Esta faculdade 100% familiar fatura R$ 400 mi e quer ter uma rede de TV

Laboratório da São Leopoldo Mandic: “cruzada” para dar visibilidade à pesquisa científica brasileiraDivulgação/Divulgação

O custo de aquisição de um cliente é, cada vez mais, uma dor de cabeça para os empreendedores. Conquistar a atenção de alguém numa era de Youtubes e Tiktoks ficou difícil. O custo da publicidade online no Google e no Facebook pode ser proibitivo para empresas de todos os portes.

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Para fazer frente ao desafio de fazer uma marca chegar a novos consumidores de uma maneira sustentável, o empreendedor José Luiz Cintra Junqueira aposta numa das mídias mais tradicionais: a televisão.

Junqueira é o diretor-geral da Faculdade São Leopoldo Mandic, uma instituição de ensino sediada em Campinas, no interior paulista, com reputação alta no ensino das ciências médicas. 

Nos últimos 12 anos, a São Leopoldo Mandic esteve entre as dez melhores faculdades do país, de acordo com o Índice Geral de Cursos, um termômetro do Ministério da Educação sobre a qualidade do ensino superior brasileiro. Há dez anos é a primeira colocada do ranking entre os cursos de saúde. 

Até o fim do ano, Junqueira deve colocar no ar uma emissora de televisão dedicada a reverberar a produção científica dos mais de 10.000 alunos de graduação e pós da São Leopoldo Mandic — por ali há até doutorado. Chamada de TV Conecta, a emissora será sediada em Araras, também no interior paulista e a 78 quilômetros de Campinas. 

Inicialmente o sinal estará disponível na televisão aberta e a cabo em Araras e outras cinco cidades vizinhas. No ano que vem, o sinal deve chegar a Campinas e a outras cidades com campi da São Leopoldo Mandic, como Recife e Arcoverde, em Pernambuco, e Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. 

TV para divulgação de ciência

O sonho de Junqueira, que estima um investimento de até 15 milhões de reais na empreitada, é chegar a 100% do território nacional com conteúdo de divulgação científica. A expectativa é, com isso, fortalecer o nome da São Leopoldo Mandic junto a potenciais alunos. “O custo de aquisição de um aluno de Medicina hoje no Brasil beira os 1.800 reais”, diz Junqueira. “O investimento numa emissora de tevê pode reduzir esse custo e abrir oportunidades de negócios.”

Inicialmente, os programas serão produzidos num estúdio da própria São Leopoldo Mandic em Araras por professores e alunos da instituição, dona de uma produção científica prolífica. Nos últimos cinco anos, quase 40 pedidos de registro de patentes saíram dos laboratórios da faculdade.

Estão na lista inovações como uma impressora 3D de tecidos humanos, um aplicativo de acompanhamento para pacientes com dependência química e um aparelho para desinfecção de ambientes (ar e superfícies) usando luz ultravioleta.

Junqueira vê espaço para a ciência produzida ali na São Leopoldo Mandic causar um impacto mais amplo. “Para cada 100 pesquisas acadêmicas, só publicamos três”, diz Junqueira. “Precisamos dar mais vazão a elas.” Num segundo momento, outras instituições de ensino devem ser convidadas a compartilhar conteúdo com a TV Conecta. 

Fundada em 1972 como um grupo de estudos formado por dentistas de Campinas dedicados a elevar a barra da carreira na região, a São Leopoldo Mandic teve poucas mudanças de controle ao longo de cinco décadas. 

A ideia evoluiu para um espaço de treinamento para dentistas e, por fim, a criação de cursos livres (latu sensu e especialização) reconhecidos pelo Conselho Federal de Odontologia. 

Na virada dos anos 2000, a aposta foi em mestrados e doutorados profissionais — com ênfase no dia a dia de médicos e dentistas e voltados para quem tem interesse em seguir com o atendimento a pacientes. 

O curso de graduação (primeiro em odontologia e, em seguida, de medicina) veio só depois disso. “A graduação veio a partir da quantidade de professores doutores que tínhamos por causa dos cursos de pós-graduação”, diz.

Ao longo das cinco décadas, Junqueira esteve na liderança do negócio. Em paralelo, antes de a São Leopoldo Mandic virar uma faculdade em si, nos anos 2000, Junqueira foi também um dos fundadores da Metrocamp, faculdade de Campinas dedicada a cursos a preços populares. A faculdade Ibmec, de negócios, comprou a Metrocamp em 2009. 

