Liftoff e Vungle unem forças para formar uma plataforma líder independente no mercado de mobile growth

São Paulo, agosto de 2021- A Liftoff, plataforma líder global de otimização de marketing de aplicativos mobile baseada em desempenho, e a Vungle, uma plataforma que também é líder de mercado global, com foco em descoberta e habilitação de aplicativos mobile, anunciaram hoje que firmaram um acordo definitivo de fusão.

A junção das empresas criará uma das maiores plataformas independentes e favróval à privacidade do mundo, que irá abastecer todo o ciclo de growth de aplicativos mobile por meio da aquisição, engajamento, monetização e análise de usuários. O cofundador e CEO da Liftoff, Mark Ellis, será o CEO da empresa combinada. O CEO da Vungle, Jeremy Bondy, assumirá a função de presidente. A transação segue a maioria dos investimentos anteriores, tanto na Liftoff quanto na Vungle, de fundos de private equity administrados pela Blackstone.

Atualmente, a Liftoff e a Vungle operam com tecnologias e serviços complementares dentro do ecossistema de marketing, cada uma com histórico comprovado de fornecimento de soluções inovadoras para o setor.

Toda a expertise tecnológica da Liftoff permite que os profissionais de marketing de aplicativos mobile adquiram e retenham usuários de alto valor em escala, entregando mais de dois bilhões de anúncios para engajamento a cada dia, em mais de 550.000 aplicativos mobile, em mais de 140 países, usando suas capacidades de  Machine learning avançado, inteligência de previsão e otimização criativa. A Vungle gerencia uma das maiores e mais diversas plataformas de monetização mobile, com mais de 100.000 integrações diretas de SDK entre os principais publishers de aplicativos e 15.000 criadores de conteúdo individuais em sua plataforma de marketing de influenciadores, além de um conjunto de recursos robustos para a aquisição de usuários e tecnologia analitica que oferece grande desempenho para profissionais de marketing mobile e desenvolvedores.

A combinação de dois líderes de mercado que possuem tecnologias altamente compatíveis criará uma plataforma de ponta a ponta que melhora a eficiência da publicidade mobile e fornece maior escala e recursos aprimorados para que os desenvolvedores criem, anunciem e monetizem seus aplicativos. A fusão irá acelerar as iniciativas de growth para ambas as empresas, e irá permitir que a combinação continue a servir a indústria com soluções robustas a nível mundial, impulsionadas por produtos líderes de mercado e inovação tecnológica.

“Quando começamos a Liftoff há nove anos, era nossa missão oferecer soluções líderes para os profissionais de marketing mobile, em um mundo onde existiam poucas alternativas independentes e imparciais”, explica Mark Ellis: “Ao unir forças com a Vungle, oferecemos não apenas a plataforma mais completa e escalonável do setor, mas também mantemos nosso foco em servir nossos atuais clientes sem quaisquer conflitos ou ofertas concorrentes. Estou empolgado com a próxima fase de crescimento e inovação, agora que criamos a plataforma de mobile growth do futuro ”.

“Quando penso sobre cumprir com a nossa missão e propósito, acredito que não há uma oportunidade melhor para a Vungle do que a fusão com a Liftoff. A combinação irá acelerar a nossa visão de nos tornarmos uma das principais empresas para todos os desenvolvedores de dispositivos mobile. A união de dois líderes de mercado definirá parte da indústria atual e irá gerar valor para todo o crescimento do ciclo de marketing mobile”, disse Jeremy Bondy. “Juntos, iremos direcionar o ciclo completo de growth do aplicativo – do design e desenvolvimento, ao marketing, medição e monetização”.

A transação destaca o foco da Blackstone em tecnologia e conteúdo de publicidade digital, seguindo outros investimentos liderados por seus fundos de private equity em empresas como Simpli.fi, Ancestry, Bumble e Hello Sunshine. A Blackstone continuará a apoiar ativamente a empresa combinada como acionista majoritária, como parte dessa próxima fase de crescimento e inovação.

Martin Brand, diretor da Blackstone e North American Private Equity, além de co-diretor global de investimentos em tecnologia, acrescentou: “A fusão destaca o foco da Blackstone em parcerias com grandes equipes de gestão para acelerar o crescimento e a escala de suas empresas. A combinação criará um líder de mercado que acreditamos ser um dos ativos independentes mais valiosos no ecossistema de marketing mobile”.

Source link

Read More

A sustentabilidade dos negócios na Era da IoT

A palavra sustentabilidade carrega muitos sentidos, especialmente quando pensamos no mundo do futuro, mas ela também pode guardar a chave para a sobrevivência de sua empresa.

Nas últimas décadas, as problemáticas ao redor das mudanças climáticas e outros fatores importantes envolvendo a ação humana no mundo natural, cresceram muito em escopo e complexidade.

A maneira como estabelecemos o ritmo de desenvolvimento no séc. XX foi impressionante, já que passamos das máquinas à vapor no começo do século até o surgimento da internet e do mundo no qual vivemos hoje.

É graças a esse desenvolvimento rápido que hoje também possuímos mecanismos tecnológicos e estratégicos para agir em ações sustentáveis, no ritmo de um mundo cada vez mais acelerado e exigente, mas também mais dinâmico e conectado.

A evolução da sustentabilidade

Sustentabilidade não é mais preocupação de ONGS e cientistas. O mundo digital cresceu e a informação hoje é acessível e imediata para milhares de consumidores em todo o planeta. Nesse contexto, as empresas atingiram também um poder de influência impressionante.

Quando orquestradas e bem definidas as ações em sustentabilidade de uma empresa podem gerar efeitos transformadores em nossa sociedade, inclusive quando consideramos a forma mais ampla do termo, que vem sendo debatida a partir da sigla ESG (Environmental, Social and Governance), que adiciona prioridades e posturas na agenda da sustentabilidade.

A ideia é uma postura integrada, que reflete no meio ambiente, nas comunidades e no modelo de negócios. Uma empresa com uma postura ESG bem definida, busca diminuir os impactos negativos e ampliar ações positivas, que geram mais igualdade, proteção dos ecossistemas e transformações impactantes na cadeia produtiva.

Esse é o caminho traçado para um novo mercado, preparado para as demandas de um público cada vez mais preocupado com o futuro.

