Autores e obras independentes ganham espaço no mercado editorial

São Paulo, outubro de 2021 – As facilidades da autopublicação têm atraído cada vez mais escritores independentes que desejam lançar suas obras. É um meio alternativo simples, sem necessidade de investimento financeiro, que facilita a publicação de um livro. Desde setembro, estão sendo publicados cerca de 60 títulos diariamente no Clube de Autores, maior plataforma de autopublicação da América Latina – até então essa média era de 40 obras. No último levantamento feito pela startup, em julho de 2021, foram registrados 57 mil autores e 72 mil títulos publicados na plataforma. Com este ritmo, a empresa projeta representar 30% dos livros publicados no País até o início de 2022.

 

Fundada em 2009, a empresa inovou ao trazer para o Brasil o modelo de Print on Demand (impressão por demanda) e foi a primeira a disponibilizar um canal para qualquer autor publicar seus livros. “Eu escrevo desde adolescente e, para mim, não fazia sentido algum viver em uma era hiperconectada e tecnológica sem a possibilidade de publicar um livro facilmente, sem nenhum custo e ainda sem a necessidade de imprimir tiragens gigantescas, que poderiam acabar mofando na minha própria prateleira ao invés de chegar ao leitor”, comenta Ricardo Almeida, CEO do Clube de Autores.

 

O Clube de Autores funciona de maneira bem intuitiva e simples para a autopublicação, facilitando também para os novos escritores que não possuem nenhuma experiência no mercado. Todo o processo é feito rapidamente e é o próprio autor quem define cada característica do seu livro, quanto quer ganhar de direitos autorais e decide se quer ou não distribuir sua obra, física e digital, através dos maiores e-commerces do mundo. É possível ainda acompanhar as vendas com total transparência dentro do site.

 

“Essas características podem parecer óbvias para um leigo no mercado, mas se comparadas com o mundo editorial tradicional, são absolutamente disruptivas. Estamos sempre atentos também para entender e atender os novos perfis de demanda dos autores independentes, utilizando a tecnologia como nossa aliada para viabilizar um nível de automação sem paralelos. Não à toa, nosso modelo vem sendo adotado cada vez mais por novos escritores e nossa expectativa ainda é continuar crescendo e oferecendo novas facilidades e serviços para eles”, diz Ricardo.

 

Ainda, para aqueles que pretendem crescer e se desenvolver no mercado de literatura, também podem contar com o Profissionais do Livro, site parte da rede Clube de Autores, focado na prestação de serviços editoriais. Nele, é possível encontrar profissionais para contratação de capa, revisão, diagramação, ilustração e praticamente todo tipo de serviço que achar necessário para publicar seu livro.

 

Source link

Read More

Fleury: ‘Estamos acelerando as avenidas de crescimento’, diz CEO

O Grupo Fleury (FLRY3) alcançou receita bruta recorde pelo segundo trimestre seguido no período de julho a setembro, em meio à transição da saída da pandemia para a normalização da demanda por exames de medicina diagnóstica e aos efeitos crescentes de seu plano estratégico de diversificação de negócios.

As receitas brutas somaram 1,1 bilhão de reais no terceiro trimestre, com crescimento de 10,2% em relação ao segundo e de 17,3% na comparação anual. Houve avanço em todas as áreas de negócios da companhia na base anual. O resultado foi divulgado na noite de quinta-feira, dia 28.

“O resultado mostra um crescimento forte da medicina diagnóstica, com recuperação muito grande tanto dos exames de análises clínicas como dos exames de imagem”, disse Jeane Tsutsui, CEO do Fleury, à EXAME Invest.

Os exames de análises clínicas subiram 9,1% em relação ao segundo trimestre e 7,9% na base anual; no caso de exames de imagem, o avanço foi ainda maior, de 16,8% e de 12,6%, respectivamente.

“As pessoas voltaram a se preocupar mais com a saúde. Não vejo como represamento de exames. Com a pandemia, elas perceberam a importância de cuidar da saúde. O segundo ponto é o envelhecimento da população”, afirmou.

Jerson Zanlorenzi, head da mesa de ações e derivativos do BTG Pactual digital, preparou um treinamento online e gratuito ensinando a estratégia que vai colocar a sua vida nos trilhos da prosperidade. Veja como participar

A executiva destacou o fato de que a receita bruta cresceu 29,6% no acumulado dos nove primeiros meses do ano em relação a 2019, ou seja, ao período pré-pandemia. O avanço se deu em razão de crescimento orgânico e inorgânico.

Apesar do crescimento da linha de cima, o Ebitda (que mede a geração de caixa operacional) caiu 7,1% na comparação anual, para 300,7 milhões de reais no trimestre. No acumulado do ano, houve alta de 54,9%.

A margem Ebitda recorrente caiu de 37,0% para 29,2% na comparação anual do terceiro trimestre, mas melhorou de 26,4% para 29,3% no acumulado do ano.

“O dado do terceiro trimestre de 2020 teve uma distorção porque houve uma recuperação no volume depois da forte queda no segundo trimestre por causa da pandemia, ao mesmo tempo em que seguramos os custos”, disse Tsutsui.