É uma trajetória singular num setor como a educação, protagonista de fusões e aquisições e do surgimento de grandes grupos educacionais nas últimas décadas, como Cogna e Yduqs, impulsionados por uma presença maçica de fundos de private equity. 

José Luiz Cintra Junqueira Filho e José Luiz Cintra Junqueira, da São Leopoldo Mandic: negócio familiar num mercado dominado por fundos de private equityDivulgação/Divulgação

“Cruzada” pelo Prêmio Nobel

Apesar do assédio de concorrentes e de fundos, Junqueira mantém controle firme do negócio. O plano é repassar a gestão ao filho José Luiz Cintra Junqueira Filho, o Zeca, recém-formado em administração no Insper e, desde março deste ano, líder da área de inovação e novos projetos. 

Com 22 anos de idade, Zeca implantou no grupo o conceito de um ecossistema de educação e empreendedorismo em Saúde, com uma aceleradora de startups em saúde (HUB Mandic), além de dois hospitais e 38 clínicas odontológicas conveniadas.

Muito em função do valor elevado das mensalidades — a do curso de Medicina em Campinas passa de 12.000 reais —, e da notoriedade conquistada nos indicadores de qualidade do MEC, a São Leopoldo Mandic tem expandido as receitas. 

Nos últimos cinco anos, mesmo com a escassez de recursos em linhas de financiamento para o ensino superior privado, como o Fies, a São Leopoldo Mandic triplicou o faturamento — no ano passado, de 337 milhões de reais. A previsão para 2021 é de uma alta de 20% nas receitas, para algo em torno de 405 milhões de reais.

No rol de medidas para incentivar a pesquisa científica da universidade está até montar uma “cruzada” pelo primeiro prêmio Nobel ao Brasil. A ideia de pai e filho à frente do comando do negócio é compartilhar a estrutura da universidade, como laboratórios e corpo docente, com pesquisadores brasileiros em temas de ponta na área da saúde, como a robótica. 

Tudo isso na esperança de viabilizar o prêmio inédito ao Brasil um dia. “Isso inclui repatriar pesquisadores e até reconhecer projetos do país inteiro”, diz Junqueira.

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Estudo da Abramge indica que quase 3 milhões de brasileiros usam telemedicina

Brasília, DF 30/9/2021 – É prático e seguro, pois não tenho que sair de casa e não tenho contato com pessoas no hospital. Uso e aprovo a telemedicina. (Sheila Francelino, usuária).

Uma pesquisa da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) revelou que 2,8 milhões de brasileiros foram atendidos por meio da telemedicina no período correspondente a abril de 2020 e o mesmo mês deste ano.

O levantamento realizado pela Abramge indicou um aumento de 14,4% no uso da telemedicina no período de um ano, totalizando mais de 2,8 milhões de consultas realizadas a distância. Essa pesquisa foi feita considerando as operadoras de planos de saúde que, em conjunto, atendem cerca de 9 milhões de beneficiários no Brasil.

Mas, ainda existem indicações de que os números desse estudo podem ser maiores. Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), cerca de 48 milhões de pessoas utilizam plano de saúde no Brasil, número que equivale a população da Espanha. Além disso, com a pandemia, surgiram também novas empresas com especialização em serviços para a área da saúde, conhecidas como healthtechs.

As healthtechs investiram na digitalização do atendimento médico, conseguindo assim se consolidar no mercado. Segundo dados divulgados pelo jornal Estado de S. Paulo, em julho de 2021, o Centro de Inovação Distrito identificou a existência de 900 healthtechs no Brasil, que juntas receberam apenas no primeiro semestre US$183,9 milhões em investimentos.

O diretor da Doutor Acesso, empresa de planos de benefícios, Raphael Serra afirma que a telemedicina é uma tendência que veio para ficar. “Com a pandemia, as pessoas estão com medo de ir aos hospitais. Por isso, estão optando inicialmente pelo atendimento médico à distância. Caso o profissional de saúde indique a necessidade de uma avaliação presencial, o paciente terá que sair de casa para buscar o tratamento”, explicou.

