Eletrobras planeja investir R$ 8,3 bilhões em modernização

O envelhecimento de uma hidrelétrica, com desgaste das turbinas e de equipamentos instalados, afeta diretamente a sua eficiência. Ao longo da sua operação, as unidades passam a ficar mais tempo indisponíveis para fazer manutenção, afetando o volume de geração. Nos últimos anos, segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o índice de disponibilidade das hidrelétricas entre 59 MW e 699 MW diminuiu, e um dos motivos pode ser o efeito do tempo nos equipamentos.

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Além da repotenciação, que envolve aumento de capacidade instalada, esse problema pode ser resolvido com projetos de modernização que melhoram a operação da usina. “Apesar de não aumentar a potência, a modernização eleva a eficiência e faz a usina gerar mais tempo, o que é bom para o sistema”, diz o presidente da divisão Hydro da GE Renewable Energy da América Latina, Cláudio Trejger. Segundo ele, a tecnologia atual também pode melhorar o desempenho das usinas, com soluções que monitoram e permitem a operação remota.

A Eletrobras, por exemplo, tem um programa de R$ 8,3 bilhões, entre 2021 e 2025, que inclui a compra de equipamentos mais atuais e a modernização e digitalização das usinas. Os projetos incluem grandes unidades do grupo, como Paulo Afonso IV, Sobradinho, Xingó, Marimbondo, Itumbiara e Tucuruí. Em nota, a estatal afirmou que o objetivo é minimizar os riscos de interrupções na operação das hidrelétricas.

Outra que aposta na modernização é a AES Tietê. Das 9 unidades da empresa, apenas três ainda não concluíram o processo. “Ao longo do tempo, a turbina vai produzindo menos e perdendo eficiência. Com as melhorias, a usina passa a ter menos falhas e acaba gerando mais”, diz o diretor de Operações da AES Brasil, Anderson Oliveira. Segundo ele, as novas tecnologias reduzem custos e aumentam a disponibilidade da usina. “As novas turbinas têm sensores que monitoram vazamentos, vibração e tensão.”

Mudanças. Em nota, o Ministério de Minas e Energia afirma que, de acordo com o Plano Decenal de Energia, a expectativa é que a expansão hidrelétrica alcance 4,3 mil MW até 2030 com a modernização das usinas existentes. “Contudo, para isso ocorrer, é preciso evoluir a atual forma de remuneração de atributos das hidrelétricas, como a capacidade”, diz o ministério, destacando que é preciso aprimoramentos metodológicos e de desenho do mercado de acordo com os trabalhos do Comitê de Implementação da Modernização. “A reavaliação do potencial dessas usinas pode ser uma oportunidade para a indústria de hidreletricidade do País”, diz o ministério.

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Twitter pagará R$ 18 mil para quem arrumar preconceito racial de algoritmo

O Twitter está criando uma nova competição entre pesquisadores e hackers, com o objetivo de encontrar alguém capaz de corrigir o suposto preconceito racial e de gênero em seu algoritmo de corte de imagens, segundo informações do Business Insider.

A competição, que oferecerá uma recompensa de US$ 3.500 dólares (em torno de R$ 18 mil reais), quer ajuda para identificar possíveis danos que o algoritmo tenha sofrido. Além dos vencedores, os vice-campeões também serão recompensados ​​financeiramente.

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“Chamando todos os caçadores de recompensas! Acabamos de lançar todos os detalhes de nosso desafio de recompensas que está aberto até 6 de agosto”, mostra informações do site da empresa. “Com este desafio, pretendemos estabelecer um precedente no Twitter e na indústria para a identificação proativa e coletiva de danos algorítmicos”, acrescentaram.

A ação acontece depois que um grupo de pesquisadores descobriu que o algoritmo favorecia mais pessoas brancas do que pessoas negras e mais mulheres do que homens. No ano passado, o estudante de doutorado Colin Madland revelou o problema em um tweet, quando mostrou que a plataforma de vídeochamadas Zoom apagava o rosto de um homem negro quando ele usava um fundo verde.

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O vencedor do concurso também será convidado a apresentar seu trabalho no workshop DEF CON AI Village promovido pelo Twitter em agosto. “As inscrições bem-sucedidas levarão em consideração métodos quantitativos e qualitativos em sua abordagem”, afirmou a empresa.

Segundo informações do Insider, algoritmos de aprendizado de máquina, como o usado pelo Twitter, dependem de vastos conjuntos de dados. Se esses conjuntos de dados forem ponderados a favor de uma raça, gênero ou qualquer outra coisa em particular, o algoritmo resultante pode então refletir essa tendência.

