto com o público quanto com a crítica especializada. Nós tínhamos expectativas bem altas para o lançamento. Algumas foram atendidas e outras não, mas esperamos que o jogo só cresça à medida que o público for descobrindo cada vez mais sobre ele”, diz Fernanda. 

Falta diversidade no setor

De todo modo, esse já é um passo importante de diversidade dentro da indústria, no mundo real. Nos games, já era possível observar personagens mais diversos: The Last of Us tem a narrativa de Lev, personagem trans que aparece em determinado momento do jogo, e em Street Fighter, o personagem Poison também é trans. 

Na vida real, garantir que mais Tianes e Fernandas apareçam ainda é um certo desafio. Um exemplo disso está no fato de que, mesmo com as mulheres representando, nacionalmente, mais de 51% dos gamers do mercado de e-sports (em smartphones), segundo pesquisa da Game Brasil 2021, atitudes como assédio e discriminação ainda não raras de serem encontradas em comentários enquanto elas jogam. Como resultado disso, uma outra pesquisa, feita pela Lenovo, mostrou que 59% das mulheres escondem o próprio gênero para evitar assédio.

E, para completar, dados de 2017 da Women in Games International apontavam que apenas 18% dos cargos de desenvolvedores de jogos eram preenchidos por mulheres — e não por falta de mão de obra qualificada. 

Na outra ponta, grande parte do público fora do padrão “homem-cis-hétero” ainda não se vê representado em propagandas feitas dentro do setor. Segundo um estudo de diversidade na publicidade para gamers, feito pela agência Trope, 59% dos respondentes (pessoas que fogem ao padrão citado acima) afirmaram que as marcas não representam a diversidade na publicidade realizada em games.

Entre as minorias, quem mais sente que as marcas não representam a diversidade são as pessoas LGBTQIAP+ (64%), que têm o mesmo percentual das pessoas com deficiência, e  as pessoas amarelas (69%).  Ao todo, 77% dos respondentes da pesquisa consideram que homens cis são os mais usados para repesentar gamers na publicidade. 

Mudar essas situações é preciso — e alguns passos já são dados em direção a tornar esse um espaço mais democrático. Entre essas atitudes está a criação, em 2018, de um conselho feminino para abordar a inclusão de mais pessoas no ecossistema dos games dentro da Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos (Abragames). Ainda neste ano, a associação deve fazer uma nova pesquisa, com o objetivo de observar um “mapa geral” da inclusão dentro do setor.

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Setlist essencial: Aprenda cifras de músicas do John Mayer

16 de outubro é dia de letras apaixonantes, guitarras e cifras de músicas do John Mayer. Isso ou dançar sozinho na sala, fazendo air guitar, de olhos fechados, e com a língua presa entre os dentes. Na verdade, não conseguimos te ajudar com a segunda opção, mas se topar a primeira, vamos adiante!

(Foto/Divulgação)

Para comemorar o aniversário do músico, montamos uma lista imperdível de composições de tirar o fôlego.

Seu solo de guitarra é o país das maravilhas

Apesar de hoje não ser um dia de TBT, vamos recapitular um momento emblemático da carreira de JM. Em 2009, no funeral de Michael Jackson, Mayer subiu ao palco para homenagear o rei do pop. Na ocasião, ele tocou o clássico Human Nature (1982).

Ao falar sobre a performance, o músico revelou ter optado por se apresentar sem voz, pois era na guitarra que ele se garantia. E é com esse nível de verdade e comprometimento somente com a perfeição que ele vem construindo sua intocável (calma, iniciante!) discografia.

Foi a partir de Heavier Things (2003), seu segundo álbum, que o músico começou a investir forte nos solos mais rebuscados e nas cifras que desafiariam os entusiastas do instrumento. O segundo trabalho o consolidou ainda mais na composição e os seguintes só confirmaram o óbvio: o cara é fenomenal!

Aqui no Cifra Club, inclusive, a gente não cansa de dizer o quão gênio John Mayer, conforme você confere a seguir:

O cara é um verdadeiro apaixonado por música e todas as suas ciências. Desde o começo, seus fundamentos nos reis do blues e do jazz o fizeram buscar a constante superação nesse universo maravilhoso. Portanto, seu diferencial é a disposição para explorar seu potencial e entregar sua melhor performance.

6 cifras de músicas do John Mayer para tocar hoje

Finalmente, aqui está a nossa seleção de cifras de músicas do John Mayer. Aqui você encontra as faixas fundamentais para o sucesso da carreira do artista. Uma coletânea rica e essencial para quem, assim como ele, ama e se dedica à música.

Daughters

Hit do seu álbum de estreia, o cara realmente meteu essa de primeira e ainda ganhou não apenas um, mas vários Grammys! Não, não é pouca coisa mesmo! A canção é um pedido de atenção aos pais sobre o relacionamento deles com suas filhas e o que elas podem tirar de suas criações.

Há duas opções de cifra de Daughters no Cifra Club. Optando pela versão principal (difícil), você precisará ajustar a afinação e tocar vinte acordes. Na versão simplificada (fácil), no entanto, não há ajuste de afinação e são onze acordes. Facinho, facinho! Ambas acompanham videoaula. Seja você veterano ou iniciante, não tem desculpa 😉

Your Body Is A Wonderland

Outro sucesso vindo diretamente do seu primeiro trabalho e ganhador de Grammy. A canção é uma das líderes da discografia do músico. Entre qualquer lista de cifras de músicas do John Mayer, deixar Your Body Is A Wonderland de fora é considerado crime federal.