Apesar de evitar aglomerações, o uso da telemedicina veio com riscos para os dados dos pacientes. Um levantamento realizado pela consultoria PwC informa que dados relacionados à saúde, incluindo informações pessoais e clínicas, valem cerca de 25 vezes mais que material financeiro em mercados clandestinos.

Segundo pesquisadores, esses conteúdos são mais complexos que outras informações comercializadas ilegalmente. A ficha do paciente tem informações como filiação, endereço, número dos documentos, entre outros, o que torna o valor delas mais alto.

Outra pesquisa da PwC, realizada em 2019, informa que 50% dos executivos brasileiros afirmam que a preocupação com a cibersegurança e a privacidade prejudica estratégias digitais. Esse assunto está em constante discussão no país e a criação de medidas como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais é a confirmação de que serviços digitais como a telemedicina estão ganhando espaço no mercado.

Atendimento

As facilidades propostas pela telemedicina se tornaram um diferencial para o atendimento médico durante a pandemia, afinal muitas pessoas seguem evitando aglomerações. De acordo com a pesquisa realizada em nome da Johnson & Johnson Medical Devices Companies, 81% dos entrevistados se sentem confortáveis ao utilizar a telemedicina.

A beneficiária Sheila Francelino já utilizou a telemedicina e aprova o serviço: “É prático porque não preciso me deslocar; é seguro, pois não tenho contato com outras pessoas doentes na recepção do hospital; e é rápido, já que sou atendida em no máximo 10 minutos. Uso e aprovo a telemedicina”.

Para o diretor da Doutor Acesso, o uso da telemedicina está transformando o segmento de saúde: “Hoje, as pessoas querem comodidade acima de tudo. Os usuários querem aproveitar os serviços disponíveis com facilidade. Por isso, temos como uma das nossas metas apostar no atendimento médico à distância”, destacou Raphael Serra.

A telemedicina pode ser utilizada em qualquer lugar, permitindo ainda que o paciente realize a consulta através do celular. Apesar disso, existem casos que devem ser tratados presencialmente, tornando possível que as duas modalidades de atendimento coexistam.

Regulamentação

Em 2020, o governo federal sancionou temporariamente o uso da telemedicina durante a pandemia e o CFM, Conselho Federal de Medicina, autorizou o uso dessa modalidade de atendimento para realizar: teleorientação, onde os médicos poderão orientar e encaminhar pacientes em isolamento; telemonitoramento, para que a saúde dos pacientes seja monitorada a distância seguindo as orientações médicas e; teleinterconsulta, permitindo que médicos troquem informações e opiniões entre si, auxiliando no diagnóstico dos pacientes.

O uso permanente desta modalidade segue em discussão dentro do governo e do CFM desde 2020. Atualmente as preocupações estão relacionadas a regulamentação e a proteção de dados. Por esse motivo, é indicado aos beneficiários o uso de plataformas seguras ao acessar o serviço.

Website: http://www.doutoracesso.com.br

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Marco Legal da Inteligência Artificial traz benefícios para o Brasil

30/9/2021 –

Especialista fala sobre desdobramentos desta legislação para o país

A Câmara dos Deputados aprovou o regime de urgência para o Projeto de Lei 21/2020, que trata do Marco Legal da Inteligência Artificial, o que significa que ele pode ser pautado para debate no plenário a qualquer momento. A regulamentação do uso da Inteligência Artificial busca balancear o incentivo à inovação e a proteção da livre concorrência para garantir direitos humanos e valores democráticos, promovendo a segurança dos agentes, privacidade e a proteção de dados.

O Brasil não saiu à frente na corrida regulatória da IA, mas pode realizar a regulamentação à luz das experiências internacionais dos Estados Unidos e União Europeia que já passaram pelo processo. Entretanto, o Brasil está preparado para iniciar o projeto do Marco Legal?

Segundo Marcelo Tostes, CEO e sócio fundador do escritório Marcelo Tostes Advogados ,”O Marco Legal da Inteligência Artificial definitivamente está entre os temas que já podem ser discutidos a nível legislativo no Brasil. Antes de pensar em implementar serviços, ou oferecer produtos baseados em IA, é preciso adotar uma cultura data driven, formando uma consistente infraestrutura de coleta e tratamento de dados, pois é sobre esses dados que atuarão as tecnologias cognitivas. A Lei Geral de Proteção de Dados já regulamentou a matéria e deu longo período para adequação dos procedimentos internos de agentes públicos e privados. Assim, a princípio, o Brasil estaria preparado para iniciar o debate sobre a regulação da Inteligência Artificial.”

