‘Há demanda e o mercado está aquecido’, diz diretor da American Airlines

Não foram apenas os turistas brasileiros que gostaram da abertura de fronteira nos Estados Unidos: a American Airlines antecipou para novembro os voos que estavam previstos somente para 2022. E, com isso, a companhia aérea chegará a até 38 frequências semanais em dezembro – incluindo rotas sazonais, como Rio de Janeiro a Nova York, e novas saídas diárias à América do Norte.

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“Nós temos 16 voos semanais entre Brasil e EUA, além de sermos os únicos com trajeto desde o Rio de Janeiro. Claro que já existia alguma previsão de retomar as frequências em dezembro e março do ano que vem, mas há demanda reprimida e o mercado está aquecido. Então, posso dizer que não foi algo que estava programado”, diz Alexandre Cavalcanti, diretor de vendas da empresa.

Como resultado das mudanças, a American Airlines dobrará a capacidade de assentos em dezembro quando comparado ao mesmo mês de 2020. Mas vale lembrar que, apesar das restrições de entrada nos Estados Unidos, a companhia não deixou de operar rotas brasileiras – por conta de clientes com dupla cidadania, por exemplo – e até reabriu a sala VIP de São Paulo em abril de 2020.

“Mesmo durante a crise, diziam que havia demanda reprimida. E pudemos comprovar isso em duas situações: primeiro, tivemos um erro de sistema que deixou a tarifa muito abaixo do normal; depois, houve má-interpretação dos clientes em relação a uma nota do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC). Os aumentos nas vendas foram instantâneos”, diz.

Alexandre Cavalcanti, diretor de vendas da American Airlines para Brasil e UruguaiAmerican Airlines/Divulgação

Essa retomada só não voltou totalmente ao normal por conta dos gargalos na emissão dos vistos, já que o serviço consular norte-americano está com filas de até um ano, dependendo da situação. Mas Cavalcanti acredita que a situação será regularizada nos próximos meses, à medida que os processos forem realizados, já que foram contratados novos funcionários para suprir a demanda.

“Não dá para dizer que essa questão [dos vistos] não nos afeta, mas é difícil saber quanto. Por outro lado, o dólar valorizado, por exemplo, não nos preocupa. Porque o patamar atual pode mudar o tipo de consumo dos brasileiros em viagens, como padrão do hotel ou tipo de compras feitas no exterior, mas não faz repensar a viagem que estava programa. Pior seria ter oscilações”, afirma.

Caso as previsões do diretor de vendas se concretizem – e os brasileiros mantenham o entusiasmo –, o nosso mercado poderá retomar o papel de importância (e volume) que tinha para a companhia no pré-pandemia. Nos últimos meses, enquanto o Brasil perdeu frequências por conta da pandemia, os países do Caribe se tornaram os destinos internacionais da American Airlines na região.

“Sabemos que a estabilização será gradativa, porque precisa incluir o nicho corporativo. É o pedaço que falta no quebra-cabeça. Mas já vemos bons sinais de retomada, principalmente pelas empresas brasileiras, que devem voltar com viagens corporativas antes das grandes globais. Então, veremos o primeiro impacto positivo no próximo ano, mais ainda falta a parcela mais global”, diz.

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Startup Memed, de prescrições digitais, finaliza captação de R$ 100 mi

A startup focada em saúde (no jargão, healthtech) Memed finalizou nesta sexta-feira uma nova rodada de captação, no valor de R$100 milhões. De acordo com comunicado enviado pela empresa, a captação contou com três investidores principais: a DNA Capital, a Temasek, empresa global de investimentos de Singapura, e a Fit Participações. Além deles, outros investidores institucionais também participaram da captação, não revelados pela empresa.

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O  movimento reflete a continuação de uma estratégia anunciada em junho de 2021, quando a DNA Capital, gestores de venture capital focada no setor de saúde, levantou um fundo exclusivo para adquirir o controle da empresa. Com o aporte foi de R$ 300 milhões, e os sócios-fundadores deixaram o dia-a-dia da operação para se dedicar a um comitê executivo.

A ideia é que os novos recursos sejam utilizados em conjunto com o primeiro aporte da DNA Capital, com foco em acelerar o crescimento da empresa. A maior parte dos recursos deve ser alocada para desenvolver áreas de produto, tecnologia e inteligências clínicas, com foco em melhorar a experiência de usuários finais e de empresas que contratam a Memed. Seguindo os planos anunciados em junho, a empresa deve disponibilizar aos clientes um marketplace de medicamentos e exames.