Tecnologia e sustentabilidade

A expansão da tecnologia nas últimas décadas foi o principal veículo de mudança em nossa forma de viver e de fazer negócios, acelerando e dinamizando as relações entre as empresas e possibilitando novos formatos, como o home-office que garantiu a sobrevivência de várias corporações na época em que vivemos.

Acredito que o foco deva estar em entender como a tecnologia pode auxiliar também para criarmos soluções sustentáveis ou para diretamente mitigar os focos de prejuízo ao meio ambiente. Um dos fatores mais interessantes da digitalização é a economia de energia, cada vez mais priorizada em soluções como o 5G, muito mais eficiente que o 4G.

No entanto, gostaria de destacar o papel que uma tecnologia pode ter na preservação dos biomas, como é o caso da Inteligência Artificial. Um exemplo magnífico é a Rainforest Connection, uma organização de proteção às florestas tropicais que utiliza um dispositivo chamado “Guardian”, movido a energia solar e equipado para gravar som e transmitir dados para a nuvem.

O equipamento grava todos os sons da floresta 24 horas por dia em um raio de 3km, e algoritmos de Inteligência Artificial analisam automaticamente os sons para detectar serras elétricas, apresentando as localizações em que a extração ilegal de madeira possa estar acontecendo.

Esse mecanismo é barato, altamente tecnológico e capaz de uma série de usos extras, como a identificação de espécies e análises científicas de paisagem sonora da natureza.

Como aproveitar a IoT em vários setores

A Indústria 4.0 traz benefícios financeiros que devem ser impulsionados pela adoção de novas tecnologias. Entre os desafios estão o grande volume de dados e o desenvolvimento de sistemas de informação para apoiar a tomada de decisões.

Para oferecer soluções mais sustentáveis, é necessário implementar máquinas cada vez mais flexíveis, adaptáveis, autônomas e inteligentes, com leitura do ambiente em tempo real e respostas imediatas. Tudo isso vai melhorar a eficiência dos processos, resultando em ganhos de produtividade e melhorias nos aspectos de sustentabilidade.

Abaixo estão alguns setores que podem se beneficiar do uso da IoT:

  • Agronegócio, em que a tecnologia é capaz de medir o estado de conservação do solo, incluindo o nível de umidade e nutrientes, além de medir o uso correto de água e fertilizantes;
  • Transporte, tornando-os mais inteligentes, em relação a possíveis problemas na estrutura, e avisos de revisões; e menos poluentes, com controle de aceleração e menor consumo de combustível;
  • Espécies raras de animais, por meio de dispositivos baseados em geolocalização, que podem rastrear animais ameaçados de extinção, monitorando seu estado de saúde;
  • A arquitetura e construção, com tecnologia de energia solar, que pode ser controlada por dispositivos conectados à internet.

Esse é só o começo

A evolução tecnológica ainda está em curso e precisamos descobrir todo o potencial dessas novas ferramentas para criar um mundo mais positivo. Mas, para isso, precisamos agir e a hora é agora. Empresas de todos os nichos podem refletir e encontrar soluções ideais para sua realidade.

Governança, estratégia e inovação em prol de um mundo mais justo e mais saudável, essa é a minha visão de sustentabilidade.

Source link

Read More

Startup Kyte pretende triplicar faturamento pelo segundo ano consecutivo

No embalo da crescente tendência de digitalização, a startup Kyte, que oferece uma plataforma de vendas e gestão para pequenos comércios, aumentou o número de usuários pagos do seu aplicativo em cerca de 285% desde o início da pandemia, em março de 2020. Hoje, são quase 30 mil negócios usando o app em mais de 145 países. Para continuar crescendo, a estratégia da startup é investir na integração para vendas por meio de redes sociais e expandir o aplicativo para as plataformas web e tablet. No último ano, a empresa aumentou seu faturamento em 331% e o objetivo é repetir a conquista em 2021.

 

Fundada em 2017, em Florianópolis (SC), a startup tem o propósito de democratizar o acesso a ferramentas digitais, trazendo para o celular recursos que antes só eram encontrados em softwares para computadores. “Nós percebemos que os vendedores autônomos e pequenos comerciantes tinham essa necessidade de contar com um sistema simples para a gestão dos seus negócios”, comenta o CEO da Kyte, Guilherme Hernandez.

 

Com esse foco, a empresa viveu um boom durante a pandemia, quando 73,4% das micro, pequenas e médias empresas brasileiras passaram a vender produtos ou serviços na internet, segundo pesquisa da consultoria Serasa Experian. Nesse mesmo período, o Brasil registrou mais de 2,6 milhões de novos Microempreendedores Individuais (MEIs) — a maior adesão dos últimos cinco anos —, sendo grande parte deles voltados ao comércio, conforme aponta o Sebrae.

 

Diante desse cenário, além do crescimento no número de usuários, as vendas feitas pelos comerciantes que utilizam o aplicativo também sofreram um aumento exponencial: só no último mês, foram registradas 4.5 milhões de vendas na plataforma,  200% a mais do que no mesmo mês do ano passado, no início da curva de crescimento da empresa. No total, mais de 50 milhões de vendas já foram registradas no aplicativo, sendo 25 milhões delas apenas neste ano. Para o CEO, os números estão associados ao fato de o negócio ser focado exatamente nos desafios do pequeno comércio, como cadastro de produtos e clientes, controle de estoque, gestão de pedidos, emissão de recibos e catálogo online. “O Kyte também é flexível para qualquer segmento, desde restaurantes e lojas de roupas até vendedores de casa, que fazem doce ou revendem cosméticos, por exemplo”, reforça.

 

Diante do crescimento, a empresa fechou sua primeira rodada de investimentos no valor de R$5,5 milhões no início de 2021, com aporte feito pela DGF Investimentos e pelos fundos Caravela Capital e Honey Island Capital. A equipe de colaboradores também aumentou, passando de 18 para mais de 40 pessoas.

 

Mesmo com a retomada das atividades presenciais, a expectativa é que a plataforma continue progredindo diante dos impactos da transformação digital. “Muitas pessoas baixam o aplicativo apenas para utilizar o catálogo como lojinha virtual, mas acabam encontrando outros recursos que os ajudam a aumentar suas vendas e organizar seu negócio. Acreditamos que essa digitalização não vai regredir, ainda mais considerando que o aplicativo também é adequado para quem possui um modelo de vendas híbrido,transitando entre o online e o presencial”, diz Guilherme Hernandez. O app da Kyte possui planos gratuito e PRO, que custa R$ 19,90 por mês no Brasil.