O projeto de Lei tem quatro bases: primeiro, conceituação dos principais termos para regulamentação e criação de categorias de agentes com atribuições e responsabilidades específicas; segundo, instituição dos fundamentos, princípios e objetivos orientadores do uso responsável da Inteligência Artificial; terceiro, direitos e deveres de todos os envolvidos; e quarto, diretrizes para atuação do poder público. O projeto também prevê a criação de dois tipos de agentes de Inteligência Artificial: de desenvolvimento e o de operação, e lhes atribui deveres e responsabilidades específicas, observadas as suas respectivas funções.

O uso da Inteligência Artificial cresce nos negócios, segundo pesquisa da IBM-Brasil, em 2021, 40% das empresas brasileiras já tinham implantado algum projeto de IA. Tostes reforça: “Muitos agentes econômicos brasileiros já utilizam Inteligência Artificial: nas operações de back office, promovendo automatizações e simplificando os fluxos, e na interface com o consumidor, com os cada vez mais populares agentes automatizados de atendimento. As vantagens promovidas por essa tecnologia já são observadas especialmente em setores como o de serviços financeiros, produção industrial, comércio eletrônico e na área de saúde”.

No setor jurídico reforça-se a necessidade da contínua qualificação dos profissionais do direito na área de tecnologia. Enquanto não há legislação aprovada, a melhor recomendação é tentar observar as práticas internacionais estabelecidas, em especial aquelas elencadas na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em relação à proteção de dados, a legislação proposta vem para somar à LGPD, instituindo procedimentos específicos de mitigação de riscos quando os dados são processados por tecnologias cognitivas, como a elaboração do relatório de impacto de Inteligência Artificial.

Por fim, Marcelo Tostes ressalta: “A ideia é aplicar Inteligência Artificial para solucionar problemas que, até hoje, não puderam ser resolvidos pela mente humana”. Além disso, traz benefícios para toda a população quando as soluções forem expandidas, seja por meio da iniciativa privada ou pela atuação do poder público.

Website: https://www.mtostes.com.br/

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SDLG lança programa de manutenção preventiva

São Paulo, SP 30/9/2021 – Ação é a primeira no segmento Simple Tech a oferecer revisões programadas visando menor custo de manutenção e aumento de produtividade para os clientes

Primeiro programa do setor para manutenção preventiva de máquinas Simple Tech como escavadeiras e carregadeiras.

Poucos meses após lançar o primeiro e-commerce de peças da indústria de máquinas pesadas, a SDLG lança o primeiro programa do setor para manutenção preventiva de máquinas Simple Tech como escavadeiras e carregadeiras. A ideia surgiu diante da escuta ativa que a marca pratica com seus clientes, principalmente no pós-venda.

Diante do feedback dos clientes e da necessidade em ajudá-los a planejar a parada de máquinas, que precisam estar em constante trabalho, e diminuir os custos de manutenção sem comprometer a produtividade, a SDLG não só lança o programa de revisões programadas, como passa a oferecê-lo como um serviço que fará parte do portfólio do pós-venda, que também oferece uma ampla rede de atendimento técnico e de peças de reposição.

Para Luiz Vieira, coordenador da área de Negócios em Pós-Vendas da SDLG, é estratégico para os negócios que os equipamentos estejam trabalhando perfeitamente e que diante de qualquer problema, os clientes da marca tenham a certeza de que esta iniciativa está coordenada com sua rede de distribuidores no Brasil, para responder de maneira rápida e sem prejuízos aos prazos. 

“Acabamos de lançar o PMP, sabemos do importante papel que temos como consultores dos nossos clientes. Conhecemos bem suas necessidades, pois independentemente do setor de atividade, seja na construção civil, em infraestrutura, mineração, ou agronegócio, todos precisam programar a parada de suas máquinas com um planejamento rigoroso, pois a performance desses equipamentos está atrelada a metas diárias de produção. Para desenvolver esse programa, consideramos não só mais de uma década de atuação no mercado brasileiro, mas também o tempo de operação e o padrão de utilização de nossas linhas de carregadeiras e de escavadeiras, bem como um amplo levantamento de preços de peças e de mão de obra em diferentes mercados. Nosso compromisso é evitar contratempos e otimizar os serviços de manutenção”, explica Vieira.