“Fico feliz com esse novo round, pois nos permite gerar ainda mais valor para todos os nossos parceiros, sejam médicos, operadoras, seguradoras, cooperativas, autogestoras, hospitais, players de telemedicina e prontuários eletrônicos, bem como para os mais de 2,2 milhões de pacientes únicos que se beneficiam da tecnologia da Memed todos os meses, seja para compra de medicamentos ou para agendamento de exames” diz Joel Rennó Jr, CEO da Memed, no documento. 

Nos últimos 12 meses, a Memed gerou um volume total de 28 milhões de prescrições médicas digitais e seu time conta hoje com mais de 150 colaboradores – quatro vezes maior que no primeiro trimestre deste ano. Por enquanto, o investimento está sujeito à aprovação das entidades reguladoras.

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Saci faz “garotices” em homenagem da Garoto ao folclore brasileiro

O Dia do Saci é celebrado no próximo dia 31 de outubro como forma de reconhecer o folclore nacional. Fazendo parte da história dos brasileiros há 92 anos, a Garoto se junta a esse movimento com irreverência e bom humor, promovendo situações divertidas em que o ser mitológico se encontra com o personagem da Garoto. […]

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Dia Mundial do AVC: Saiba como se prevenir da doença

O Dia Mundial do AVC (Acidente Vascular Cerebral) foi instituído no dia 29 de outubro, com o objetivo de chamar atenção para o aumento do número de casos e a importância da prevenção da doença. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de seis milhões de mortes por AVC são registradas por ano em todo o mundo e, em países em desenvolvimento, esta é a segunda maior causa de mortes. No Brasil, é a maior responsável por incapacidade e está relacionada a 40% dos casos de aposentadoria precoce.

O clínico geral e intensivista da Casa de Saúde São José (Rede Santa Catarina), Guilherme Penna, listou para à Bússola as principais dúvidas relacionadas à condição, conhecida popularmente como derrame.

Como identificar se uma pessoa está tendo um AVC? 

Perda de força ou de sensibilidade em um dos lados do corpo, fala arrastada e boca torta são os sintomas mais comuns e é preciso buscar com urgência um serviço médico.

“Em um acidente vascular cerebral isquêmico, que é o tipo mais frequente, há obstrução do fluxo sanguíneo em um vaso do cérebro, causando falta de oxigenação. Por isso, alguma parte do corpo será afetada, de acordo com a região cerebral”, afirma Penna.

O diagnóstico precoce e o início rápido do tratamento são essenciais para aumentar as chances de recuperação plena do paciente? 

O médico reforça a importância de se buscar rapidamente um hospital, pois a eficácia do tratamento, seja via remédio trombolítico para dissolver a obstrução ou com a realização de um cateterismo, precisam ser feitos em um curto espaço de tempo após o AVC.

“Isso melhora a sobrevida do paciente e reduz as chances de um déficit neurológico, o que pode levar a uma eventual incapacidade”, afirma.

A idade e o histórico familiar do paciente são os únicos fatores de risco a serem observados? 

Penna explica que há fatores não modificáveis, como idade, genética, sexo e raça (homens e pessoas negras têm maior chance de ter um AVC). Mas, na prevenção da doença, devemos estar atentos também aos elementos de risco modificáveis, como pressão alta, diabetes, colesterol, tabagismo e sedentarismo. Segundo ele, a recomendação é para que todos façam pelo menos 150 minutos de atividades físicas por semana, além de evitar consumo de álcool e ter uma dieta equilibrada.

“Outros fatores de risco são gordura abdominal e apneia obstrutiva do sono”, afirma.

Todos os pacientes de grupos de risco devem fazer uso de aspirina como prevenção?

Não. O clínico geral afirma que essa conduta é indicada apenas para pacientes que já tiveram um AVC como forma de evitar um novo episódio. Para quem nunca teve a doença, o uso do medicamento não é recomendado, com exceção de casos individualizados, de acordo com orientação médica e avaliação de fatores de risco.

É possível relacionar o AVC com a covid-19?

De acordo com o médico, um dos efeitos da covid-19 são eventos trombolíticos, entre eles um AVC. Porém, não é possível afirmar que, se uma pessoa tiver a doença dois ou três meses após a covid-19, a causa foi o novo coronavírus ou se está relacionada a algum outro fator de risco já existente. Segundo ele, na fase aguda da covid-19 não foi comum o registro de evolução para um AVC em pacientes internados. “Apenas 1% das pessoas hospitalizadas apresentou AVC”, diz.