A margem Ebitda entre julho e setembro foi pressionada pelo aumento de custos fixos com a volta da demanda por exames e por despesas gerais para reforçar a estrutura de sua healthtech Saúde iD, a sua plataforma de exames e procedimentos para o paciente final (B2C), segundo analistas do BTG Pactual em relatório sobre o resultado.

Os analistas mantiveram recomendação neutra para a ação, mas reduziram o preço-alvo para o fim de 2022 de 26 para 20 reais, citando o aumento do custo de capital no Brasil. A ação encerrou negociada a 18,34 reais na quinta, 28.

O balanço de resultados do Fleury também revelou que a pandemia continua a exercer impacto decrescente sob a ótica das receitas. O grupo realizou cerca de 400 mil exames para Covid (RT-PCR e sorologias) no trimestre, que representaram 6% da receita bruta, o menor índice desde o começo da pandemia.

No primeiro trimestre, esses exames relacionados à Covid responderam por quase 10% da receita bruta. “Não dependemos de testes de Covid para crescer e para obter resultado”, destacou a executiva.

No campo do crescimento inorgânico, o resultado do Fleury foi impactado positivamente pela consolidação de algumas aquisições recentes, como a da Clínica Vita de Ortopedia, cuja fatia de 66,7% foi adquirida em abril passado por 136,8 milhões de reais. Houve ainda a integração dos Laboratórios Pretti e Bioclínico no Espírito Santo.

Há mais por vir tanto na consolidação — o grupo anunciou há duas semanas a aquisição da rede de laboratórios Marcelo Magalhães, em Pernambuco, por 385 milhões de reais — como de novos alvos que estão no pipeline.

Os novos negócios — que vão além do core tradicional da medicina diagnóstica — já representam 7,8% da receita bruta após crescimento de 110,9% em relação ao segundo trimestre e de 541,5% na base anual. Essa fatia das novas frentes quase dobrou em relação ao período de abril a junho, quando esteve em 4,1% das receitas brutas.

“Estamos acelerando essas avenidas de crescimento, que, na nossa avaliação, vão ter uma contribuição maior para o grupo”, disse Tsutsui, que define o Grupo Fleury como cada vez mais uma empresa de saúde.

Source link

Read More

O segredo para fisgar os melhores agentes autônomos de investimento

Márcia Faleiro tinha uma carreira consolidada, com passagem por grandes instituições financeiras do mercado. Até que encontrou um novo modelo de trabalho que chamou sua atenção.

“Eu fui feliz nas outras empresas, mas encontrei uma forma de trabalho diferenciada. Encontrei na Lotus Capital um modelo de relacionamento baseado em uma equipe de apoio muito bem preparada, que nos oferece toda a estrutura necessária para focar no atendimento aos clientes.”

Trajetória semelhante tem Augusto Maia. Depois de 17 anos atuando em diferentes empresas tradicionais, ele decidiu fazer a transição. “Foi a decisão profissional mais sadia que eu podia tomar. Encontrei o lugar ideal, um escritório que nos deixa disponível para passar tempo com os clientes, preparar as reuniões, atender de forma individualizada.”

Márcia e Augusto fazem parte do time de assessores de investimento da Lotus Capital há poucos meses e já estão alcançando resultados expressivos.

Não estão sozinhos: em um cenário em que a taxa de juro básica se mantém abaixo de dois dígitos de forma consistente e os CPFs cadastrados na Bolsa de Valores saltaram de 600.000, em 2018, para mais de 3,7 milhões, em 2021, novos modelos de negócios disponibilizam um cardápio mais atrativo de produtos e experiências mais humanizadas e personalizadas.

Agentes autônomos em alta

É nesse contexto que as fintechs e os escritórios de agentes autônomos de investimento ganham espaço. Nos últimos três anos, houve um crescimento de mais de 120% no número de profissionais certificados pela Associação Nacional das Corretoras de Valores (Ancord).

Uma parcela importante de profissionais experientes buscou a Lotus Capital precisamente porque a empresa é focada em oferecer aos assessores uma estrutura robusta para que eles façam o trabalho de captação. E neste momento faz um amplo esforço de expansão de sua base de atendimento.

Solidez do BTG Pactual

“Foram duas as razões que me fizeram mudar para a Lotus. Acompanhar a demanda dos meus próprios clientes, que buscam serviços diferentes daqueles que os bancos tradicionais oferecem. Vi uma oportunidade de oferecer algo a mais, com maior valor agregado. Além disso, me deparei no escritório com a estrutura que precisava para desenvolver o meu trabalho, ao lado de uma equipe altamente qualificada. Hoje tenho a certeza de que tomei a decisão correta”, explica Flávia Araújo, mais uma integrante recente da equipe da empresa que, depois de mais de 19 anos atuando em grandes bancos, decidiu ao lado de Márcia e Augusto fazer a transição de carreira.

Sediada em Belo Horizonte e fundada em 2018, a Lotus tinha menos de um ano de história quando foi premiada pelo BTG Pactual como o escritório com maior alinhamento cultural com a empresa, que é o maior banco de investimentos da América Latina.

“Depois de 21 anos de experiência, entendi que era hora de mudar. Acompanhar a transformação do mercado brasileiro e internacional e oferecer as melhores soluções para os meus clientes. Mudei pela equipe, pela estrutura e cultura do escritório e pela plataforma e solidez do BTG Pactual”, diz Sílvia Araújo Souza, mais uma assessora de investimentos a fazer a transição de um grande banco para a Lotus. “Sinto-me feliz e realizada”, reforça Sílvia.