Website: https://www.sdlgla.com/

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Falta de componentes reduz estoque de carros em concessionárias

Curitiba, PR 30/9/2021 –

Com os estoques baixos, o prazo para o recebimento do carro novo é um desafio.

Desde do começo da pandemia da covid-19 o país enfrenta inúmeras restrições no setor produtivo para evitar a proliferação do vírus. Um dos setores que vêm sofrendo com essas medidas é o setor de produção de automóveis.

2021 para o setor já começou com um recorde negativo: nunca o estoque de veículos esteve tão baixo quanto o estoque que havia em janeiro deste ano. E a situação não melhorou desde então, segundo dados da Anfavea, entidade que representa as montadoras, a produção recuou 21,9% no mês de agosto em comparação ao mesmo período do ano passado. Falta de peças, paralisação nas fábricas e atraso na entrega dos componentes causaram falta de abastecimento nas concessionárias, que tiveram que encontrar novos meios de manter as vendas.

Motivos para a falta de estoque

Um dos motivos dessa crise é a falta de peças, sobretudo componentes eletrônicos, um problema que se arrasta desde o ano passado e que tem sido um limitador à retomada da produção. Várias fábricas tiveram que lidar com as restrições impostas pela covid-19, com a exigência de distanciamento social impedindo o pleno funcionamento das linhas de produção.

Segundo a Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), entre os meses de janeiro e fevereiro, ao menos quatro montadoras de motocicletas da zona franca de Manaus suspenderam temporariamente as produções atendendo às medidas de contenção do vírus no Estado do Amazonas.

Estima-se que até 300 mil veículos deixaram de ser produzidos este ano só nessa paralisação. Outras montadoras pelo país seguiram o mesmo caminho.

Além disso, o bloqueio no Canal de Suez, ocorrido em março deste ano, também acarretou em atrasos nas entregas dos já escassos componentes para a fabricação das unidades.

Impacto nas vendas

Todos esses fatores impactam bruscamente as concessionárias, diminuindo os estoques e, por conta disso, as vendas, pois, embora ainda exista demanda, caíram 5,8% no mês de agosto em relação ao mesmo período de 2020. Agosto também apresentou o número de vendas mais baixo para o mês nos últimos 16 anos, tendo saído das concessionárias 172,8 mil unidades vendidas.

As concessionárias também tiveram que funcionar com as portas fechadas devido à pandemia, e acabaram encontrando novas formas de se relacionar com o cliente e driblar a falta de estoque, como a lista de espera ou a oferta de carros seminovos aos clientes.

Mais informações em https://www.toyotasulpar.com.br/

Website: https://www.toyotasulpar.com.br/

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Produtores de eventos debatem sobre o auxílio das tecnologias na retomada

30/9/2021 –

A retomada dos eventos presenciais tem ampliado os debates sobre a implementação dos protocolos sanitários de forma eficiente e ágil. Logo, profissionais de eventos contam com o apoio da tecnologia para garantir a manutenção desses protocolos e preservar a segurança de todos.

O avanço da vacinação no país está impulsionando a retomada dos eventos presenciais. Os protocolos sanitários de prevenção ao novo coronavírus têm sido um dos debates do processo de retomada. Segundo relatório do SEBRAE, estima-se que os “microeventos”, com número reduzido de participantes, sejam tendência nos próximos anos. O mesmo relatório também aponta que a manutenção dos protocolos continuará em vigência a longo prazo, visto que o controle do vírus e imunização da população se desenvolvem gradualmente.

Por conta disso, organizações governamentais e produtores de eventos estão discutindo soluções com a finalidade de retomar os eventos presenciais de modo seguro e atenuar os impactos da pandemia no setor, um dos mais prejudicados desde o início da pandemia. E uma das soluções levantadas foi o uso da tecnologia como aliada à manutenção dos protocolos sanitários.