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Saiba tudo sobre os direitos trabalhistas das mulheres com câncer de mama

Por meio da campanha Outubro Rosa, temos a oportunidade de dar ainda mais voz à conscientização sobre o câncer de mama. Neste mês, o principal objetivo é alertar a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Porém, é também importante olhar para outros aspectos que fazem parte desta luta.

Com a crescente inserção das mulheres no mercado de trabalho, em uma importante evolução da sociedade e sua cultura, temos um aumento da compatibilização entre tratamento médico e trabalho. Atualmente, existem leis trabalhistas que buscam garantir os direitos das mulheres que são acometidas por câncer, e reduzir os prejuízos e conflitos que podem surgir nas suas relações de trabalho.

A advogada Manoela Pascal, sócia da área Trabalhista do escritório Souto Correa Advogados, fala para à Bússola quais são os direitos trabalhistas para as mulheres em condição de câncer de mama.

  1. Quanto à prevenção da doença, a CLT garante às empregadas folgas de até três dias a cada 12 meses de trabalho para realização de exames preventivos de câncer. Essas folgas não poderão ser descontadas do salário, desde que seja devidamente comprovada a realização dos exames pela empregada;
  2. Para trabalhadoras com câncer que estejam em fase sintomática da doença, é autorizado o saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) que esteja recolhido junto à Caixa Econômica Federal, bem como o saque do Programa de Integração Social (Pis) e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). Para isso, é necessário requerer junto à Caixa o saque desses valores com apresentação de atestado e exame médico, carteira de trabalho e documento de identificação;
  3. É comum também que seja preciso parar de trabalhar durante o período de realização de tratamentos contra o câncer. Em situações como essa, a trabalhadora pode apresentar atestado médico de até 15 dias diretamente à empresa para comprovar a necessidade de seu afastamento do trabalho;
  4. Para que a trabalhadora se ausente do trabalho por período superior a 15 dias, é preciso apresentar recomendação médica a ser confirmada por perícia do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Nesse caso, se a trabalhadora contribuiu com o INSS até o momento, ela fará jus ao auxílio-doença, que é um benefício pago mensalmente durante o período em que ela está temporariamente incapaz para realizar suas atividades profissionais;
  5. Após o retorno ao trabalho, caso tenha alguma sequela ou restrição para desempenho de suas atividades, a empregada tem o direito de requerer a readequação de sua função e/ou do local de trabalho, sendo proibida a redução salarial mesmo no caso de alteração de suas funções;
  6. Por fim, a profissional vítima de câncer também possui direito à prioridade na tramitação dos processos judiciais pendentes, possibilitando que eles sejam julgados mais rapidamente. Para obter essa prioridade, o(a) advogado(a) da trabalhadora deve fazer requerimento ao juiz no próprio processo, apresentando documentação médica a fim de comprovar o diagnóstico.

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Mudança no Facebook é ‘cortina de fumaça’, dizem especialistas

O novo nome do Facebook chega em um momento em que Mark Zuckerberg vê a sua empresa em uma das piores crises de sua história, alvo de milhares de documentos vazados que mostrariam que a estratégia, nos últimos anos, foi a de crescer a qualquer custo, inclusive sobre a saúde mental de seus usuários. Assim, especialistas receberam a Meta com um certo grau de pessimismo.

Para João Vitor Rodrigues, professor de marketing digital da ESPM-Rio, o movimento tem ares de “cortina de fumaça” e pode ser pouco efetivo na relação com o público.

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“Às vezes, acontece de precisar fazer uma mudança na marca porque ela expandiu para outros segmentos. Mas, no caso do Facebook, em particular, tem muito a ver com todos os problemas. Desde o escândalo Cambridge Analytica, em 2018, com tudo o que o Facebook vem enfrentando de denúncias, essa mudança me parece uma medida oportunista”, diz ele, ao Estadão.

“Vai crescendo aos olhos da população a percepção de que cada vez mais a empresa acumula problemas e apresenta soluções aquém do que seria necessário para resolver graves questões sociais que ela vem, se não criando, alimentando”, afirma Paulo Rená, professor de direito no Centro Universitário de Brasília (UniCEUB).