“Na Lotus, o foco não é o patrimônio em si. Nosso papel é compreender as dores reais e objetivos dos investidores e entregar serviços aderentes às necessidades mapeadas, que ofereçam tranquilidade e permitam crescimento, que não nos tornem escravos da volatilidade do mercado”, afirma Sanzio Cunha, CEO da Lotus Capital.

“Entender o cliente, no entanto, é apenas um dos pilares desse processo. Para gerar valor real, é preciso capacidade de execução da nossa proposta de valor. Dedicamos bastante tempo e recurso investindo em pessoas para tocar diferentes áreas do negócio e para co-construir com os gestores a cultura e os processos internos que hoje nos permitem entregar um serviço realmente centrado no cliente”.

Novo modelo

O modelo dos bancos comerciais está ultrapassado, avalia Daniel Quadros, head de expansão da empresa, “porque é mais focado na empresa do que nos clientes. Os gerentes têm clientes demais, passam uma parte expressiva do dia ocupados com questões operacionais e não conseguem atender de forma individualizada”.

Esses profissionais passam por uma fase de transição, diz ele. “Eles precisam construir uma carteira de clientes, é natural que passem por uma fase de desconforto. Atuamos para auxiliar nessa nova etapa, gostamos de acelerar a virada de chave logo nos primeiros meses. Nosso modelo de negócios foi montado para dar escala ao assessor.”

No lugar de apagar incêndios boa parte do dia, o profissional pode agir de forma pessoal e estratégica. Por outro lado, na medida em que forma uma carteira de clientes, ou consolida a que já mantinha, o assessor de investimentos percebe o retorno.

“Aqui a renda é variável e proporcional aos ganhos”, explica Quadros. “Alcancei em poucos meses os resultados que eu esperava alcançar em um ano”, concorda Márcia Faleiro.

O suporte aos assessores se baseia em profissionais que atendem à rotina operacional: dos mais de 50 colaboradores, mais da metade não atua com captação.

São profissionais que compõem a equipe executiva, como heads e operacionais em áreas diversas, incluindo mesa de investimentos, operacional, marketing, financeiro, business intelligence, customer success, corporate, seguros, fusões e aquisições e financeiro.

“Olhamos para a Lotus não como um escritório de investimentos, mas como uma empresa com processos claros, estratégia, visão de futuro e, acima de tudo, com pessoas capacitadas e felizes”, afirma Sanzio Cunha. “Acreditamos que um colaborador feliz, satisfeito, que se sente valorizado, que compreende seu papel estratégico dentro do negócio, independentemente da área de atuação, certamente será capaz de entregar aos clientes serviços com alto nível de excelência.”

Fonte

Source link

Read More

Biossimilares: opção eficaz e segura para doenças crônicas de alto custo

O Brasil já conta com o registro de 32 biossimilares, usados no tratamento de diversas doenças. Todos passaram por rigorosos ensaios e estudos clínicos, para comprovação de eficácia e segurança.

“Não existem diferenças clínicas significativas entre biológicos originadores e biossimilares, porque um biossimilar precisa ter equivalência de eficácia e segurança. Portanto, apesar de pequenas diferenças nas moléculas, elas não impactam a ação desses produtos”, garante Dr. Valderílio Azevedo, médico reumatologista, professor adjunto da Universidade Federal do Paraná e coordenador de biotecnologia da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR).

O especialista esclarece que os biossimilares entregam a mesma resposta clínica que os medicamentos originadores. Além disso, eles podem trazer outros benefícios, como a redução de custos e a ampliação do acesso de pacientes aos tratamentos que necessitam.

“A entrada desses medicamentos quebra a reserva de mercado dos produtos originadores. Com mais concorrência, a tendência é que ocorra redução de preços. Isso é excelente para a população e o sistema de saúde”, afirma o médico.

Segundo dados de 2018 do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), cerca de 60% dos gastos públicos com medicamentos são atribuídos aos chamados componentes especializado e estratégico da assistência farmacêutica, que são medicamentos biológicos em sua grande maioria1. “Com os biossimilares no mercado, o mesmo recurso pode adquirir mais tratamentos”, explica o especialista.

Abaixo, o Dr. Azevedo revela o cenário dos biossimilares no Brasil e no mundo, indicando caminhos para ampliar o uso desses produtos no país. Confira:

ExameSolutions: Como aconteceu a adoção dos biossimilares no mercado mundial?
Valderílio Azevedo: A regulação dos biossimilares teve início na União Europeia, em 2006, e apenas uma década depois ela ocorreu nos Estados Unidos. Já na América Latina, o Brasil foi o primeiro país a ter uma regulação específica de biossimilares, seguido pelo México e Argentina. Mas hoje todos os países do continente, inclusive os da América Central, já contam com esses produtos. É importante lembrar que à medida que os ambientes regulatórios evoluem, especialmente nos Estados Unidos, China, Japão e países da América Latina, as oportunidades para a adoção dos biossimilares aumentam. E essa é uma questão de economia muito significativa, já que eles custam, em média, 20% a 30% menos que o produto originador. Vale ressaltar que hoje são mais de 60 produtos biossimilares no mercado europeu. No Brasil, são apenas 32 aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas a tendência é que esse número continue a crescer.