Source link

Read More

Watch GT 2 Pro: o relógio da Huawei que monitora você dia e noite

O Huawei Watch GT 2 Pro é um relógio inteligente compatível com smartphones que almeja tornar o usuário mais ativo no dia a dia. Ele é capaz de monitorar a sua atividade física durante o dia e o sono durante a noite, além de exibir notificações do celular, como mensagens e ligações. O visual do relógio busca não se distanciar da sua categoria, apesar de ser um dispositivo inteligente. O visor é redondo e a interação com a interface se dá tanto pelo toque na tela quanto pelos dois botões físicos que ficam na lateral. Mas esse é um produto que vale a pena? Confira nosso review do aparelho a seguir.

O mundo segue mudando. Siga em evolução com a EXAME Academy

Usabilidade

A necessidade de um relógio inteligente na sua vida é uma decisão completamente individual. Se você quer um aparelho para estimular a prática de exercícios físicos e monitorar o seu sono, então, sim, essa aquisição faz sentido e o Huawei Watch GT 2 Pro pode ser uma opção interessante. Ou talvez você só queira ver as notificações no pulso, sem precisar tirar o celular do bolso e um smartwatch como esse vai atender a essa necessidade.

Com diversas opções de relógios e pulseiras inteligentes no mercado, a concorrência não é das mais fáceis para a Huawei no Brasil. Empresas como Samsung, Apple e Xiaomi apostam pesado na categoria e têm diversos produtos à venda no país, inclusive com preços competitivos. Por isso, a experiência de uso e o design pesam bastante no processo de decisão de compra de um smartwatch.

O Huawei Watch GT 2 Pro tem recursos interessantes para o usuário, como uma grande quantidade de modalidades de exercícios físicos que podem ser monitorados, além de possuir sensores adicionais, como GPS, barômetro e bússola. Para fazer uma caminhada, por exemplo, o relógio pode sugerir um programa de ritmo para manter o coração batendo a uma determinada velocidade. Há até a voz de uma espécie de personal trainer virtual que fala com o usuário sobre a sua rotina de exercício para aquele momento, mas, em nossos testes, a voz só falou em inglês e o som saiu do próprio relógio.

O usuário pode monitorar caminhadas internas ou externas, corridas, natação (há proteção contra a entrada de água) ou escalada. Apesar de existirem modos de exercícios programados para monitorar o esqui ou o snowboarding, atividades nada comuns em uma país como o Brasil, fazem falta atividades comuns em academias, como treino de musculação e corrida intensa intervalada (HIIT).

O sensor de batimentos cardíacos mede o ritmo do seu coração ao longo do dia e gera relatórios que podem ser consultados no aplicativo Huawei Health, o app de saúde da empresa. Ele foi tão preciso quanto o sensor do Apple Watch 5 em nossos testes. O monitoramento de sono se mostrou bom ao listar o tempo de sono profundo, sono agitado e sono REM. A interface do aplicativo é intuitiva e informativa, como se espera de um aplicativo feito para centralizar dados de saúde de um relógio inteligente.

A bateria do Watch GT 2 Pro é um dos seus destaques. A fabricante promete até duas semanas de duração com uma única carga e, de fato, o consumo de energia por dia é bastante reduzido, ficando por volta de 7%. No entanto, esse percentual varia de acordo com o tempo de tela ligada por dia, uma vez que o display é o que mais gasta energia nesse tipo de aparelho. O relógio, como é comum na categoria, tem um padrão proprietário de conexão de energia. Portanto, é importante ter sempre o carregador por perto- ainda que possa demorar até duas semanas para que isso aconteça.

Se o relógio se portou dentro do esperado na maioria dos recursos que oferece, a exceção que confirma a regra é a primeira conexão com o celular. O processo de parear o relógio com um smartphone Android foi penoso. Primeiro, foi preciso baixar o Huawey Health e criar uma conta. Depois, era preciso adicionar o relógio ao aplicativo, mas a conexão nunca era estabelecida. Nas configurações, havia uma atualização disponível. No entanto, ela não era por meio de um aplicativo da Google Play Store, e sim um APK. Para os menos íntimos, APK é o formato de um arquivo de instalação de aplicativos que vêm de fora da Google Play Store e, portanto, não tiveram a aprovação da detentora do sistema operacional Android – e a instalação desse tipo de aplicativo é veementemente não recomendada por especialistas em segurança digital. Com a instalação do APK completada, o novo entrave foi a conexão Wi-Fi. O relógio só encontrou a conexão com o aplicativo com o Wi-Fi desligado (e o 4G ativo). Essas complicações são, em parte, devido às restrições que a Huawei teve nos Estados Unidos, e em parte por causa de uma experiência de usuário que precisa melhorar. Em todo caso, um usuário leigo teria grande dificuldade de conectar o relógio ao smartphone, algo que deveria ser intuitivo.

Conclusão

Dito tudo isso, vale a pena comprar um Huawei Watch GT 2 Pro? A resposta é: depende. Do ponto de vista de localização de recursos, os produtos da Samsung, da Apple e da Xiaomi são mais adaptados e podem valer mais a pena. Além disso, o pareamento com o celular é mais simples. Mas quem é fã da Huawei e busca um relógio com bom design e bom funcionamento geral em tudo que se compromete a fazer vai encontrar no Watch GT 2 Pro um ótimo smartwatch.

Não perca as últimas tendências do mercado de tecnologia. Assine a EXAME.

Source link

Read More

Os destinos mais exclusivos para fazer safári em Botswana – Forbes Brasil

Getty Images

Botswana é o país com a maior população de elefantes do mundo

Sem acesso ao mar e cercado por Namíbia, Zâmbia, Zimbábue e África do Sul, Botswana conserva uma das melhores paisagens da Terra para testemunhar os espetáculos promovidos pelo trânsito incessante da vida selvagem. Visitar as reservas do país que tem a maior população de elefantes do planeta – e os maiores elefantes do continente – é como estar ao vivo em um documentário da National Geographic. A temporada de seca – de setembro a outubro – é a melhor época para se encantar com o desfile animal.