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Investidores temem projeto de lei norte-americano que visa regulamentar o mercado de criptomoedas – Forbes Brasil

Reprodução/Forbes

O mercado de criptomoedas cresceu US$ 250 bilhões na última semana e está perto de bater a marca total de US$ 1,7 trilhão

Os preços das criptomoedas dispararam neste fim de semana. Na noite de ontem (31), o preço do bitcoin subiu para quase US$ 43 mil por token, seu maior valor desde meados de maio e quase US$ 10 mil a mais que semana passada. Enquanto isso, o ethereum saltou nas últimas 24 horas e bateu quase US$ 3 mil, com investidores de olho na stablecoin. O mercado como um todo cresceu US$ 250 bilhões só na última semana e agora está perto de US$ 1,7 trilhão.

Às 14h20, horário de Brasília, o BTC era cotado a US$ 41.156 (R$ 214 mil), com queda de 0,41%, e o ETH estava a US$ 2.563 (R$ 13 mil), com alta de 4,78%.

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No entanto, muitos investidores de moedas digitais estão cada vez mais nervosos com o projeto de infraestrutura bipartidário de US$ 550 bilhões, que está tramitando no legislativo dos Estados Unidos, que propõe arrecadar US$ 28 bilhões dos investidores de criptoativos.

“Esta é uma determinação profundamente equivocada que, se adotada, fará muito mais mal do que bem aos interesses dos Estados Unidos”, declara Jake Chervinsky, advogado focado em cripto, em uma longa thread no Twitter explicando como o projeto poderia impactar a crescente indústria de criptomoedas. 

O projeto de lei – que foi aprovado em votação preliminar no Senado nesta última semana – propõe tributar os lucros das criptomoedas para financiar o investimento em infraestrutura dos EUA, além de determinar a função do ‘corretor’ durante as transações de criptos e ampliar a coleta de informações dos investidores. 

“Quando alguma operação for feita, será necessário apresentar uma declaração pautada sob um regime regulatório de informações”, afirma o site Coindesk, após uma análise do projeto de lei. 

“A atualização na definição do papel do corretor pode refletir na forma como as criptos são negociadas hoje”, aponta o projeto. “A proposta ainda deixa claro que os relatórios que cada ‘corretor’ deverá apresentar serão aplicadas em todas as transferências e de acordo com o código de lei norte-americano 6045.” 

O termo corretor pode ser aplicado a mineradoras, startups de DeFi (Finanças descentralizadas, na sigla em inglês) e outros que terão que preencher diversos documentos.

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“As coisas estão indo rápido, o que pode parecer assustador”, afirma Chervinsky. “Não é preciso entrar em pânico. Este projeto não é final e ainda pode ser alterado.”

Chervinsky ainda adverte que “adotar uma regulamentação cujo cumprimento é literalmente impossível… desafia a lógica; a menos que o objetivo seja matar a indústria” e “isso pode significar uma proibição para a mineração nos EUA.”

Desde que a China se tornou mais rígida com a mineração em seu país, os Estados Unidos surgiram como um possível novo lar para muitos dos mineradores, pois, aqueles que validavam transações de criptomoedas foram expulsos do país asiático. 

No entanto, os legisladores que temem que a mineração poderia acelerar as mudanças climáticas, sinalizaram que estão insatisfeitos com o crescimento do setor nos Estados Unidos.

Especialistas estão alertando que a linguagem usada no projeto de lei corre o risco de ampliar as definições dos que fornecem software e hardware.

“Infelizmente, vimos que as categorias de pessoas são tão amplas que abrangem potencialmente aqueles que fornecem apenas software ou hardware para clientes e que não têm interferência alguma nas transações dos investidores”, tuitou Jerry Brito, diretor-executivo do centro de pesquisas sobre criptos, Coin Center. Ele também afirmou que está tentando  “consertar” a cláusula de moedas digitais presente no projeto de lei.

“Por enquanto, a sorte é que o projeto de lei não definiu uma quantidade de clientes para os mineradores”, aponta Brito. 

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Rebeca Andrade leva ouro no salto, sua 2ª medalha em Tóquio – Forbes Brasil

Lisi Niesner/Reuters

A ginasta se tornou a primeira brasileira da história a ter duas medalhas em uma mesma Olímpiada

Depois da prata no individual geral, a ginasta Rebeca Andrade conquistou a medalha de ouro na prova de salto dos Jogos Olímpicos de Tóquio hoje (1), se tornando a primeira brasileira com duas medalhas em uma mesma edição de Jogos.