Segundo Zuckerberg, a mudança era necessária para que refletisse os novos segmentos a serem explorados pela empresa, entre eles, está a criação de um universo virtual, um conceito conhecido como metaverso.

Sem peso

Rodrigues afirma que a narrativa do metaverso não tem o peso necessário para sustentar o movimento da empresa. “O Facebook está antecipando a ideia de uma mudança no projeto (com o metaverso) que não está nem muito claro sobre o que se trata. A impressão é que foi uma estratégia de desviar a atenção, e não justifica a troca do nome.”

Rená acredita que o novo nome possa ser exatamente uma ferramenta na estratégia de divulgação do metaverso.

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Consumo e inovação: tendência de redução de glúten chega até à cervejinha

Os brasileiros estão mais cuidadosos e procurando alternativas para a sua alimentação. Pesquisa realizada no fim de 2020, com 1 000 entrevistados, pela consultoria RG Nutri em parceria com a Tech Fit, apontou que 78% dos participantes ficaram mais atentos à alimentação e à saúde durante a pandemia, e que 53% estavam buscando mais informações sobre a função dos alimentos.

O resultado tem sido escolhas mais conscientes diante das prateleiras dos supermercados. Só no ano passado, as vendas de produtos sem glúten, com menor teor de sódio e orgânicos aumentaram 3,5% quando comparadas a 2019, atingindo a marca de 100 bilhões de reais. Os dados são da Euromonitor Internacional.

A redução no consumo de glúten, especificamente, é uma das principais tendências observadas e, ao contrário do que se pode pensar, não é impulsionada apenas pelas pessoas diagnosticadas com doença celíaca, alergia ou intolerância. É o caso da produtora executiva de audiovisual Paula Pereira Ab, de 35 anos, que passou a incorporar produtos sem a proteína à dieta. “Apesar de seguir uma alimentação equilibrada, eu observava sinais de inchaço e uma sensação de estufamento. Ao me consultar com minha médica ayurvédica e também com minha nutricionista, ambas sugeriram reduzir o consumo de glúten, que pode ser inflamatório. Foi uma mudança de hábito que fez muita diferença para mim”, conta.

O glúten e seu processo digestivo

Formado pela combinação de dois grupos de proteínas – a gliadina e a glutenina – e encontrado principalmente em grãos de trigo, cevada, centeio e aveia, o glúten é o responsável pela elasticidade adequada das massas e permite a retenção de gases produzidos durante a fermentação, contribuindo para o crescimento de pães e bolos.

O glúten possui uma estrutura complexa, por isso sua digestão tende a ser mais trabalhosa. O processo começa no estômago e segue para o intestino delgado, onde a proteína é quebrada em pequenas partes e transformada em aminoácidos. Com isso, a substância pode ser absorvida e enviada para a corrente sanguínea até chegar às células. Lá, funcionará como fonte de energia ou substrato para a produção de novas proteínas.

“Seu consumo não causa problemas para a maioria das pessoas. Porém, para quem tem doença celíaca, enfermidade autoimune que acomete 1% da população mundial, o glúten desencadeia uma reação no sistema imunológico, que ataca as vilosidades do intestino e compromete a absorção de nutrientes. Isso causa um desequilíbrio no trânsito intestinal e no estado nutricional do indivíduo, provocando sintomas como diarreia, estufamento, constipação, náuseas e vômitos”, explica Anna Carolyna Goulart Vieira, nutricionista e especialista de H&W do centro de inovação e tecnologia da Ambev.

Além dos incômodos gastrointestinais, o glúten pode ocasionar irritação na pele e inchaço da boca e da garganta – tanto para os celíacos como para os alérgicos à proteína. Ainda há o grupo com sensibilidade não celíaca ao glúten (SNCG), com um amplo espectro de manifestações indesejáveis que surgem após o consumo da substância, porém sem identificação de mecanismos alérgicos e autoimunes envolvidos, como no caso relatado por Paula Pereira Ab.

O mito da balança

Apesar de o glúten estar presente em diversos alimentos ricos em carboidratos e com elevado índice glicêmico, como pizzas, salgadinhos e doces, o risco de obesidade está relacionado ao açúcar. Logo, não adianta eliminar a proteína da dieta e manter uma alimentação de alto valor energético.

“Em muitos casos, a redução do consumo de glúten vem atrelada a uma melhora na qualidade da alimentação. Outro ponto é que, ao consumi-lo de maneira moderada, diminuímos o risco de desenvolver uma hipersensibilidade à substância”, reforça a especialista.