Em Botswana, estão os destinos mais exclusivos para fazer safári com altas doses de conforto. A preservação dos cantos mais remotos do país foi a semente para a criação do Wilderness Safari, em 1983. Hoje, o grupo que nasceu comprometido com um modelo de negócio sustentável e com a valorização das comunidades locais tem cerca de 40 acampamentos em seis países da África, protegendo mais de 2,5 milhões de hectares espalhados por oito biomas.

VEJA TAMBÉM: 4 propriedades à venda pelo mundo, a partir de US$ 6 milhões, para quem ama vinhos

No canto noroeste do Parque Nacional Chobe (clássico ponto de encontro de diversas espécies), estão os pântanos do rio Linyanti. E é nessa profusão de elefantes, guepardos, leões, cães selvagens e leopardos que o Wilderness Safari conserva três Premier Camps (top entre outras duas categorias: Classic e Adventures): o recém-promovido DumaTau Camp, reaberto em abril; o novíssimo Little DumaTau Camp, aberto em maio; e o que já frequentava a lista, King’s Pool Camp. O DumaTau Camp passou por reformulação completa – e agora está empoleirado sobre a margem da lagoa Osprey, sempre agitada com o vai e vem de elefantes inquietos.

Conheça as experiências na galeria abaixo:

Divulgação


Divulgação
Divulgação

Reportagem publicada na edição 88, lançada em junho de 2021.

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Siga Forbes Money no Telegram e tenha acesso a notícias do mercado financeiro em primeira mão

Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.

Tenha também a Forbes no Google Notícias.

O post Os destinos mais exclusivos para fazer safári em Botswana apareceu primeiro em Forbes Brasil.

https://platform.twitter.com/widgets.jshttps://platform.instagram.com/en_US/embeds.js

Fonte

Source link

Read More

Dia Internacional do Gamer: 10 jogos retrô que revolucionaram a indústria – Forbes Brasil

TravelCouples/Getty Images

Seja qual for o objetivo, os jogadores discutem estratégias e entregam-se de corpo e alma às narrativas

Não é de hoje que os videogames estão transformando a indústria do entretenimento. O primeiro console do mundo, o Magnavox Odyssey, foi lançado em 1972, nos Estados Unidos, por US$ 100. Apesar das limitações da época, o aparelho – que não reproduzia sons e era compatível com alguns poucos tamanhos de TV – vendeu 100 mil unidades em apenas seis meses. O número é relativamente baixo em comparação às atuais vendas de gigantes como Xbox e Playstation – apenas no primeiro ano fiscal após o lançamento, o PS5 vendeu 7,8 milhões de unidades – mas, para a época, o Odyssey representou uma novidade promissora e abriu caminho para o que viria a se tornar um mercado global de jogos eletrônicos.

Na década seguinte, com o avanço da tecnologia, os games ganharam cores, sons e gráficos mais realistas. Foi quando começaram a surgir personagens icônicos como Pac-Man (1980), Donkey Kong (1981) e Mario Bros. (1985), que transformaram os rumos da indústria. Inspirados em elementos simples, como uma pizza faltando um pedaço, um gorila engravatado ou um encanador correndo para salvar sua princesa, os jogos rapidamente conquistaram multidões, e se consolidaram como clássicos do entretenimento em todo o mundo.

Siga todas as novidades da Forbes Tech no Telegram

“Os games são um fenômeno cultural que, há muito tempo, deixou de ser uma simples tendência. Já é uma indústria consolidada, que se desenvolve muito mais rapidamente do que as demais. Em alguma medida, todo mundo é gamer, seja jogando profissionalmente, seja se divertindo ou passando tempo no metrô com o Candy Crush”, diz Fernanda Lobão, CEO e cofundadora da Final Level, uma das maiores plataformas de entretenimento gamer do país, que se posiciona como ponto de encontro da comunidade em um único lugar: as redes sociais.

No primeiro semestre de 2021, o mercado mundial de jogos movimentou US$ 60 bilhões – quase o dobro do valor arrecadado em 2020 -, de acordo com levantamento do banco de investimentos Drake Star Partners. Segundo a consultoria NewZoo, a previsão é que, no Brasil, o setor movimente US$ 2,3 bilhões (cerca de R$ 12 bilhões) até o final do ano, o que representará um salto de 5,1% na receita anual.

“Os games não são apenas uma distração. É uma cultura, traz elementos históricos e tem um poder de educação muito grande. Diferente das mídias passivas, os usuários estão ativos nos jogos online, construindo uma narrativa em tempo real. Isso é, muitas vezes, mais atrativo do que o cinema ou a televisão”, explica Rodrigo Terra, presidente da Abragames (Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Digitais).

Segundo os especialistas, a indústria já percebeu o potencial do setor. Cada vez mais, agências de marketing e publicidade estão apostando em conteúdos gamificados para chamar a atenção do público e aproximá-lo das marcas. O mesmo acontece na saúde e na educação, com o uso de plataformas interativas para engajar pacientes e estudantes ao redor do mundo.

O PODER DA COMUNIDADE

“Os jogos online criam um senso de pertencimento muito forte. Cada jogo tem a sua gíria, estilo e comportamento. As pessoas encontram outros usuários semelhantes, que compartilham o mesmo gosto e entusiasmo, e se identificam”, diz Fernanda. Para a executiva, a tecnologia é peça-chave para fortalecer a comunidade, por permitir que jogadores de todos os cantos do mundo interajam entre si, mesmo sem nunca terem se encontrado pessoalmente.

O grande motivador é o jogo. Seja qual for o objetivo – atacar zumbis, correr pelo Reino dos Cogumelos, construir blocos ou apenas sobreviver -, os jogadores discutem estratégias e entregam-se de corpo e alma às narrativas, engajando de tal forma que a indústria opera em uma via de mão dupla: os games são feitos para eles, mas os usuários também contribuem para a construção da experiência.

Ao longo dos anos, o perfil da comunidade mundial mudou. Se antes a indústria era dominada por homens jovens, hoje cerca de 51,5% dos gamers são mulheres, segundo a pesquisa Game Brasil 2021. Curiosamente, a faixa etária dominante entre os dois públicos não é a dos adolescentes. Segundo o levantamento, jogadores entre 20 e 24 anos representam 22,5% do total, seguidos das faixas entre 25 e 29 anos (18,6%), 30 e 34 (16,7%), 35 e 39 (12,9%) e 40 e 49 (12,2%). O levantamento revela que jovens de 16 a 19 anos são apenas 10,3% do total.