Rebeca conseguiu a nota 15,083 de média, após 15,166 no primeiro salto e 15,000 no segundo. A medalha de prata ficou com a norte-americana Mykayla Skinner, que obteve 14,916, e o bronze com a sul-coreana Yeo Seojeong, com 14,733.

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“Estou muito feliz, eu trabalhei bastante durante todo esse tempo. Não foram os meus melhores saltos, eu senti na hora, mas isso é da ginástica, é do esporte, tirei nota suficiente para me dar o primeiro lugar e estou muito feliz”, disse Rebeca em entrevista na televisão logo após a cerimônia do pódio.

A brasileira ainda disputa a final do solo amanhã (2). As duas medalhas de Rebeca em Tóquio foram as primeiras da ginástica artística feminina do Brasil em Jogos Olímpicos, em conquistas históricas para o país.

“Estou bombando nas redes sociais, a galera ficou bem feliz. Mas a minha cabeça está a mesma de quando eu saí do Brasil para vir competir, totalmente concentrada, sabendo as coisas que importam e o que eu preciso fazer, para depois pensar em tudo isso que está acontecendo”, disse Rebeca, segundo nota no site do Time Brasil.

“Eu dedico a conquista da medalha de ouro a todo mundo, mas, em especial, ao meu treinador, Francisco Porath. A gente trabalhou muito e era um dos aparelhos em que eu tinha mais chance, como vocês sabem. Eu fiquei muito satisfeita. Acho que fico mais feliz com a felicidade dele do que com a própria medalha”, acrescentou ela.

Rebeca, de 22 anos, passou por uma série de lesões antes de garantir sua classificação para Tóquio. Foram três cirurgias no joelho em quatro anos, a última em meados de 2019, após romper o ligamento cruzado anterior.

“Eu passei por muita coisa e coloquei esses Jogos como objetivo, mas o meu objetivo aqui era fazer o meu melhor, era brilhar, e eu acho que eu brilhei: consegui a nossa primeira medalha olímpica em ginástica artística feminina”, afirmou ela após garantir a prata no individual geral.

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A prova de salto não contou com a presença da norte-americana Simone Biles, candidata a seis medalhas de ouro em Tóquio, que desistiu devido a problemas de saúde mental e crise de confiança. Ela deixou a prova por equipes logo após o primeiro salto, na última terça-feira (27), e não voltou mais a competir. (Com Reuters)


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Brasileiro Bruno Fratus conquista bronze nos 50m livre na natação – Forbes Brasil

Marko Djurica/Reuters

Depois de ter ficado em 4º em Londres 2012 e 6º na Rio 2016, o nadador Bruno Fratus finalmente chegou ao pódio olímpico em Tóquio

O brasileiro Bruno Fratus conquistou a medalha de bronze nos 50m livre, a segunda medalha de bronze da natação brasileira nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Fratus terminou a prova mais veloz da natação com o tempo de 21s57, atrás do norte-americano Caleb Dressel, que foi ouro com 21s07, novo recorde olímpico, e do francês Florent Manaudou, medalhista de prata com 21s55.

Fratus já havia chegado a duas finais em Jogos nos 50m livre: foi quarto colocado em Londres 2012 e sexto na Rio 2016.

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“Tudo que sou devo à natação e aos percalços que apareceram no caminho. Desde o Rio estou lidando com essa inquietude, com essa ansiedade. Dois meses depois do Rio eu estava na pior depressão da minha vida cogitando deixar a face da Terra de uma vez”, afirmou Fratus, de acordo com nota do Time Brasil.

O nadador disse que teve apoio da família, do técnico norte-americano Breatt Hawke e da esposa, Michelle Lenhardt, ex-nadadora olímpica, que também é treinadora do brasileiro e o acompanhou em Tóquio.

“Fui salvo pelo amor dos meus pais, da Michelle, do Brett. Teve amor, diálogo, compreensão. O primeiro passo para ser ajudado é querer ser ajudado”, disse ele. “Seis meses depois, eu estava com a ideia de arrebentar em todas as competições em que eu entrasse até Tóquio. Nas que não subi ao pódio foi porque me estourei de tanto treinar. Fui vítima da minha própria vontade”, afirmou o nadador.

A natação do Brasil foi responsável pela conquista de duas medalhas para o Time Brasil no Japão. Fenando Scheffer, nadando na raia 8, também ganhou um bronze nos 200m livre, com 1min44s66.

“Publicamente eu queria agradecer dois caras, um é o Cesar Cielo (campeão olímpico dos 50m livre em Pequim 2008), que mostrou que era possível anos atrás. No começo da minha carreira, se eu não tivesse tido a oportunidade de competir ao lado de quem eu acredito ser o melhor velocista da história eu não teria chegado aqui hoje”, disse Fratus.