Como o senhor avalia a adoção dos biossimilares no mercado brasileiro?
Avalio com bons olhos. Vejo que o Brasil tem um mercado propício para a entrada de biossimilares, especialmente porque eles têm a proposta de reduzir custos em relação aos produtos biológicos originadores, tanto no sistema público quanto no privado. Isso implica a ampliação do acesso a produtos biológicos para pacientes que necessitam, como aqueles com doenças autoimunes crônicas, com doenças neoplásicas e alterações endocrinológicas, como diabetes, bem como aqueles que necessitam de hormônio do crescimento. Esse é o benefício que os biossimilares têm trazido para o mercado brasileiro.

Na sua opinião, quais são as principais barreiras para a adoção dos biossimilares no Brasil?
Acredito que ainda precisamos melhorar a nossa regulamentação, os processos de compra e dispensação, para garantir que as pessoas saibam qual produto estão utilizando [se é originador ou biossimilar], além de conscientizá-las de que o uso dos biossimilares é seguro e eficaz, assim como os originadores. Bem informadas, elas vão perder o receio de utilizá-los. E não há motivo para receio mesmo.

Eles são usados inclusive em pacientes estáveis, no controle da enfermidade, sendo que a troca não oferece risco algum. Aliás, essa substituição já não é mais questão ética, é científica e regulatória, uma vez que os produtos são equivalentes.

Não há dúvida alguma quanto à qualidade dos biossimilares. Há dados suficientes, obtidos por ensaios clínicos publicados em revistas internacionais, que demonstram eficácia e segurança.

Laboratório da Amgen na Califórnia (EUA): considerada uma das principais empresas de biotecnologia do mundo, a companhia lançou três biossimilares no Brasil nos últimos dois anosAmgen/Divulgação

Quais doenças podem ser tratadas com biossimilares?
Atualmente, pacientes com patologias diversas podem se beneficiar do tratamento com os biossimilares, entre elas, portadores de doenças crônicas, como diabetes, anemias e doenças autoimunes [artrite reumatoide, espondilite anquilosante e artrite psoriásica]. Também é largamente usado nas doenças inflamatórias intestinais, com destaque para a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa. Na oncologia, tem seu uso difundido em algumas neoplasias, como o câncer de mama e o câncer gástrico, e na hematologia, para certos tipos de linfoma. Mas a tendência é que logo surjam biossimilares de outras moléculas, permitindo que possamos tratar diversas doenças com essas drogas, mais acessíveis.

Em outubro, celebra-se o Dia Mundial da Artrite Reumatoide e da Psoríase, doenças que podem ser tratadas com medicamentos biossimilares. Como o senhor avalia o cenário destas doenças depois da chegada dessa classe de medicamentos?
Tanto a artrite reumatoide quanto a psoríase são doenças autoimunes, capazes de diminuir, e muito, a qualidade de vida do paciente. Felizmente, hoje temos medicamentos biológicos que agem diretamente contra intermediários da resposta inflamatória.

A chegada desses medicamentos foi um divisor de águas no tratamento dessas enfermidades, e como os biossimilares são capazes entregar a mesma resposta clínica, é possível tratar um maior número de pacientes. A possibilidade de ampliar a acessibilidade aos tratamentos é fundamental para a população.

Quais sãos os critérios que o senhor avalia para escolha de um biossimilar?
Todos os biossimilares que entraram no Brasil são de qualidade e não há diferença em relação à eficácia e segurança, quando comparados com as moléculas originadoras. Esse rigor e segurança se devem à Resolução RDC nº 55, de 16 de dezembro de 2010, que trata do registro de biossimilares no país.

Essa foi a primeira regulação dessa classe de medicamentos da América Latina, e garantiu que nenhum produto de má qualidade entre em território nacional. Temos produtos lançados por grandes companhias internacionais, como a Amgen, comprometidas com o desenvolvimento de biossimilares dentro do Brasil.

Qual o seu principal conselho para médicos a respeito do uso e adoção dos biossimilares?
O processo de regulamentação do medicamento biossimilar no Brasil existe desde 2010, sendo que o registro do primeiro biossimilar ocorreu em 2015. Desde então, o número e os estudos científicos com essa classe de medicamento vêm crescendo com grande quantidade de evidências pré-clínicas, clínicas e do mundo real, confirmando qualidade, eficácia e segurança em relação ao medicamento biológico originador. Embora a maioria dos médicos esteja ciente da existência dos medicamentos biossimilares, às vezes podem existir lacunas de conhecimento em relação à eficácia e segurança dessas moléculas, o que pode levar a incertezas quanto ao seu uso na prática clínica diária.

O conhecimento, a compreensão e a percepção do paciente sobre os biossimilares também desempenham um papel importante no que diz respeito à aceitação e aos resultados do tratamento e cabe também ao médico esclarecer e desmistificar possíveis dúvidas existentes. Os pacientes que conhecem os biossimilares tendem a ter percepções mais positivas do que os pacientes que os desconhecem. Portanto, a baixa consciência e os equívocos sobre os medicamentos biossimilares podem criar, ou ampliar, lacunas nas percepções do médico e do paciente, impactando assim o seu uso.