Para Rodrigo Terra, da Abragames, a indústria transcende gerações. “É algo muito maior do que um pequeno grupo de pessoas. Já estamos na quarta geração de gamers. Aqueles que viram o lançamento do primeiro console presenciaram a evolução desse mercado e continuam jogando. Ao mesmo tempo, temos outros grupos chegando agora, fomentando ainda mais o setor”, diz.

LEIA TAMBÉM: 6 modelos de videogames mais caros disponíveis no mercado brasileiro

O atrativo ultrapassou os limites dos próprios jogos, e alcançou também outras plataformas de criação de conteúdo. Em 2019, O YouTube divulgou a lista “YouTube Gaming”, e identificou que os jogos mais buscados na plataforma no Brasil eram “Minecraft”, “FreeFire”, “GTA”, “Roblox”, “League of Legends”, “PUBG”, “Sonic The Hedgehog”, “Counter-Strike” e “Pokemón”. Em abril de 2020, o “Fortnite” sozinho somou mais de 3,5 bilhões de horas de jogos disputados e acumulou mais de 350 milhões de usuários registrados no canal.

De olho na influência que os jogos têm na sociedade, artistas globais já levaram suas apresentações para o mundo virtual, como é o caso do DJ Marshmello, que organizou um evento ao vivo no “Fortnite” em 2019, que contou com mais de 10 milhões de jogadores conectados simultaneamente. No ano seguinte, foi a vez do rapper norte-americano Travis Scott, que atraiu mais de 12,3 milhões de usuários em sua apresentação virtual na plataforma. O DJ e produtor musical Alok virou personagem do “FreeFire” e, em 2020, transmitiu uma live diretamente da plataforma.

COLECIONADORES

Em paralelo ao sucesso dos games atuais, o retrogaming também está ganhando peso no mercado. A categoria refere-se aos jogos antigos, que despertam a nostalgia de um público mais velho – e igualmente entusiasta deste universo. “A primeira vez que joguei um Atari foi aos sete anos e, desde então, não parei mais de colecionar”, diz Marcelo Tavares, CEO e fundador da Brasil Game Show. Hoje, aos 42 anos, o executivo tem um acervo de 350 consoles de todas as gerações e cerca de 4.000 jogos. “O que me atrai nos jogos antigos é acompanhar a evolução tecnológica e a história, além de elementos que marcaram a minha vida ou até mesmo inovações que acabaram não dando certo”, explica.

Assim como os filmes fotográficos e discos de vinil, os retrogames movimentam o mercado em direção ao saudosismo, valorizando cada vez mais aquilo que foi sucesso no passado. Os números confirmam: em agosto deste ano, um cartucho de “Super Mario Bros.” foi comprado por US$ 2 milhões – quase R$ 10,5 milhões – por um colecionador anônimo. Com a operação, o jogo lançado em 1985 bateu o recorde como o mais caro da história, segundo o jornal “New York Times”. Outra venda que chamou a atenção do mercado foi a de um cartucho lacrado do primeiro “The Legend Of Zelda”, vendido por US$ 870 mil em julho de 2021.

Para celebrar o Dia Internacional do Gamer, comemorado hoje (29), selecionamos, a seguir, 10 jogos retrô que revolucionaram a indústria e se consolidaram como clássicos atemporais em todo o mundo:

picture alliance/Colaborador/Getty Images


James Keyser/Colaborador/Getty Images
Ollie Millington/Colaborador/Getty Images
AAron Ontiveroz/Colaborador/Getty Images
Chesnot/Colaborador/Getty Images
Ben Griffiths/Unsplash
Spencer Platt/Equipe/Getty Images
Ravi Palwe/Unsplash
Ollie Millington/Colaborador/Getty Images
scyther5/Getty Images

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Siga Forbes Money no Telegram e tenha acesso a notícias do mercado financeiro em primeira mão

Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.

Tenha também a Forbes no Google Notícias.

O post Dia Internacional do Gamer: 10 jogos retrô que revolucionaram a indústria apareceu primeiro em Forbes Brasil.

https://platform.twitter.com/widgets.jshttps://platform.instagram.com/en_US/embeds.js

Fonte

Source link

Read More

Como Pedro Zannoni usa estratégias do tênis para comandar a Lacoste América Latina – Forbes Brasil

Paulo D’Alessandro

Do planejamento ao fair play, o ex-tenista Pedro Zannoni diz que levou praticamente tudo da quadra para a cadeira de CEO da Lacoste

Argentino radicado no Brasil desde a infância, Pedro Zannoni, 45 anos, assumiu como CEO Latam da Lacoste há pouco mais de um ano, sucedendo Rachel Maia no Brasil e incorporando outros países para consolidar a gestão no continente.

Ele conta como usou os ensinamentos do passado de tenista (profissão que deixou ainda jovem, aos 19 anos) para dar os primeiros passos na carreira corporativa que culminou na liderança regional da marca francesa fundada pelo também tenista René Lacoste e hoje parte do grupo suíço Maus Frères SA.

VEJA TAMBÉM: Lacoste inaugura primeira loja conceito da América Latina no Iguatemi São Paulo

Forbes: Você começou sua carreira como tenista profissional. Como foi a transição para o mundo corporativo?

Pedro Zannoni: Comecei a jogar tênis muito cedo. Ainda criança, brincava com raquete em casa. Aos 6 ou 7 anos, comecei a treinar em um clube e, quando tinha 11 anos, ficou sério. Ganhei uma série de títulos. Aos 16 anos, entrei no ranking da ATP. Mas, por problemas pessoais, parei de jogar profissionalmente aos 19 anos e passei a dar aulas de tênis. Por seis anos fiz isso, até começar minha carreira corporativa na Wilson, que, no Brasil, é focada em tênis.

F: Permanecer ligado ao esporte foi um movimento racional?

PZ: Aconteceu. Sabia que o Brasil não era o país do tênis e que seria difícil. Fui fazer faculdade. Acabei me formando em direito, mas decidi não seguir como advogado. A vaga da Wilson era em marketing, área em que eu não tinha formação ou experiência, mas cumpria os requisitos do que precisavam. Fiquei lá oito anos. Depois, passei por Puma, Adidas, Reebok, Asics e por fim cheguei à Lacoste.