“E agradecer ao Fernando Scheffer, que mostrou essa semana que era possível. Por várias vezes, quando eu estava ansioso, eu pensava: o Scheffão fez você pode fazer também. Eu disse uma vez que não tenho ídolo, mas vou usar essa palavra, meu ídolo, que eu cresci vendo, Fernando Scherer, que mostrou que era possível anos atrás”, completou. (Com Reuters)

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“Quero que a CNN se torne um estilo de vida”, diz a CEO Renata Afonso sobre os novos rumos da gigante de telejornalismo no Brasil – Forbes Brasil

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Renata Afonso foi anunciada como sua sucessora da presidência em abril

Inaugurada em 15 de março de 2020 graças aos esforços do empresário Rubens Menin e principalmente do jornalista Douglas Tavolaro, foi com grande surpresa que o mercado recebeu a notícia, em março de 2021, de que Tavolaro estava deixando precocemente a presidência da CNN Brasil depois de vender sua participação à família Menin.

Renata Afonso foi anunciada como sua sucessora em abril. Houve quem dissesse que a escolha de seu nome também foi uma surpresa. Nem tanto. Nos últimos 14 anos, Renata foi CEO da TV Tem, afiliada da Rede Globo presente em mais de 300 municípios paulistas, com 500 funcionários e 10 milhões de telespectadores. Desse período ela diz se orgulhar do “crescimento exponencial em todos os anos, da liderança de audiência e do nível de satisfação dos colaboradores”.

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Renata conta que conheceu Rubens durante um curso na Singularity University em 2018, na Califórnia. Um ano depois, o próprio Douglas a convidou para se juntar ao projeto da CNN brasileira, mas a oferta não a seduziu. Com a vida pessoal e profissional bem estruturada em torno da TV Tem, mantinha sua casa na capital, onde cuida dos “filhos” Lucky, Bless e Joy (três vira-latas), e ia à sede da emissora, em Sorocaba (a 101 quilômetros de São Paulo) de segunda a quinta-feira, trabalhando em home office às sextas. Estava construindo uma casa em Itu para ficar ainda mais perto do trabalho.

Com a saída de Douglas, Rubens telefonou. “Ele perguntou: ‘Como está sua vida? Está confortável?’ Respondi que sim – e percebi que isso era bom e ruim na mesma medida.” Aos 48 anos de idade e “com muito gás”, Renata se deu conta de que era hora de fechar um ciclo. O “sim” não demorou, assim como a estreia no novo endereço corporativo, agora na Avenida Paulista. “Minha primeira providência foi redistribuir as pessoas para criar um ambiente mais seguro na pandemia”, conta ela. “Quem podia trabalhar em home office foi para casa. Assim como fizemos na TV Tem desde março de 2019 – quando me chamaram de louca e depois viram que eu estava certa –, faço questão de manter os protocolos de segurança em níveis máximos.” Menin, agora dono de 100% da CNN, reconhece: “Renata é muito competente e capacitada. O mais importante nela é a retidão de caráter. Isso não tem preço”.

Sem revelar os valores a serem investidos, ela diz que recebeu a missão de “expandir e otimizar os recursos internos”. Para isso, definiu seus próximos passos: “Quero que a CNN se torne um estilo de vida. Vamos abordar novas temáticas, entrevistar celebridades… Vamos entrar na seara das soft news e, assim que possível, reforçaremos a área de eventos.”

E sobre os profetas que dizem que a TV está com os dias contados? “Não entendo isso. Conteúdos audiovisuais nunca foram tão consumidos como agora. O aparelho no qual você consome esse conteúdo é o de menos.” E conclui, metaforizando: “Talvez mude o fogão, mas a comida está cada vez melhor”.

Reportagem publicada na edição 87, lançada em maio de 2021.