No dia 08 de setembro, ocorreu um debate online organizado pela Associação Baiana de Promotores de Eventos (ABAPE) do projeto “Conversas Produtivas”. O objetivo do debate era reunir profissionais de renome da área para discutir os desafios da retomada no país e no mundo. No debate, os produtores levantaram questões relacionadas, inclusive, à conscientização do público sobre a importância dos protocolos para a saúde e a implementação de soluções viáveis que contribuam para a manutenção desses protocolos durante os eventos, como o uso do aplicativo Conecte SUS com o propósito de identificar participantes imunizados.

Soluções para eventos presenciais das plataformas de eventos

Assim, plataformas de eventos têm buscado soluções para essa questão. Vitor Pereira, CEO da 4.events – plataforma para eventos presenciais, híbridos e virtuais – tem buscado oferecer uma retomada dos eventos presenciais segura e produtiva aos produtores. “Antes da pandemia, tínhamos uma boa demanda dos serviços de credenciamento e controle de acesso em eventos. Agora, com a retomada, essa solução está retornando; pois, além de ser uma tecnologia exclusiva do mercado, auxilia na manutenção dos protocolos sanitários, evitando aglomeração de pessoas na entrada do evento.” afirma. 

Vitor explica que tecnologias de aproximação por QR Code, autocredenciamento manual com totens de mesa e pontos de credenciamento de eventos manual com staffs experientes foram essenciais para uma gestão organizada da recepção dos eventos atendidos, promovendo a agilidade necessária a fim de evitar filas extensas. 

O uso da tecnologia de QR Code registrou crescimento no decorrer da pandemia. De acordo com a pesquisa da Panorama Comércio Móvel, em seis meses de pandemia, o percentual de brasileiros que usavam a tecnologia aumentou de 35% para 48%. Ian Gostin, diretor da G8 Strategies, afirma em artigo da Forbes que uma das razões dessa popularização reside na necessidade de manter a comunicação com o cliente de modo a evitar o contato social.

Vitor também ressalta a importância do uso de aplicativos entre participantes e expositores. Segundo a mesma pesquisa da Panorama Comércio, o uso dos aplicativos para pagamentos subiu de 23% para 33%. Além disso, a Pew Research identificou uma alta de 30% e 400% do uso de aplicativos no Brasil, dependendo da região. Sendo assim, o CEO da 4.events afirma que os aplicativos para leitura do crachá também são um meio eficiente de evitar o contato físico.

A tendência, segundo Vitor, é que o uso de tecnologias se expanda no setor. “O online veio pra ficar. Isso é fato! E ele irá complementar a experiência off-line” aponta. 

Website: https://www.vpcredenciamentos.com/

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Quase metade dos jovens brasileiros não controla suas finanças

São Paulo 30/9/2021 –

Para contribuir para mudar esse cenário, mais de 12 mil alunos no estado de São Paulo poderão aprender hábitos saudáveis de finanças pessoais com a iniciativa entre o Grupo Atmo Educação e a startup Blu by BS2

A educação financeira sempre foi um tema distante do dia a dia dos brasileiros, fato que reflete no número de endividamento das pessoas. Em outubro de 2020, por exemplo, 66,5% das famílias brasileiras estavam com problemas financeiros, segundo dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic).

 

Entre os jovens, o número também é alto. Segundo pesquisa da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) de 2019, quase metade (47%) dos jovens brasileiros entre 18 e 24 anos não controla suas finanças pessoais. Entre as principais justificativas, 19% afirmaram não saber como fazer o controle financeiro, 18% disseram sentir preguiça e outros 18% não têm o hábito ou disciplina de tomar conta do dinheiro. O estudo mostra como, mesmo fazendo parte de um grupo que, em sua maioria, cresceu em um ambiente digital e com acesso a grande quantidade de informação, a educação financeira ainda não é algo natural para esse público.

 

No entanto, recentemente esse cenário começou a mudar. Desde 2020, a educação financeira se tornou um tema obrigatório na grade curricular das escolas brasileiras pelo BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e o assunto entrou mais em evidência.

 

Existem, inclusive, aplicativos que ajudam esses jovens a terem uma melhor organização de suas finanças, como o que foi criado pela startup Blu by BS2. Com a aquisição de 10% da Blu pelo Grupo Atmo, o aplicativo passa a fazer parte do dia a dia dos alunos e será uma ferramenta para impulsionar hábitos saudáveis de consumo e poupança dos adolescentes.