Brinde sem glúten

Diversas marcas têm inovado para atender à crescente demanda dos consumidores por produtos sem a proteína. A Ambev, por exemplo, identificou ao longo dos últimos anos relatos de manifestações indesejáveis causadas pela ingestão do glúten e a crescente tendência de pessoas que têm buscado adotar – seja por orientações de profissionais da saúde ou por convicções pessoais – uma dieta sem essa substância ou com uma presença menor dela.

“Reunimos um time de mestres cervejeiros e profissionais de nutrição e inovação para criar uma versão de Stella Artois que pudesse ser considerada uma cerveja sem glúten, de acordo com normas e padrões nacionais e internacionais”, conta Mariana Porto, head de marketing da marca. “A cerveja é uma das bebidas mais populares do mundo e Stella Sem Glúten é uma opção que se encaixa no estilo e hábito de pessoas que querem ingerir menos glúten sem perder ou deixar de lado o sabor, especialmente nos momentos ao redor da mesa”, explica ela.

A Stella Artois Sem Glúten utiliza os mesmos ingredientes da sua cerveja tradicional – água, malte e lúpulo. Entretanto, tecnologias de ponta aplicadas no processo de produção possibilitam a quebra da proteína do glúten sem provocar alterações no sabor ou nas características do produto.

Para garantir sua segurança, a Stella Artois Sem Glúten conta com testes com certificação internacional, que são realizados em quatro etapas diferentes entre a produção e o envase. “Elas são feitas no tanque final, antes do envase, e, em seguida, no início, meio e final do processo de engarrafamento de cada lote. O produto finalizado é analisado em laboratórios externos certificados”, explica Anna Carolyna.

Dessa forma o teor de glúten da cerveja é inferior a 20 ppm (partes por milhão). Ainda assim, portadores da doença celíaca, alérgicos e intolerantes à proteína devem sempre consultar um médico para liberar o consumo da nova versão da marca.

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Como “agregadores” podem ser uma alavanca de valor para o e-commerce?

A pandemia fez com que milhões de consumidores na América Latina fizessem suas primeiras compras online por conta da necessidade. Não à toa, somos hoje e pelos próximos 5 anos, a região que mais crescerá no mundo quando o assunto é e-commerce. Por parte dos consumidores, essa necessidade quebrou a barreira do desconhecimento e se converteu em novos hábitos, guiados pela praticidade, entregas rápidas e preços mais acessíveis. 

Ao combinar esse novo comportamento com melhorias de pagamento, logística e tendo as redes sociais dominando a atenção do consumidor, criou-se um vácuo temporal de oportunidade no qual empreendedores pudessem brigar contra os gigantes do consumo. A prateleira digital, diferente das lojas físicas, é infinita e fica a um clique de distância. Hoje, sai na frente quem desenvolve uma comunidade forte e consegue acompanhar a velocidade das mudanças culturais. 

Dito isso, é evidente que a próxima década será transformadora para as empresas que estiverem de fato preparadas. Mas, como os empreendedores podem se planejar para essa revolução? Será que estão prontos para aproveitar esse vácuo temporal de oportunidade que se abriu? 

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De hobby à venda ao Magalu: a trajetória do Jovem Nerd

“Começamos falando do mundo nerd, depois mudamos para falar sobre o mundo na visão dos nerds”, avalia Deive “Azaghal” Pavos, metade da dupla por trás do Jovem Nerd. Ao lado de Alexandre “Jovem Nerd” Ottoni, ambos se alegram ao afirmar: eles não precisam falar mais só do conteúdo dos outros.

Com quinze anos de experiência e desde abril deste ano com o apoio da Magazine Luiza, nem o céu é o limite para a empresa de conteúdo Jovem Nerd, responsável por um dos maiores podcasts do Brasil. Na última semana, o NerdCast chegou aos 800 episódios, o equivalente a 52 dias ininterruptos escutando Jovem Nerd e Azaghal, acompanhados sempre de amigos ou família, falando sobre diversos temas, que vão desde entretenimento e mundo geek até histórias pessoais e conversas sobre empreendedorismo.

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Quando fundaram o Jovem Nerd, em 2005, Deive Azaghal e Alexandre Jovem Nerd faziam as publicações para o blog durante as madrugadas, equilibrando o hobby com outros empregos. Os dois eram administrador de motel e web designer em uma empresa multimídia, respectivamente.