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Conheça o olhar mágico do designer de móveis Fernando Jaeger – Forbes Brasil

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O designer gaúcho de 64 anos está prestes a celebrar 40 anos de carreira com o lançamento de um livro no segundo semestre

Fernando Jaeger carrega a sustentabilidade no olhar, desde sempre. Prestes a celebrar 40 anos de carreira com o lançamento de um livro no segundo semestre, o designer gaúcho de 64 anos cria parte de seus mobiliários no simples observar de sobras de uma fábrica de móveis. Restos de madeira cortados, tiras de tecido amontoadas na estante, peças esquecidas em cantos improváveis que se transformam em bancos, pufes e outros produtos entre mais de 250 comercializados em suas cinco lojas (São Paulo e Rio de Janeiro) – claro que só alguns itens nascem dessa observação despretensiosa na visita aos fornecedores. O que todos seus sofás, poltronas, mesas, cadeiras, tapetes e aparadores não sabem é que eles estiveram perto de não existir. Fernando estava no Rio de Janeiro decidido a cursar medicina, era inclusive essa a expectativa da família em Santa Cruz do Sul (150 km a oeste de Porto Alegre) – para ser motivo de orgulho, eram duas opções: ser médico ou gerente do Banco do Brasil. Foi então que ele soube que existia um curso de design industrial – e não titubeou ao preencher o formulário do vestibular para a Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Com a bagagem de quem passou a vida em escola pública, Fernando conseguiu uma das 30 vagas disponíveis. O homem que viria a se transformar em um dos designers de móveis mais consagrados do país foi uma decepção para a família, que nem sabia o que era aquele negócio que ele iria estudar por cinco anos. Hoje, ele vive em São Paulo, ao lado da arquiteta Yáskara – e, se a marca FJ tivesse três letras, certamente a terceira seria Y, graças à efetiva participação dessa paulista de Penápolis na escalada de sucesso de Fernando Jaeger. Além de sócia e parceira de vida, ela faz a direção de criação das estampas, desenha os tapetes, escolhe tecidos, cores e acabamentos das peças projetadas pelo marido, além da ambientação e decoração das lojas. O casal, que se conheceu durante os estudos no Rio de Janeiro, mora com o filho caçula Theo, artista plástico de 24 anos. Os filhos mais velhos (Felipe, de 36 anos, e Marina, de 32) não moram na mesma casa na Vila Pompeia, onde estão desde 1996, mas trabalham na empresa familiar. O lar também conta com a presença dos cães Akira (da raça shiba inu) e Max (spitz alemão). A seguir, trechos da entrevista virtual com Fernando, que, se tivesse sido feita em dias normais, aconteceria no quintal de 700 metros quadrados, onde ele adora cozinhar e cuidar do jardim, com árvores, plantas, horta de temperos – uma floresta, nas palavras do dono.

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Forbes: Por que pensou em fazer medicina e mudou de ideia na hora do vestibular?

Fernando Jaeger: Desde pequeno, sempre desenhei muito. Bastava um lápis e um papel para me fazer voar… Era uma forma de expressão – e de sonho. O fato é que eu já fazia design de produto, pois desenhava moto, mandava para revista especializada para conseguir estágio, mas não tinha a menor ideia do que era design. Também era louco por avião, queria ser piloto, mas não consegui passar no exame. As pessoas falavam que eu deveria fazer arquitetura, mas não queria desenhar casa e prédio… Então, como gostava de ciência, botânica, zoologia, e medicina era uma carreira respeitada, cheguei ao Rio de Janeiro com isso em mente. Daí, descobri o curso de desenho industrial – mudei na hora.

F: Como foi o começo da vida em Santa Cruz do Sul?

FJ: Meu pai era eletricista autônomo e, ainda jovem, teve um AVC, ficou impossibilitado de trabalhar. Minha mãe faleceu quando eu ainda era bebê, tinha 1 ano e meio. Fui criado pela minha madrasta. Passamos perrengue. Só não passamos fome porque era casa própria, tinha galinheiro, horta, pomar. Mas andei de sapato furado, e só tinha um casaco. Ganhava roupas usadas. Foi uma infância típica de cidade do interior: muita brincadeira na rua, banho de rio, fogueira de São João, subir em árvores para apanhar frutas e soltar pandorgas (como se chamam as pipas no Rio Grande do Sul). É uma cidade fundada por imigrantes alemães, como grande parte da minha família. Há racionalidade do uso, não desperdiçar, ser empreendedor. No Sul, as pessoas têm coragem, são destemidas. Em outras partes do Brasil, sinto o freio de mão mais puxado.

F: Até que idade ficou na cidade? Por que saiu?

FJ: Até os 18 anos, quando concluí o Científico, o equivalente ao ensino médio atual. Em cidade do interior, não tem muita oportunidade. Lá, era produção de tabaco. Com 16, consegui uma vaga para trabalhar como auxiliar de escritório numa loja de ferragens, mas até para isso você precisa de alguém conhecido para indicar. Quando surgiu a oportunidade de morar com meu irmão que estava no Rio de Janeiro, catei minhas coisas e fui embora. Fiquei no Rio de 1975 a 1983.

F: Foi na faculdade que decidiu seguir como designer de móveis?