F: O que levou do esporte para a carreira corporativa?

PZ: Praticamente tudo. Costumo fazer alguns paralelos. O fair play é um deles. Jogar limpo e seguir regras estabelecidas é algo que trazemos do esporte. A ética é outro. Tem sido cada vez mais importante para as empresas o compliance estar em conformidade com leis e processos e ter transparência nas transações comerciais. O trabalho em equipe também está entre os atributos que vieram do esporte. Mesmo o tênis sendo um esporte individual, há um time por trás. O jogador está sozinho em quadra, mas, sem o técnico, o preparador, o nutricionista, a família, nada é possível. No mundo corporativo, é a mesma coisa. Sem um time bom, nada é possível. Você precisa de diferentes experiências, perfis e ideias para fazer as coisas acontecerem. Depois, tem a disciplina, em que eu destaco o respeito a hierarquias e políticas da empresa, a concentração, o foco, o ritmo operacional bem definido e os horários dentro e fora da empresa para que haja um balanço de qualidade de vida. Planejamento é outro ponto. No calendário do tênis, tudo é planejado de acordo com os torneios, as datas, os tipos de piso. Um planejamento bem feito leva a vitórias no esporte no mundo corporativo. Flexibilidade e resiliência: no esporte, se você não se adapta, não vai performar. No tênis, você lida com situações diferentes praticamente a cada ponto. Além disso, você precisa aprender a lidar com a derrota. Isso faz você amadurecer, analisar e entender como melhorar. Acontece o mesmo no mundo corporativo. A única coisa que você tem certeza quando define um plano é que você vai errar. O que fará você ter sucesso é como você vai lidar com os erros e como vai reagir a eles.

F: Você ainda joga tênis?

PZ: Jogo, mas não tanto quanto antes. Meu hobby preferido hoje é futebol.

F: A estratégia de rejuvenescimento da marca é global?

PZ: Sim. No caso do Brasil, da Argentina e dos outros países da região, a gente tem uma vantagem competitiva que é a produção local. Temos crescido fortemente na produção local, e isso nos dá algum tipo de flexibilidade para termos produtos que o consumidor brasileiro procura e com o preço adequado, seja ele o consumidor mais tradicional ou esse consumidor mais jovem que a gente quer atingir.

F: O público da Lacoste é mais masculino?

PZ: Ter o público equitativamente dividido seria o ideal. Hoje a participação é muito maior do masculino. Mas o curioso é que 60% das compras nas nossas lojas são feitas por mulheres que compram para maridos, namorados, irmãos ou filhos. Estamos buscando cada vez mais os produtos certos para o público feminino.

F: Como a pandemia impactou a marca?

PZ: Quando eu cheguei à Lacoste, em maio do ano passado, já havia pandemia. O site da Lacoste já existia, mas ele era muito novo, tinha muito a melhorar. Aceleramos a digitalização e implementamos iniciativas de omnicanalidade. Na segunda onda melhoramos as vendas, pois tudo já estava mais preparado. O que identificamos é que a experiência física é muito importante e precisa de investimento, assim como as ferramentas omnichannel. O consumidor pode querer escolher pela internet e ir experimentar na loja ou comprar na loja mas receber em casa, em vez de carregar uma sacola. Resumindo, sofremos menos neste ano do que em 2020: em maio, a Lacoste bateu recorde de vendas na região e tivemos crescimento de dois dígitos em todos os canais comparando 2020 e 2021, levando em consideração o período em que as operações estiveram abertas. No digital, o crescimento foi de três dígitos.

F: Qual foi o seu maior feito à frente da Lacoste e qual é sua meta?

PZ: Queremos ter uma região 100% em linha com as expectativas globais. O Brasil está entre os países mais importantes para a Lacoste, ao lado de Estados Unidos, China e da própria França, além de alguns países da Europa. Espera-se do Brasil um crescimento mais acelerado do que os outros países da região e do que a maioria dos países do mundo. Os investimentos vêm para isso, para termos mais lojas, mais iniciativas digitais. Meu feito foi ter trabalhado na construção de uma equipe forte.

F: Como você se define como líder?

PZ: Sou transparente. Considero os diferentes pontos de vista do time e gosto de ter pessoas bem diferentes do meu lado. Ter líderes com diferentes formações, com diferentes experiências, faz você tomar decisões melhores. Eu não sou paizão, eu deixo as pessoas tomarem decisões e dou o suporte quando necessário. Acho que esse tipo de liderança contribui para os resultados, para o ambiente e para a qualidade de vida das pessoas.

Reportagem publicada na edição 88, lançada em junho de 2021.

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Siga Forbes Money no Telegram e tenha acesso a notícias do mercado financeiro em primeira mão

Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.

Tenha também a Forbes no Google Notícias.

O post Como Pedro Zannoni usa estratégias do tênis para comandar a Lacoste América Latina apareceu primeiro em Forbes Brasil.

https://platform.twitter.com/widgets.jshttps://platform.instagram.com/en_US/embeds.js

Fonte

Source link

Read More

Banco do Brasil e Caixa podem deixar Febraban, diz jornal

Os bancos públicos Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil estariam decididos a deixar a Febraban, a Federação Brasileira de Bancos, que reúne as instituições do setor. 

A informação foi publicada primeiro pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo. 

  • A política vai seguir dando o tom na bolsa? Vai. E você pode aproveitar as oportunidades. Aprenda a investir com a EXAME Academy

O motivo é um manifesto a ser divulgado pela Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), com a Febraban como signatária, pedindo o fim das “hostilidades” entre os três poderes da República.

O alvo do manifesto são as tensões capitaneadas pelo Executivo do presidente Jair Bolsonaro e embates com o Legislativo e, sobretudo, o Judiciário.

Source link

Read More

Hashtag usada pela atriz Luma Costa inspira e-commerce de tablewear – Forbes Brasil

Ita Mazzuti

A atriz e empreendedora Luma Costa percebeu o sucesso da #MesasDaLuma, estudou o mercado por dois anos e lançou o e-commerce Casa Costa em maio

A atriz e empresária Luma Costa tinha o desejo de transformar uma grande paixão em um novo negócio. Nas redes sociais, ela passou a compartilhar com seus seguidores o interesse por casa e decoração pela #MesasDaLuma – e foi exatamente esse o termômetro para disparar a criação da Casa Costa. Por dois anos, ela estudou a fundo o mercado até lançar a marca em maio último. O e-commerce (shopcasa-costa.com.br) faz uma curadoria de produtos, além de servir como plataforma de conteúdo para inspirar e disseminar informações sobre o universo de tablewear e tablescaping no Brasil.