Aprenda a tocar Your Body Is A Wonderland com generosos dezesseis acordes! Comece afinando a sexta corda (Mizona) em D (Ré). A melodia é bem detalhista e os iniciantes podem travar um pouco na terceira parte da tablatura, onde são introduzidos dois acordes mais rebuscados. Contudo, confie na nossa videoaula para te ajudar com as técnicas.

Gravity

Se existe melodia mais romântica na carreira de John Mayer, desconhecemos! A cifra mais popular do John está nos excelentes Try! (2005), ao vivo, e Continuum (2006), de estúdio.

Para começar a tocar Gravity, escolha entre as versões principal ou simplificada. Na simplificada, você vai tocar a base da música utilizando seis acordes e obter um resultado lindo. Nesse contexto, não há preocupação para os iniciantes. Na versão principal, você precisa afinar a quinta e sexta corda em G (Sol) e C (Dó), respectivamente, para aprender também os solos.

Slow Dancing In a Burning Room

A mágica de Slow Dancing In a Burning Room está logo no título. Se a letra já não te ganhou, o instrumental rebuscado vai. Aqui é melodia lenta, sentimento e detalhe.

Para aprender a tocar Slow Dancing In a Burning Room, você vai precisar de seis acordes e paciência com os (incríveis e difíceis!) solos. A cifra completa vale o esforço, até mesmo porque os versos são “mamão com açúcar” e você pode aprender a usar o polegar para tocar! Portanto, foco na tablatura e play na videoaula!

Neon

Iniciante aqui tem que ter coragem. Muita coragem. Neon é a mais complicada entre as cifras de músicas do John Mayer. A faixa apareceu primeiro no EP Inside Wants Out (1999), em versão acústica, e depois veio a figurar também no Room For Squares (2001). Mas o que arrepiou até os veteranos, no entanto, foi a animalesca versão ao vivo de Neon em 2007. 

Primeiramente, são dezessete acordes no total e a cifra de Neon exige que a sexta corda seja afinada em C (Dó). O próximo passo é uma preparação mental e física para acompanhar o tempo da canção que se divide entre velozes dedilhados e batidas. Portanto, essa cifra requer foco, atenção e dedicação. A complexidade do solo principal pode te fazer chorar um pouco no caminho, mas persista na videoaula se quiser chegar onde poucos chegaram!

Last Train Home

A faixa é fruto do trabalho mais recente de John Mayer. Sob Rock (2021) traz uma sonoridade oitentista que acena para grandes bandas e artistas da época. Com isso, a novidade veste bem o cantor, como já provado no single “New Light”. 

Preenchida com uma levada enérgica, a cifra acústica de Last Train Home é de nível difícil, mas apenas pela dinâmica da melodia. Em suma, são nove acordes e o segredo está no padrão da batida. Afinal, as técnicas percussivas que JM utiliza em suas canções acústicas ficam evidentes nessa canção. Foque em reproduzir essa característica corretamente assistindo a videoaula.

Por fim, John Mayer já soou blues, folk, pop, rock, country e pegou referência de onde pôde. Contudo, no final do dia, a gente sempre traça o caminho de volta para as impressões que ele mesmo criou e fundiu à indústria durante esse século. Uma identidade própria e um talento que continua crescendo a cada trabalho.

Assim, a nossa seleção de cifras de músicas do John Mayer fica por aqui. Gostou do artigo? Compartilhe com os amigos e os chame para dividir solos e bases contigo.

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Empresário Adelino Colombo, fundador das Lojas Colombo, morre aos 90 anos

Faleceu nesta sexta-feira, 15, o empresário Adelino Colombo, aos 90 anos, fundador e presidente do Conselho Administrativo do Grupo Colombo, uma das maiores redes varejistas de eletrodomésticos e móveis do País.

O gaúcho de Nova Milano, a 106 km da capital Porto Alegre, nasceu em 1930. Em 1961, o empresário inaugurou a primeira unidade das Lojas Colombo no município de Farroupilha. Hoje a companhia é a maior rede de eletrodomésticos e móveis da Região Sul e a 10ª do País, com 305 lojas em operação.

“Seu Adelino, como era carinhosamente chamado, trabalhou até seus últimos dias, comparecendo a compromissos, como presidente do Conselho Administrativo da empresa”, afirmou a companhia por meio de nota nas redes sociais.

Até se consolidar como um dos principais nomes do varejo no Rio Grande do Sul, Seu Adelino precisou correr atrás dos clientes usando a estratégia de bater de porta em porta para vender os eletroeletrônicos. Seu trunfo para conquistar a clientela era oferecer uma “amostra grátis” dos equipamentos, que eram deixados por alguns dias na casa dos consumidores para que eles pudessem testar as novidades.

Com a chegada do sinal de TV na região, ainda na década de 1960, o empresário aproveitou a oportunidade para vender televisores para os moradores oferecendo um crediário próprio. Ao longo dos anos, depois de uma expansão da marca pelo País, o empresário decidiu encerrar as atividades fora do Estado e focar os negócios apenas no Rio Grande do Sul.

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