 

Para Gustavo Frayha, sócio do Atmo Educação, o aplicativo dá tração ao objetivo de aliar educação financeira às ações e experiências da vida real, além de permitir que os estudantes tenham essa vivência de forma lúdica. “Estamos trazendo aos nossos alunos uma ferramenta que estimula a interação saudável com o dinheiro. Eles aprenderão a lidar com sua mesada desde bem jovens”, comenta.

 

Marcos Figueiredo, cofundador da Blu by BS2, ressalta que o aplicativo traz um complemento às matérias de educação financeira passadas em salas de aula. “A metodologia busca desenvolver cinco competências básicas: ganhar, planejar, reservar, consumir e doar. Ao passar por este ciclo, o jovem vai ganhando confiança e tem maior propensão a se tornar um adulto mais consciente a respeito de suas finanças”, explica. Além da parceria educacional, os pais dos alunos que quiserem aderir aos serviços financeiros da Blu receberão desconto nas mensalidades do app.

 

Dar um valor fixo para que o adolescente aprenda a administrar seu próprio dinheiro traz bons resultados. De acordo com um levantamento feito em 2020 pela Blu, adolescentes que recebem mesada poupam até cinco vezes mais, em comparação aos que recebem dinheiro de forma esporádica.

 

Website: https://www.bancobs2.com.br/

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Quase metade dos jovens brasileiros não controla suas finanças

São Paulo 30/9/2021 –

Para contribuir para mudar esse cenário, mais de 12 mil alunos no estado de São Paulo poderão aprender hábitos saudáveis de finanças pessoais com a iniciativa entre o Grupo Atmo Educação e a startup Blu by BS2

A educação financeira sempre foi um tema distante do dia a dia dos brasileiros, fato que reflete no número de endividamento das pessoas. Em outubro de 2020, por exemplo, 66,5% das famílias brasileiras estavam com problemas financeiros, segundo dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic).

 

Entre os jovens, o número também é alto. Segundo pesquisa da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) de 2019, quase metade (47%) dos jovens brasileiros entre 18 e 24 anos não controla suas finanças pessoais. Entre as principais justificativas, 19% afirmaram não saber como fazer o controle financeiro, 18% disseram sentir preguiça e outros 18% não têm o hábito ou disciplina de tomar conta do dinheiro. O estudo mostra como, mesmo fazendo parte de um grupo que, em sua maioria, cresceu em um ambiente digital e com acesso a grande quantidade de informação, a educação financeira ainda não é algo natural para esse público.

 

No entanto, recentemente esse cenário começou a mudar. Desde 2020, a educação financeira se tornou um tema obrigatório na grade curricular das escolas brasileiras pelo BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e o assunto entrou mais em evidência.

 

Existem, inclusive, aplicativos que ajudam esses jovens a terem uma melhor organização de suas finanças, como o que foi criado pela startup Blu by BS2. Com a aquisição de 10% da Blu pelo Grupo Atmo, o aplicativo passa a fazer parte do dia a dia dos alunos e será uma ferramenta para impulsionar hábitos saudáveis de consumo e poupança dos adolescentes.

 

Para Gustavo Frayha, sócio do Atmo Educação, o aplicativo dá tração ao objetivo de aliar educação financeira às ações e experiências da vida real, além de permitir que os estudantes tenham essa vivência de forma lúdica. “Estamos trazendo aos nossos alunos uma ferramenta que estimula a interação saudável com o dinheiro. Eles aprenderão a lidar com sua mesada desde bem jovens”, comenta.

 

Marcos Figueiredo, cofundador da Blu by BS2, ressalta que o aplicativo traz um complemento às matérias de educação financeira passadas em salas de aula. “A metodologia busca desenvolver cinco competências básicas: ganhar, planejar, reservar, consumir e doar. Ao passar por este ciclo, o jovem vai ganhando confiança e tem maior propensão a se tornar um adulto mais consciente a respeito de suas finanças”, explica. Além da parceria educacional, os pais dos alunos que quiserem aderir aos serviços financeiros da Blu receberão desconto nas mensalidades do app.

 

Dar um valor fixo para que o adolescente aprenda a administrar seu próprio dinheiro traz bons resultados. De acordo com um levantamento feito em 2020 pela Blu, adolescentes que recebem mesada poupam até cinco vezes mais, em comparação aos que recebem dinheiro de forma esporádica.