FJ: A faculdade me deu uma visão mais social do design. Projetar equipamento urbano para população. Tanto que me identifiquei muito com Lina Bo Bardi [1914-1992], quando mudei para São Paulo, e o primeiro lugar que eu e minha mulher visitamos foi o Sesc Pompeia. Como Lina é genial, uma arquiteta para o público em geral, do mais pobre ao mais rico, sem ser elitista. Essa noção foi importante na faculdade. Sobre ser designer de móveis, não tinha essa expectativa durante o curso. Mas, logo que me formei, uma semana depois, surgiu um anúncio no JB [Jornal do Brasil] de uma empresa de móveis procurando um designer. Fui lá e, por incrível que pareça, consegui a vaga.

F: Qual foi o primeiro emprego na área?

FJ: Consegui emprego na Phenix, uma indústria que estava em formação no subúrbio do Rio de Janeiro, o dono da empresa tinha uma loja de colchões, herdada do pai. Vivíamos numa ditadura, os móveis eram clássicos, coloniais… Mas a coisa estava começando a aliviar, então, apareceram novas lojas, entre elas a Tok Stok, com móveis coloridos e de madeira clara. Foi um sopro de novidades. O dono da empresa onde consegui o emprego teve uma visão bacana, queria ter a linha dele. Eu era absolutamente inexperiente, ele perguntou para mim se entendia de móveis, disse que não, mas que iria pesquisar… Mais para frente perguntei por que me contratou e ele disse que tinha gostado muito da minha sinceridade. Não sou místico, mas a providência se move quando você tem uma vontade, um objetivo.

F: Qual foi a primeira peça que você fez?

FJ: Foi toda uma linha de móveis tubulares coloridos, com madeira clara, que era a tendência. A linha foi lançada com a grife Pierre Cardin. Essa experiência, de trabalhar dentro de uma indústria, cuidando de todos os processos, norteou minha carreira de designer, com foco na produção industrial seriada. Fiquei dois anos e oito meses nessa empresa.

F: Foi daí que veio para São Paulo?

FJ: Sim. Saí da Phenix e vim para São Paulo trabalhar na Freudenberg, uma empresa alemã que abastecia indústrias moveleiras com matérias-primas provenientes de reflorestamento. Madeira de pinus, sustentável, mas, na época, nem se falava em sustentabilidade. Graças a ela, conheci todos os grandes centros moveleiros do Brasil. A Serra Gaúcha; São Bento do Sul, em Santa Catarina; Mirassol e São José do Rio Preto, no interior de São Paulo… Pude constatar que, apesar de muitas indústrias serem enormes e bem equipadas, elas não tinham nenhuma cultura do design. Produziam cópias de desenho pobre, repetitivo e de mau gosto. Por outro lado, estava surgindo um varejo focado em design contemporâneo, ávido por novos produtos e fornecedores. Daí tive a ideia de, em vez de vender projetos para as indústrias – que não os valorizavam –, fazer um trabalho mais complexo, compreendendo o projeto, a implantação em fábricas e a colocação no mercado, fechando todo o ciclo. Pedi demissão depois de um ano, meu pai e meu sogro falaram que eu era louco, mas o ambiente estava estranho… A empresa foi vendida após dois meses. Saí na hora certa. Eu desenvolvi o meu design por cerca de 15 anos. A Cama Patente e o Sofá Chesterfield foram as primeiras peças e depois vieram várias outras, totalizando 65 modelos em linha. Meu primeiro “mini” show room foi numa casa geminada na rua Cotoxó, no ano de 1994.

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Fernando põe a mão na massa durante visita à fábrica.

F: Como funciona seu processo criativo?

FJ: Tem vezes que estou folhando uma revista, vejo uma coisa e penso em outra. Faço croquis, mas não uso cadernos, que isso me trava. Pego papel reciclado já usado, uso o verso, desenho a lápis. É meu lado ger-mânico. Algumas ficam ali, numa pasta, maturando. Outras já rolam de cara. Há também as peças que crio dependendo da demanda das lojas – de repente, o briefing mercadológico é que precisamos pensar em um sofá novo. Estamos atentos ao que é mais tendência, mas não ligo para modismo. Ou a gente [Fernando e Yáskara] pega o carro, coisa que adoramos, vamos até o Sul, parando, entrando nas fábricas, vendo sobras de madeira que vão ser queimadas. Já bolei peças nas fábricas.

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F: Quais são suas principais referências no design?