Muitos países encorajam a mudança para a adoção dos biossimilares e essas mudanças, em geral, são lideradas por médicos. Nos mercados europeus, a adoção de biossimilares chega próxima aos 50% em volume em todas as moléculas. Em virtude de um comportamento próprio, no Brasil, além do setor privado, vemos um aumento das compras no SUS.

Pensando na sustentabilidade do sistema, do total investido em medicamentos hoje no Brasil, cerca de 60% são em medicamentos biológicos. Os biossimilares existem porque podem reduzir custos, tanto para os pacientes quanto para todo o sistema de saúde, promovendo assim possibilidades reais de acesso aos pacientes. Portanto, estudem, informem-se sobre os dados e conheçam melhor esses produtos. Com informação, fica evidente a qualidade dos biossimilares e a partir daí, com confiança, lutem para melhorar a regulação interna no Brasil.

Unidade da Amgen em Thousand Oaks, na Califórnia (EUA)Amgen/Divulgação

Referências:
1 – http://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/8250/1/TD_2356.pdf

Material informativo e institucional sobre a Amgen Brasil destinado ao público leigo.
Código de aprovação: SC-IC-NP-00251

Source link

Source link

Read More

Uber dá descontos de até 50% em viagens; veja como aproveitar

A Uber preparou descontos de até 50% para usuários que desejam utilizar os serviços do aplicativo em um esquenta especial para a Black Friday — que neste ano acontece em 26 de novembro. As promoções são válidas a partir desta sexta-feira, 29.

A ação promocional da Uber promove uma interação entre todos os serviços da plataforma, inclusive os de alimentação.

Como ter descontos de até 50% na Uber

Para ter direito aos descontos, os interessados devem fazer um pedido pelo Uber Eats, de entrega de refeições. Quem pedir pelo aplicativo pela primeira vez receberá um cupom de R$30. O objetivo é ajudar novos compradores a terem acesso a promoções feitas por restaurantes selecionados ao longo de todo o mês de novembro.

Além do cupom em restaurantes, ao fazero primeiro pedido pelo Uber Eats, o usuário também receberá descontos de 20% na próxima viagem de carro, nas categorias UberX e Uber Promo. Os descontos são limitados a R$10 e serão aplicados automaticamente.

O mesmo desconto vai ser oferecido após qualquer compra de mercado no aplicativo Uber Eats ou Cornershop . No entanto, qualquer pedido vale uma viagem com desconto, e não apenas o primeiro feito pelo app.

Para os membros do Uber Pass, clube de assinatura, os descontos nas viagens pelo aplicativo chegam a 50%, limitados a R$ 15.  

Durante o mês de novembro, novas promoções e condições de compra serão anunciadas para usuários atuais e novos clientes, segundo a Uber..

 

 

Fonte

Source link

Read More

Xiaomi entra no mercado de tablets no Brasil e lança celular com 5G

A chinesa Xiaomi anunciou hoje a sua entrada no segmento de tablets no mercado brasileiro. A empresa traz ao país o modelo chamado Pad 5, que compete contra o iPad, da Apple. O aparelho é voltado a consumidores que buscam um dispositivo que possa ser usado para a produtividade e para o entretenimento, segundo a empresa, podendo até mesmo ser um substituto do notebook. 

O aparelho tem tela de 11 polegadas (WQHD+ de 120 Hz de taxa de atualização de imagem) e quatro caixas de som com tecnologia Dolby Atmos para reprodução de vídeos e músicas.  O sistema operacional Android, que vem no dispositivo, tem a interface chamada Mi UI, da própria Xiaomi, que permite, por exemplo, o uso de dois aplicativos ao mesmo tempo. 

A câmera traseira é de 13 megapixels e a frontal é de 8 megapixels (Full HD). A câmera principal foi pensada para ser funcional, especialmente, para registros rápidos ou digitalização de documentos, enquanto a dianteira foi pensada para videochamadas.

  • Não perca as últimas tendências do mercado de tecnologia: assine a EXAME por menos de R$ 0,37 e receba notícias em primeira mão.

O tablet tem processador da Qualcomm, modelo Snapdragon 860, o mesmo utilizado no celular gamer Poco X3 Pro. Para compor o combo de desempenho, o aparelho tem RAM de 6 GB. Já a memória de armazenamento é de 128 GB. 

Para oferecer até 16h para reprodução de vídeos, 20h de leitura ou 10h de jogos, o Pad 5 tem bateria com capacidade de 8,720 mAh. O preço sugerido do aparelho é de 4.299 reais.

“Em primeiro lugar, este é um momento global no qual a Xiaomi passa a focar na linha de tablets. Em segundo lugar, o Brasil é um mercado em potencial para esse tipo de tablet, voltado ao trabalho, mas que possa, também, desempenhar diversas funções. Esse é um produto que pode substituir um notebook pesado e que tem bateria que dura pouco. Ele é do tamanho de um livro, super leve e tem bateria para um dia todo”, afirma Luciano Barbosa, líder da operação da Xiaomi no Brasil, em entrevista para a EXAME

Com vendas para o setor público em alta, o mercado de tablets registrou um crescimento explosivo no primeiro trimestre de 2021, ante o mesmo período no ano passado. De acordo com a consultoria americana IDC, o setor teve crescimento nas vendas de 52,3%, enquanto a receita teve salto de 149,5% e chegou a 964.200 reais. Dessa quantia, 572.200 reais vieram de vendas no varejo e 391.900 reais foram referentes às vendas no setor corporativo.