A dupla é conhecida por ser pioneira na produção de podcasts no Brasil porque, ainda em 2005, descobriram o formato diferenciado e começaram o NerdCast. “Nós tivemos curiosidade porque era uma nova forma de mídia. Antes, só existia o texto”, explica Azaghal. A aposta foi certeira: em 2019, foi o terceiro podcast do mundo (e o primeiro no Brasil) a ultrapassar 1 bilhão de downloads

O momento que o passatempo se tornou uma carreira veio cerca de dois anos depois, entre 2007 e 2008, com uma parceria com o portal iG. “Agora era um job, porque toda sexta-feira tinha que ter NerdCast, porque tínhamos um contador para pagar [risos]. Foi nesse momento que teve a virada de chave. Vamos ter que pagar um contador para fazer um hobby, então não vai mais ser hobby”, relembra Azaghal.

De lá para cá, o universo Jovem Nerd nunca parou de crescer: a loja virtual NerdStore, o site de notícias NerdBunker e um canal no YouTube com 2.5 milhões de inscritos e três programas semanais (NerdOffice, Sr. K e NerdPlayer) são as principais vertentes da empresa além do NerdCast.

O segredo de Jovem Nerd e Azaghal? Nunca deixe todos os ovos em uma só cesta. “Na época dos blogs, todo mundo apostava no Google Ads”, relembra Azaghal. Foi só o Google fazer algumas alterações, conta ele, que a monetização de repente despencou. “Aprendemos nesse dia que não dava para se garantir em uma só fonte de receita e precisávamos diversificar.”

São inúmeras as tentativas, erros —  a dupla já tentou ter a própria rede social, por exemplo, o que eles descrevem como uma “má leitura do mercado” — e acertos em mais de uma década de criação de conteúdo. “Parece que temos uma presença perene na internet por conta de tantas frentes diferentes, mas isso na verdade é um conjunto de muita leitura e muito teste”, disse o Jovem Nerd. “É sobre estar inserido em um mercado, estar lendo o que está acontecendo e ir testando.”

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Petrobras não persegue o lucro pelo lucro, diz presidente da estatal

A Petrobras continuará com sua disciplina de capital e adota políticas que visam os melhores retornos aos acionistas e consequentemente para a sociedade brasileira, disse o presidente da companhia, Joaquim Silva e Luna, na abertura de teleconferência com investidores nesta sexta-feira.

Ele lembrou que o Conselho de Administração da petroleira estatal aprovou na véspera mais uma antecipação de remuneração aos acionistas, somando agora 63,4 bilhões de reais referentes aos resultados de 2021, e destacou que a União, como maior acionista, ficará com grande parte dos recursos.

“Em 2021, os sólidos resultados permitirão que a sociedade brasileira, por meio da União, receba 23,3 bilhões de reais em dividendos, são recursos que ajudam a sustentar políticas públicas para todos os brasileiros e que beneficiam especialmente os mais vulneráveis”, declarou ele, comentando resultado líquido de mais de 31 bilhões de reais no terceiro trimestre.

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Os comentários foram feitos após o presidente Jair Bolsonaro afirmar na véspera que a Petrobras tem de ter um papel social e não pode ser uma empresa que dê “lucro tão alto”.

Sem mencionar Bolsonaro, que o indicou para o cargo de presidente da empresa, Luna disse que, “quanto mais saudável geradora de recursos, mais a empresa consegue devolver riquezas à sociedade em forma de tributos, para municípios, Estados e União”.

“Continuaremos atuando com disciplina de capital, investindo em ativos com altas taxas de retorno, com foco na geração de valor para a sociedade. O resultado numérico desse trabalho é traduzido em lucro”, disse Luna.

E ele acrescentou: “Mas é bom enfatizar que a Petrobras não persegue o lucro pelo lucro, o nosso objetivo é retornar valor para os nossos acionistas e para a sociedade, por meio de impostos, dividendos e geração de empregos e investimentos, que dentro do contexto da transição energética devem ser acelerados”, comentou.

Balanço da véspera indicou que a Petrobras recolheu 134,1 bilhões de reais em tributos aos cofres públicos de janeiro a setembro, alta de 43,4% ante o mesmo período do ano passado, impulsionada principalmente pelo ICMS e pelas Participações Governamentais (royalties e Participação Especial da produção de petróleo).

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