FJ: Bauhaus [escola alemã de arte vanguardista] é a mais antiga, da década de 1920. Depois, tem os nórdicos dos anos 1940 e 1950, Finn Juhl [dinamarquês, 1912-1989], Hans Wegner [dinamarquês, 1914-2007] e o casal [norte-americano] Charles Eames [1907-1978] e Ray [Kaiser Eames, 1912-1988, criadores de peças icônicas como a Eames Lounge Chair] – costumo dizer que eu e Yáskara somos uma reedição brasileira dos dois. Eu me identifico muito com os nórdicos, pois eles têm a síntese do design, são muito depurados – não gosto de pôr um douradinho aqui, um couro ali, só pra valorizar o que é ruim na essência. O bom design é aquele bem depurado. Entre os brasileiros, Sérgio Rodrigues [carioca, 1927-2014], que era muito gente boa, não era estrela e que conheço da época da Phenix, pois ele fez o estande dos móveis Pierre Cardin para o lançamento no Anhembi.

F: Na caminhada de 40 anos de trabalho, quais são seus produtos mais emblemáticos?

FJ: Produtos de bom design atravessam o tempo. Um exemplo é a Cadeira e a Poltrona de Spaghetti, que têm a idade da minha filha, desenhei em 1989, elas estão em linha desde então, e sempre vendeu muito bem. Outro destaque é a Poltrona Zé: sofisticada e de difícil execução. Mas nunca desenhei uma peça e depois saí atrás de alguém para produzir. Sempre faço uma coisa sabendo quem vai fazer. Conheço os maquinários, sei o que é possível. Meu design é muito racional, já é direcionado desde o início. A criação da Mesa Saturno também está ligada a um fornecedor que conheci há mais dez anos e tinha uma máquina com comando eletrônico para cortar as elipses em diversos tamanhos. Temos também exemplos de móveis criados para a nossa casa e que entraram na linha de produção, como a Poltrona Astor. Outros exemplos de peças que nasceram de sobras de madeira de laminação são a Mesa Paralelo e o Sofá Gávea. Com a cadeira Ox, de assento de couro de vaca e madeira de eucalipto – ainda inédita na produção de móveis seriados –, ganhei o prêmio Movesp Ibama, em 1992, como melhor produto com madeiras alternativas.

F: Quais são seus outros interesses além do trabalho?

FJ: Tenho academia no quintal, malho, faço jardinagem, que é um exercício bom, vou mexer nas plantas, faço um monte de coisa e parece que não fiz nada! [risos] Gosto de cozinhar, fazer pizza e churrasco no quintal de casa, beber um bom vinho. Yáskara também gosta de cozinhar. Adoramos viajar, dentro e fora do Brasil. Há dois anos compramos uma das casas mais antigas na parte alta do condomínio Outeiro das Brisas, na Bahia [praia vizinha à do Espelho]. Já fomos muito para a Pousada do Toque, em São Miguel dos Milagres [Alagoas]. Na América do Sul, acho que nunca tirei tanta foto como no Deserto de Atacama [norte do Chile] – ficamos no hotel explora. Na Europa, gostamos muito da Itália, já fomos várias vezes. Na África, fazer safári em jipes abertos é demais – estivemos na África do Sul. Agora, queremos ir à Patagônia, visitar Torres del Paine [extremo sul do Chile]. Quando for possível voltar a viver como se deve.

Confira, na galeria abaixo, alguns trabalhos de Jaegger:

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Reportagem publicada na edição 87, lançada em maio de 2021.

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A inteligência artificial permitirá que os humanos sejam mais humanos

O futuro é algo intrigante. Desde os primórdios da humanidade tentamos prever o que virá depois, isso é fato. Seja observando os movimentos das estrelas, ou quem sabe consultando um “profeta”, vide Nostradamus, a sociedade sempre se preocupou com o que não sabe e não consegue controlar. Mas, o que isso tem a ver com inteligência artificial e processos de automação de trabalho? Ora, tudo!

Quando presenciamos a primeira grande revolução industrial, com todos aqueles avanços tecnológicos e a substituição de trabalhadores por máquinas, as pessoas já se perguntavam “e agora? Será esse o destino da humanidade?”, um questionamento, por sinal, que perdura até os dias atuais. Para os não tão amantes da tecnologia, uma notícia: sim, esse é o destino da humanidade, e será cada vez mais. 

De fato, os robôs substituirão os humanos em muitos trabalhos e tarefas. E aqui estou sendo um pouco generalista, mas você pode chamar de Inteligência Artificial ou Machine Learning, ou todo software que foi desenvolvido para aprender a partir de observações baseadas em dados. Cada vez mais, empresas e fábricas implantam essas tecnologias, acionadas por algoritmos inteligentes e que “trabalham” lado a lado das pessoas. Uma das maiores referências de Inteligência Artificial no mundo, Andrew Ng, prevê que o avanço da IA tem potencial para adicionar mais de 10 trilhões de dólares na economia global até 2030.