Xiaomi 11 Lite 5G 

O smartphone chamado Xiaomi 11 Lite 5G é o primeiro da linha Lite compatível com a internet móvel 5G da fabricante no Brasil. 

O aparelho tem câmera tripla, sendo a principal de 64 megapixels e as adicionais são telefoto (zoom) e ultra-wide. No software, o celular também conta com o modo noturno para melhoria de imagens, como na grande maioria dos dispositivos de outras marcas. A câmera dianteira tem 20 megapixels e recursos de inteligência artificial para embelezamento de pele do usuário.

Xiaomi 11 Lite 5G: smartphone tem processador Snapdragon 778GXiaomi/Divulgação

O smartphone será vendido em cores preto, branco e azul. O corpo do produto tem 6,81 milímetros e chega a ser mais fino do que um lápis. Seu peso é de 158 gramas. O acabamento da pintura do produto é fosca para reduzir marcas de impressões digitais do usuário no manuseio diário. 

Por dentro, o aparelho tem o processador Snapdragon 778G, que viabiliza, por exemplo, o uso de dois chips de telefonia 5G. A bateria tem capacidade de 4250 mAh, carregador de 33 watts na caixa. O smartphone vai de zero a 100% da carga em 55 minutos carregando na tomada.

O Xiaomi 11 Lite 5G será vendido com 6 GB de RAM e 128 GB de memória por 3.999 reais.

De acordo com Barbosa, o grande volume de procura e vendas para a Xiaomi tem sido de aparelhos com até 128 GB de memória. “Buscamos o modelo mais bem encaixado no mercado para atingir o maior público possível. Vamos observar o comportamento do consumidor e avaliar a versão de 256 GB. Fora isso, queríamos um produto que não ultrapasse a casa dos 4 mil reais”, afirma. 

Fones de ouvido

A Xiaomi lança também hoje os fones de ouvido Redmi Buds 3 Pro. Os fones contam com seis microfones para captação da voz e para realização do processo de cancelamento de ruídos externos. Ele tem três modos de cancelamento de ruído: leve, forte e um terceiro modo que, na verdade, amplifica sons externos.

Redmi Buds 3 Pro: fones de ouvido da Xiaomi têm tecnologia de cancelamento de ruídoXiaomi/Divulgação

O produto pode se conectar a dois aparelhos ao mesmo tempo, graças ao padrão Bluetooth 5.2, e trocar o pareamento automaticamente quando o usuário inicia a reprodução de algum som em um dos seus dispositivos conectados. Via software nos aparelhos da mesma marca, a transição da conexão do acessório é facilitada. O preço sugerido dos novos fones da Xiaomi no Brasil é de 899 reais.

Source link

Read More

Pesquisa revela o que os colaboradores pensam sobre a volta ao escritório

São Paulo, SP 28/10/2021 –

Seis em cada 10 profissionais acham justo que quem segue em home office tenha menos acesso a aumento de salário e promoções do que as pessoas que aceitam retornar à sede da organização

A pesquisa Return to Work Report, feita com mais de duas mil pessoas entrevistadas, revelou que dentre as que estão trabalhando de casa, na modalidade home office, menos de 1 em cada 5 pessoas desejam retornar completamente ao escritório da empresa. A pesquisa descobriu, ainda, que na hora de escolher um futuro emprego, os entrevistados disseram que a aceitação do trabalho remoto era o terceiro fator mais impactante na sua decisão, após salário e carga de trabalho (horas dedicadas à empresa).

O estudo também mostrou, que uma parcela dos colaboradores apresentou visões diferentes de outros colegas entrevistados. Quase 6 em cada 10 de todos os participantes da pesquisa acreditam que seja justo que a decisão de colaboradores de permanecer em trabalho remoto traga consequências para esse grupo em comparação com quem aceitou retornar à sede da empresa. As consequências consideradas justas incluem supervisão mais estrita da liderança sobre quem está em trabalho remoto e maior dificuldade em conquistar aumentos de salários e promoções. “Uma pesquisa como essa comprova que os gestores têm de lidar com um vasto espectro de percepções – isso torna essencial conquistar habilidades para escutar o colaborador, compreendendo com precisão seus sentimentos”, reflete Vitor Simão, diretor regional da Medallia Brasil, empresa global em customer e employee experience e engajamento.

Para chegar a esses resultados, a equipe de pesquisas Sense360 By Medallia combinou dados de três fontes: dados sobre o percurso de clientes nas lojas, obtidos da geolocalização de smartphones de mais de 2 milhões de consumidores que consentiram em participar do estudo; dados sobre os gastos de mais de 5 milhões de consumidores; e dados obtidos a partir de entrevistas com 2.012 profissionais empregados em organizações. Essas informações dizem respeito aos EUA, e foram levantados em agosto de 2021.