 

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SUS e iniciativa privada devem tratar reembolso com os mesmos critérios

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram nesta quinta-feira, 30, por unanimidade, que as regras de ressarcimento entre o Sistema Único de Saúde (SUS) e a iniciativa privada devem seguir os mesmo critérios ao tratarem casos excepcionais de pacientes que não atendem convencionalmente.

Com base neste entendimento, um hospital privado que atender a um paciente do SUS deve ser reembolsado de acordo com os mesmo valores que o serviço público receberia se tratasse de uma pessoa inscrita em plano de saúde. A decisão do plenário acaba com as disputas em torno dos valores a serem pagos.

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O tema chegou ao Supremo na esteira da disputa entre a rede Unimed e o governo do Distrito Federal (GDF). O caso nasceu a partir de uma ordem judicial para que um paciente do SUS fosse tratado em hospital particular gerido pela Unimed, por conta da falta de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nos hospitais públicos da região.

Ao final do tratamento, a rede privada encaminhou a conta ao GDF que se negou a pagar porque os valores fixados não seguiam a tabela da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), mas sim os preços estipulados pela iniciativa privada.

O ministro Luís Roberto Barroso, relator do caso, guiou o entendimento unânime na ação. Em vez de atender às propostas das partes, o magistrado pacificou a questão ao estabelecer os mesmos critérios de ressarcimento para a iniciativa privada e o serviço público.

“A execução privada do serviço de saúde não afasta a sua relevância pública e, portanto, não pode se sujeitar à prestação do lucro arbitrário da iniciativa privada”, afirmou. “Diante disso, é razoável que se adote em relação ao ressarcimento da rede privada o mesmo critério utilizado para ressarcimento do Sistema Único de Saúde por serviços prestados a beneficiários de planos de saúde”.

A tese fixada pelo ministro foi aprovada em discussão de repercussão geral, ou seja, a regra passa a valer obrigatoriamente para todos os casos similares. A decisão também definiu que o ressarcimento do hospital privado deve ter como limite máximo os valores fixados pela ANS.

Os ministros Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes levantaram a hipótese de o hospital privado ao realizar procedimentos de alto custo que não são oferecidos pelo SUS ser ressarcido pelo poder público. A proposta deve ser analisada pelo relator.

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Com falta de peças, montadoras suspendem contrato de funcionários

A indústria automobilística brasileira se prepara para um fim de ano de baixa produção e fábricas fechadas, numa sequência do cenário visto ao longo de 2021 e que poderá reduzir a expectativa dos resultados do setor.

Até agora, a maioria das empresas adotou períodos de férias coletivas, antecipação de feriados e folgas aos funcionários para driblar a falta de componentes para a produção, em especial de semicondutores.

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Para o fim de ano, contudo, a opção voltou a ser o lay-off (suspensão de contratos de trabalho), que permite períodos mais longos de dispensas. Também estão nos acordos com os funcionários programas de demissão voluntária (PDV) e redução de jornada e salários.

Dona da Fiat, a Stellantis vai colocar em lay-off 1,8 mil funcionários da unidade de Betim (MG) por três meses a partir de segunda-feira. A empresa vem promovendo paralisações parciais em linhas de produtos por prazos de dez dias.

Na fábrica mineira trabalham 13 mil pessoas, incluindo pessoal administrativo, e são produzidos seis veículos, entre os quais a Strada, o Argo e o Mobi, que estão entre os quatro modelos mais vendidos neste ano. A picape Strada tem fila de espera de mais de três meses. Também acabou de entrar em linha recentemente o Pulse, primeiro SUV da marca produzido no País e com lançamento marcado para 19 de outubro.

A Renault abriu hoje um PDV para 250 funcionários da fábrica de São José dos Pinhais (PR) e vai colocar outros 300 em lay-off inicialmente por cinco meses. O complexo emprega ao todo 6.450 trabalhadores, cerca de 5 mil deles na área de produção.

Na Volkswagen, a produção em São Bernardo do Campo (SP) está suspensa por dez dias a partir da última segunda-feira, mas avalia colocar trabalhadores de um turno em lay-off a partir de novembro. Por enquanto, a montadora informa que, no momento, a medida de flexibilização adotada são férias coletivas – medida que está em uso também na unidade de Taubaté para um turno de trabalho.

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