A Casa Costa também nasce com o propósito de destacar a produção de artesãos locais, jogando luz em diferentes estéticas nacionais. A marca serve como base de vendas para pequenos e médios produtores que não possuem estrutura online. Há ainda a parceria com o Instituto Lia Esperança: uma coleção desenvolvida em prol do Instituto, composta por jogos americanos, guardanapos e porta-copos produzidos pelas costureiras do projeto da Vila Nova Esperança (contratação de mão de obra e 100% do lucro revertido para a construção de um centro de capacitação).

LEIA TAMBÉM: Marina Ruy Barbosa, de atriz à business woman: “Me reencontrei no papel de empresária”

A seguir, Luma detalha como nasceu a ideia e os primeiros resultados da marca.

Forbes: Quando começou seu apreço por uma mesa posta linda?

Luma Costa: Minha paixão por casa e decoração existe há muitos anos, mas eu vivia esse interesse de uma maneira muito particular e íntima. Encaro o ato de montar uma mesa ou decorar a minha casa como uma forma de expressão, onde posso trabalhar a minha criatividade e visão estética de uma forma agregadora. Para mim, a mesa posta é muito mais do que o prazer de enfeitar – é uma oportunidade de criar conexões e memórias.

F: Como costumavam ser as refeições na sua infância?

LC: Meu irmão e eu, desde muito cedo, sempre gostamos muito de nos reunir à mesa. A minha casa, muito influenciada pela minha mãe, era um lugar agregador e cheio de acolhimento. Me lembro dos dias de Natal que, além de serem importantes para nós, tinham sempre a presença de amigos que não tinham onde ou com quem comemorar a ocasião. O ato de dividir e de se sentar à mesa foi algo marcante durante a minha vida.

F: Como tem sido a recepção ao seu e-commerce?

LC: Fico muito feliz em dizer que a recepção do público superou todas as expectativas. O sucesso é um reflexo claro do nosso trabalho, mas, principalmente, da nossa habilidade de criar afinidade e ligação direta com o consumidor final. Somos mais do que um e-commerce onde você pode encontrar uma curadoria única de produtos para vestir a sua casa. A Casa Costa é também uma plataforma de conteúdo e conexão. Tivemos nossos carros-chefes entrando em sold-out no primeiro dia e, agora, estamos orgulhosos em ter que trabalhar para suprir uma demanda que criamos.

F: O que não pode faltar numa mesa?

LC: Não consigo apontar um item que é mais importante que os outros, pois, com criatividade, todos os elementos de uma mesa podem ter um papel de protagonismo. Também acredito na versatilidade das peças e amo usá-las para funções diferentes daquelas para as quais foram desenhadas. Acho que esse é um dos grandes diferenciais da Casa Costa – ensinamos às clientes a arte do tablescaping. Somos uma plataforma de conteúdo que traz informação, ensinando e dando dicas de como usar suas peças de diversas formas. É sobre usar o tablewear a seu favor e tornar essa atividade leve e prazerosa.

F: Por que decidiram exaltar o trabalho dos artistas brasileiros?

LC: A Casa Costa tem muito orgulho de ser uma empresa brasileira e de poder dar destaque a produtos feitos aqui. Optamos por evidenciar pequenos e médios produtores do nosso país em nossa curadoria – os mais impactados pelos efeitos devastadores da pandemia – e queremos funcionar como uma plataforma de vendas para aqueles que não possuem estrutura de vendas online. A nossa parceria vai além da comercialização dos produtos, pois queremos evidenciar as histórias inspiradoras por trás desses produtores. Criamos uma sessão chamada “Galeria dos Artistas”, que terá depoimentos que contam mais sobre a jornada e o lindo trabalho autoral desses artesãos de diversas regiões do Brasil.

F: Poderia citar uma dessas artesãs?

LC: A primeira artesã a inaugurar a nossa galeria é a Bebel Schmidt, uma artista carioca especializada em estampas e ilustrações. Desenvolvemos uma coleção chamada Greenery, inspirada na vegetação da Serra do Rio de Janeiro. O resultado são peças que expressam a nossa identidade e os nossos valores – taças pintadas à mão com design único e sofisticado. As peças se esgotaram horas após o lançamento.

F: Existe a possibilidade de parceria com a marca de Marina Ruy Barbosa?

LC: Mesmo com apenas um pouco mais de um mês de vida, já tivemos propostas de parceria de grandes players do mercado. Ficamos muito honrados. Colaborar faz parte da economia do futuro e conversa com o DNA da nossa empresa. Espero que, em breve, possamos trazer parcerias para o setor e para o cliente final. Mas deixo claro: uma colab com a Ginger seria muito bem-vinda!

Reportagem publicada na edição 88, lançada em junho de 2021.

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Siga Forbes Money no Telegram e tenha acesso a notícias do mercado financeiro em primeira mão

Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.

Tenha também a Forbes no Google Notícias.

O post Hashtag usada pela atriz Luma Costa inspira e-commerce de tablewear apareceu primeiro em Forbes Brasil.

https://platform.twitter.com/widgets.jshttps://platform.instagram.com/en_US/embeds.js

Fonte

Source link

Read More

Três aberturas de exposição agitam Inhotim, um dos maiores museus a céu aberto do mundo – Forbes Brasil

Divulgação/Inhotim

“PROPAGANDA”, Lucia Koch

Um saco de carvão, uma queijeira e uma caixa de cogumelos – todos vazios, fotografados por dentro e ampliados em grandes dimensões. A obra “PROPAGANDA”, da artista Lucia Koch, é uma das três inaugurações abertas hoje (28) para o público no Instituto Inhotim, em Brumadinho, a 60 km de Belo Horizonte (MG). Um dos maiores museus de arte contemporânea a céu aberto do mundo, Inhotim completa 15 anos com 560 obras expostas de 60 artistas de 38 países. Seguindo protocolos contra a Covid-19, ele está abrindo para receber mil pessoas por dia (em tempos normais são cinco mil) – ótimo programa para uma atividade ao ar livre.