Outras descobertas do estudo são:

• A maioria (68%) dos 2.012 entrevistados prefere uma escala flexível, com 2 ou 3 dias de ida ao trabalho por semana.
• Menos de 1 em cada 5 entrevistados acreditam que seja justo que a empresa demita ou reduza o salário dos funcionários que preferem permanecer remotos.
• Entre os colaboradores que só atuam em home office, 56% acreditam que nenhuma penalização deveria ser imposta a quem segue esse modelo.
• Dentre os que trabalham presencialmente, 2 em cada 5 observaram mudanças nas políticas de seu local de trabalho (isto é, uso de máscara, distanciamento social etc.) devido à Covid-19.

Source link

Read More

Carnaval marcará volta das megafestas de até R$ 3 milhões

Quem se divertia nas festas talvez nem imagine que o setor de eventos e entretenimento represente 13% do PIB brasileiro — ou que, no estado do Rio de Janeiro, só fique atrás de óleo e gás. E, depois de quase dois anos da pandemia, parece existir luz no fim do túnel: a agência Lorde fez um evento-teste (autorizado pela prefeitura carioca) para 4.000 pessoas no início do mês.

Aprenda como investir seu dinheiro para realizar o sonho da casa própria! Comece agora.

Todos os participantes tinham de comprovar a vacinação completa e realizar teste de covid-19 com 48 horas de antecedência nos laboratórios credenciados. Essas informações foram enviadas diretamente à organização e, depois da festa, as pessoas continuaram monitoradas por duas semanas. E somente duas pessoas foram infectadas, taxa 9,8 vezes inferior à média municipal.

“Vendemos 2.500 ingressos em 10 minutos. Então dá para dizer que as pessoas querem festas. E a experiência foi boa em vários sentidos: o faturamento foi positivo, porque a Esbórnia [carro-chefe da agência e um dos eventos mais tradicionais do setor] rende até 2,5 milhões de reais a cada edição; e ainda incentivou a vacinação”, diz Felipe Ramalho, sócio-fundador da Lorde.

Festa Esbórnia é considerada uma das três maiores do paísAgência Lorde/Divulgação

Quem vê dinheiro entrando em caixa talvez nem imagine que a agência Lorde perdeu cerca de 70% da receita neste ano — e, em 2020, foram 60%. Para aguentar o período de crise, nenhum dos sócios recebeu qualquer remuneração. Outro suspiro foi o Réveillon de Gostoso, em São Miguel do Gostoso (RN), realizado no ano passado com autorização do Supremo Tribunal Federal.

“Nossa maior preocupação foram os funcionários, que mantivemos com salário integral e com toda a equipe pelo maior tempo possível. Não fizemos nenhuma decisão abrupta. Queimamos o caixa da empresa para manter nossas obrigações com todo mundo e o pouco que entrava mantinha a gente vivo. Tivemos muitas perdas, mas ainda existimos por sermos sólidos”, diz.

Se a pandemia de covid-19 chegou de surpresa no início de 2020, já existem planos para manter os negócios funcionando caso aconteça qualquer retrocesso na evolução dos casos. Tanto que a Lorde, além dos eventos presenciais, aposta em outras duas frentes: ativações digitais com marcas e ações com influenciadores. Só que, no cenário atual, a agência aposta nas festas.

“Cerca de metade de nosso faturamento depende da Esbórnia, que completará 12 anos em 2022. É uma das três maiores festas do país em público e faturamento. Mas queremos diversificar cada vez mais e o próprio Réveillon de Gostoso deverá aumentar a participação na receita, considerando que temos acordo verbal até 2026. E criamos outras marcas, como a festa Mixed”.

Para os próximos meses, as fichas foram depositadas no Carnaval carioca, que deverá ser o maior do país, de acordo com a agência. Tanto que, na edição prevista para fevereiro do ano que vem, a festa Esbórnia deverá receber 6.000 pessoas —metade de fora do RJ — e faturar mais de 3 milhões de reais. Esse deverá ser o terceiro pilar das festividades, além da Sapucaí e dos blocos.

Imaginamos que os 2022 e 2023 serão anos muito fervorosos, com eventos e ativações. E a gente deverá ter muito trabalho por conta disso, não só com festas, mas também com grandes empresas [no portfólio da Lorde há Ambev, Coca-Cola e Mondelez]. Essa pandemia transformou nosso setor, ensinando a conciliar entretenimento com o marketing digital”, diz Ramalho.

Em números, isso significa que o faturamento da agência deverá ficar acima de 45 milhões de reais nos próximos dois anos — fruto de 25 grandes eventos que deverão reunir 35.000 pessoas e ativação de mais de 40 marcas ao longo deste período. Para ter ideia, antes da pandemia, em 2019, o Lorde fechou o balanço com faturamento de aproximadamente 20 milhões de reais.

O futuro do varejo é 100% digital? Entenda assinando a EXAME por menos de R$ 11/mês.

Source link

Read More

Tecnologia para a saúde: como o tratamento de dados ajuda a salvar vidas

As inovações tecnológicas sempre andaram de mãos dadas com a medicina. Na era digital isso não é diferente. As soluções de telemedicina, de gestão de prontuários e receitas digitais já ajuda clínicas e hospitais no mundo todo a acelerarem diagnósticos e a salvarem vidas.