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Cavalos atletas: conheça os nomes consagrados do hipismo na Olimpíada de Tóquio – Forbes Brasil

Nas Olímpiadas, o hipismo é o único esporte que exige a integração de um atleta e um animal

Na Grécia Antiga, os jogos olímpicos nasceram para honrar Zeus e outros deuses do Olimpo. Mas, a partir de 1896, ano que marca o início das Olimpíadas da Era Moderna, outros elementos passaram a ser destacados como finalidade das disputas: a força e o talento humano, baseado na união de diferentes nações em torno da paz. A imagem e o comportamento do atleta estão no foco de quase todas as disputas do evento, mas há uma exceção: o hipismo. Esse esporte milenar necessita de outro ser senciente para ser pleno, o cavalo, que, assim como os humanos, é capaz de sentir e vivenciar sentimentos como amor, alegria e também dor, angústia e solidão.

Atletas de alta performance, os cavalos formam com os cavaleiros conjuntos espetaculares. Historiadores já confirmaram a presença desses animais nas olimpíadas da Grécia Antiga do ano 648 a.c (antes de Cristo), presentes nas corridas de bigas. Na era moderna, o hipismo foi disputado pela primeira vez nos jogos de 1900, em Paris, com provas de saltos. Mas nada mais moderno que o hipismo olímpico. Em tempos de intensos movimentos por igualdade de gênero, até esta  edição ele era a única modalidade esportiva na qual homens e mulheres competem juntos na disputa por medalhas, em provas mistas. Ontem (30), essa barreira foi vencida com a a estreia do novo revezamento 4x100m misto,  com equipes de dois homens e duas mulheres.

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Com 33 esportes e 46 modalidades, a Olimpíada de Tóquio é acompanhada atentamente ao redor do mundo desde a última sexta-feira (23). As competições equestres começaram no dia 24 de julho, com as finais marcadas para 7 de agosto.

Por equipes e individuais, as disputas no hipismo são divididas nas modalidades adestramento, salto e CCE (concurso completo de equitação, com adestramento, corrida cross-country e saltos). São 50 países, totalizando 200 conjuntos de cavalo-cavaleiro para as competições, mais 48 conjuntos entre reservas e alternativos. Os animais partiram de Liege, na Bélgica, onde há um centro global de hospedagem, em oito voos rumo ao Japão. O Brasil levou para as provas oito conjuntos listados e quatro conjuntos reservas/alternativos.  O país é considerado uma grande referência na equinocultura, dono do quarto maior rebanho do mundo, com 35 raças criadas, das quais 17 contam com associações próprias. Mas ainda jovem se comparado aos tradicionais times europeus.

Mas o Brasil já fez sua marca no hipismo dos jogos de Tóquio. No sábado (24), o cavaleiro João Victor Oliva, montando o garanhão Escorial Horsecampline, registrou a maior nota do país na história da modalidade de adestramento, superando a própria marca conquistada na Olimpíada Rio 2016. João Victor, de 25 anos, é filho da ex-jogadora de basquete Hortência e começou a competir em 2008, aos 12 anos; por coincidência também tem 12 anos de idade Escorial, um puro sangue lusitano, comprado em setembro de 2020 pelo grupo de investimentos JRME-Horse Campline, destinado ao cavaleiro no projeto para Tóquio. 

Por conta da tradição e de grandes investimentos, países como Alemanha, Suécia e França se destacam no esporte como os principais medalhistas de ouro. O Brasil ganhou sua primeira e única medalha de ouro em 2004, com o cavaleiro Rodrigo Pessoa e o cavalo Baloubet du Rouet na categoria individual de saltos.

Na competição atual, as categorias individuais e em equipes de adestramento já renderam três medalhas (duas de ouro e uma de prata) para a Alemanha, reforçando o nome do país como o maior da modalidade. 

Outros eventos de hipismo ainda ocorrerão até o encerramento das Olimpíadas de Tóquio, mas alguns competidores já são favoritos. Por isso, a Forbes separou para você detalhes dos principais cavalos-cavaleiros que representam os cinco países que mais conquistaram medalhas de ouro, pelo menos 10, desta modalidade na história dos jogos olímpicos:

Divulgação/FEI


Claes Jakobsson/FEI
Dean Mouhtaropoulos/Getty
Clara Grimshaw/FEI
Steve Parsons/Getty

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