Outros cinco outdoors de Lucia Koch, em pontos de grande visibilidade, com fotos de embalagens conhecidas pelos moradores, foram espalhados pela cidade que viveu a tragédia do rompimento de uma barragem da Vale, em janeiro de 2019, matando pelo menos 270 pessoas.

“Vamos ver como a população reage”, comentou ontem (27) a gaúcha radicada em São Paulo sobre o fato de as imagens ocuparem um espaço normalmente dedicado à publicidade. “Esse tipo de perturbação me interessa, pois você não entende o que aquele negócio está fazendo ali. E, para ter estranhamento, precisa ter familiaridade com o produto”, continua a artista, dizendo que fez pesquisa no mercado local para se inteirar dos itens mais vendidos, processo semelhante ao das obras feitas na França (2011) e em Marrocos (2019). “Com as indenizações pagas aos moradores de Brumadinho e as empresas que chegaram para minerar na lama [do desastre de 2019], a cidade parece que ficou histérica, uma certa convulsão, com propaganda de carros e condomínios de luxo.”

O outdoor da caixa de cogumelo, com alguns buracos preenchidos por fotos produzidas na casa de Lucia, fica em uma língua de terra de um lago de Inhotim – bom lugar para apreciar uma característica tão única do Instituto. Como se não bastassem obras de cair o queixo, ele está inserido em um Jardim Botânico, com 4.300 espécies raras de todos os continentes, entre dois biomas: Mata Atlântica e Cerrado.

“Eu estou eufórico”

IsisMedeiros

IsisMedeiros

“O espaço físico pode ser um lugar abstrato, complexo e em construção”, Rommulo Vieira Conceição

Outro artista (e professor universitário de geologia) com obra inaugurada hoje para o público é o baiano radicado em Porto Alegre, Rommulo Vieira Conceição. Ele mal piscava ontem, acompanhando os últimos ajustes da obra “O espaço físico pode ser um lugar abstrato, complexo e em construção”, instalado no Jardim Sombra e Água Fresca. “Eu estou eufórico, mas o grande momento é quando as pessoas se apropriarem da obra”, disse a respeito do trabalho composto por arcos coloridos de superfície brilhante, cúpulas, paredes, grades, andaimes e referências de diferentes religiões. “É meu grande momento.”

A concepção da instalação é de 2018, mas a semente da sua essência é de 2013, ano que Rommulo cita como “um marco no crescimento da intolerância no país”. “A primeira noção que você tem é de fantasia, de parquinho infantil. Mas, ao começar a caminhar pela obra, o fluxo é interrompido, existem bloqueios, peças que vão causando desconforto.” De fato, há uma completa desorientação ao andar pelo espaço em estado de construção.

“Os arcos, por exemplo, perdem a sua funcionalidade estrutural arquitetônica e passam a sustentar o nada, ou talvez deixem de sustentar a representação do céu das arquiteturas sacras para deixar o céu real ser visto através deles”, explicou Douglas de Freitas, curador de Inhotim. Douglas também contou o desafio que foi montar a obra sem poder remover algumas espécies raras e delicadas que não poderiam ser retiradas e replantadas em outro lugar, como um buriti e alguns palmeiras.

Do preto ao cinza

Lucia e Rommulo fazem parte do programa Comissionamentos Inhotim, que convida artistas a criarem obras inéditas a partir de suas experiências no local e suas adjacências. O trabalho de Lucia ficará exposto por um ano, já o de Rommulo deve seguir de forma permanente. O eixo de pesquisa proposto para o biênio 2021-2022 é Território Específico, que valoriza ainda mais a relação da instituição com o seu entorno: Lucia teve seu trabalho exposto em outdoors “de verdade” de Brumadinho; Rommulo contou com mão de obra local para produzir as peças de sua obra.

Divulgação/Inhotim

Divulgação/Inhotim

Série “Mediterranean”, Aleksandra Mir

Este fim de semana também traz a estreia de Aleksandra Mir, polonesa radicada em Londres, que pintou de canetinha Sharpie quatro desenhos de grande escala para a série “Mediterranean” em 2007, momento em que vivia na Sicília (de 2005 a 2010). “A obra foi adquirida por Inhotim em 2008, e, desde então, está em nossa reserva técnica”, conta Douglas sobre os painéis com tons de canetinha que vão de preto ao cinza. “Resolvemos trazê-la agora por causa do tema Território Específico”, continua o curador sobre a artista que passou por quatro migrações e está habituada a cruzar fronteiras desde a infância. Os quatro painéis enormes (e lindos!) da mostra individual “Entre Terras” estão expostos na Galeria da Praça – uma das quatro (entre 23) galerias de Inhotim dedicadas a exposições temporárias.

Independente das três aberturas de exposição deste fim de semana, Inhotim é destes lugares no Brasil essenciais para quem gosta de arte e de natureza – que tal as duas coisas juntas em doses cavalares? Com um time formado por Adriana Varejão, Tunga, Cildo Meireles, Miguel Rio Branco, Matthew Barney, Carroll Dunham, Lygia Pape, Doug Aitken, William Kentridge e outras dezenas de nomes de peso, é possível adiantar algo muito provável, caso você vá visitar o local pela primeira vez: prepare-se para voltar. Inhotim é irresistível. A dica de hospedagem em Belo Horizonte é o hotel Fasano, no bairro de Lourdes.

Veja, na galeria abaixo, as obras inauguradas hoje e mais outras de Inhotim:

Divulgação/Inhotim


Divulgação/Inhotim
Divulgação/Inhotim
Divulgação/Inhotim
Divulgação/Inhotim
Divulgação/Inhotim
Divulgação/Inhotim
Divulgação/Inhotim
Pedro Motta
William Gomes
William Gomes
Brendon Campos
Brendon Campos

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Siga Forbes Money no Telegram e tenha acesso a notícias do mercado financeiro em primeira mão

Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.

Tenha também a Forbes no Google Notícias.

O post Três aberturas de exposição agitam Inhotim, um dos maiores museus a céu aberto do mundo apareceu primeiro em Forbes Brasil.

https://platform.twitter.com/widgets.jshttps://platform.instagram.com/en_US/embeds.js

Fonte

Source link

Read More