Ainda assim, temos muito a avançar na incorporação das inovações da era digital para o melhoramento de processos, especialmente na ampliação da colaboração científica.

O caso da pesquisa médica

Quando pensamos em pesquisa médica, a busca por dados de qualidade ainda significa grande investimento de tempo e dinheiro na pesquisa e na replicação de dados. Isso acontece, pois não há um repositório de dados médicos centralizado e organizado para democratizar o acesso às informações científicas que podem guardar a chave para inovações importantes.

Ainda hoje, os cientistas enfrentam inúmeras burocracias para uso das informações e na requisição para acesso aos dados, ao mesmo tempo que precisam investir grandes montantes em tecnologia de processamento destes dados para seguirem em frente com estudos que almejam salvar vidas.

A Hitachi Vantara, ao lado da  American Heart Association, tem investido em uma solução direcionada para esse problema, na criação de uma plataforma capaz de automatizar o processo de busca por dados, orquestrando e sustentando um ambiente de trabalho para a pesquisa médica.

Base de dados com curadoria automática

A Plataforma de Medicina de Precisão, criada pela Hitachi Vantara e American Heart Association, é capaz de organizar e estruturar os dados médicos de acordo com vários parâmetros, como grupos de pacientes ou comorbidades.

Com um critério de pesquisa em mãos, o pesquisador pode descobrir quais conjuntos de dados são coerentes com seus objetivos de pesquisa, sejam os dados públicos ou privados. O cientista também encontra rapidamente os requisitos para uso desses dados e conta com ferramentas para dinamizar o procedimento para acessá-los.

Os conjuntos de dados são dispostos de acordo com as permissões de uso para pesquisa. Além disso, a plataforma orquestra automaticamente a gestão de pedidos de aprovação para uso de dados de acordo com as requisições do(a) médico(a), bem como o manejo de seu financiamento de pesquisa.

Em vários sentidos, essa plataforma reforça o espírito de colaboração dentro da pesquisa médica. Com uma base de dados estabelecida com segurança na nuvem, é possível trabalhar em diversas infraestruturas computacionais diferentes, compartilhando o acesso com equipes de pesquisa interdisciplinares.

Democratizando a pesquisa e acelerando a ciência

Um dos destaques da Plataforma de Medicina de Precisão é a facilidade e amplitude de acesso. Pesquisadores de qualquer país, com financiamentos baixos ou altos, trabalhando para indústria farmacêutica ou em um estudo acadêmico… Não importa, eles podem acessar os mesmos dados em uma mesma plataforma segura e na nuvem.

Existe uma revolução em andamento nesse sentido, que prioriza o desenvolvimento da medicina, ampliando o que consideramos como colaboração em escala global. Isso significa acelerar a troca de pontos de vista diversos, criando conexões múltiplas a respeito do avanço da própria medicina.

Ao diminuir os tradicionais entraves para a pesquisa médica, diminuímos o tempo de alguns procedimentos de semanas para horas ou dias. Você consegue imaginar o impacto desse tipo de aceleramento no desenvolvimento de diagnósticos, na busca de cura para doenças e no desenvolvimento de soluções de saúde a longo prazo?

O começo do futuro

A Plataforma de Medicina de Precisão é apenas um exemplo das possibilidades das inovações tecnológicas aplicadas para o desenvolvimento do futuro da ciência médica. Com o compartilhamento de dados e com uma plataforma centralizada de colaboração global, estaremos mais preparados para enfrentar em conjunto os desafios, com mais humanidade.

A Hitachi Vantara se orgulha de participar deste processo, trazendo a inovação tecnológica como o carro chefe de transformações que fazem a diferença em nosso mundo.

Referência: https://www.htworld.co.uk/interviews/hitachi-vantara-were-providing-a-platform-for-collaboration/

Sobre o executivo

Claudio Tancredi é Country Manager da Hitachi Vantara Brasil e possui mais de 20 anos de experiência em estratégias de vendas, planejamento e execução. Tancredi já trabalhou em empresas como a Oracle, SAP e HP. É graduado em engenharia mecânica, tem MBA pela FIA-USP e extensões em Vanderbilt e Cambridge.

Source link

Read More

Com minério em queda, lucro da Vale diminui no trimestre

O balanço financeiro da Vale do terceiro trimestre deste ano refletiu a queda do valor de minério de ferro, que no segundo trimestre do ano chegou a superar 200 dólares a tonelada — e garantiu fortes resultados à companhia. O preço médio de referência do minério de ferro foi de 162 a tonelada no terceiro trimestre, 19% abaixo do segundo, mas 27% acima do terceiro trimestre de 2020.

No terceiro trimeste, o lucro da mineradora caiu para 3,8 bilhões de dólares. No meses anteriores, ele tinha sido de 7,5 bilhões de dólares. A Vale reportou também um EBITDA ajustado de 7,1 bilhões de dólares. O valor é 4,1 bilhões de dólares inferior ao segundo trimestre.

Apesar da queda do lucro, a geração de caixa no trimestre atingiu 7,7 bilhões de dólares, 1,2 bilhões acima do segundo trimestre.

Na divulgação do balanço financeiro, a empresa também comunicou que fará um novo programa de recompra de até 200 milhões de ações, equivalente a 4,1% das ações atualmente em circulação da empresa.

Source link

Read More