Falta de pessoal qualificado contém avanço tecnológico da China

A China prevê agravamento da escassez de mão de obra qualificada enquanto o governo desenvolve setores de tecnologia e foca na necessidade melhorar o ensino e a capacitação.

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A incompatibilidade entre os empregos disponíveis e as habilidades das pessoas se tornará o principal problema do mercado de trabalho, afirmou Gao Gao, vice-secretário-geral da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, a repórteres na segunda-feira, após a apresentação de um novo plano de cinco anos para os empregos, que vai até 2025. A parcela de profissionais qualificados na força de trabalho subiu para aproximadamente 30%, mas ainda é baixa na comparação com outras potências mundiais, segundo ele.

A economia chinesa enfrenta uma contradição estrutural: faltam trabalhadores qualificados, mas o desemprego é alto e está aumentando ainda mais entre os jovens. Empresas na costa leste do país relatam dificuldades para contratar, enquanto a taxa de desemprego entre a população de 16 a 24 anos é mais do que o triplo da taxa nacional de 5,1%.

Em um plano detalhado publicado na noite de sexta-feira, o Conselho de Estado — principal órgão executivo do país — prometeu impulsionar os níveis de qualificação na economia, especialmente por meio da educação vocacional. O tempo médio de escolaridade da população em idade ativa será aumentado de 10,8 anos para 11,3 anos. A única meta obrigatória entre os 10 objetivos listados é aprimorar o setor manufatureiro e avançar na cadeia de valor.

Segundo Gao, “a escassez de mão de obra no setor manufatureiro é proeminente”, especialmente à medida que a demanda por pessoal qualificado aumenta e os operários da indústria envelhecem. A China precisa acelerar o treinamento de talentos urgentemente necessários em áreas importantes e atender à demanda de mão de obra no setor manufatureiro, disse ele.

O governo pretende criar 55 milhões de empregos urbanos até 2025 e limitar a taxa de desemprego em 5,5%, de acordo com o plano.

Pequim prometeu que o emprego será prioridade na política econômica. Essa meta ganhou importância recentemente, com as autoridades fazendo maior esforço para reduzir a desigualdade a fim de alcançar a “prosperidade comum”. Isso inclui melhorar os direitos dos trabalhadores, especialmente em setores como o de tecnologia, que na sexta-feira recebeu o alerta de um tribunal superior sobre a cultura de trabalho excessivo.

Quanto aos direitos trabalhistas, o governo se comprometeu a supervisionar o enquadramento das regras de jornada de trabalho e folgas. Outra promessa é reduzir a discriminação, incentivando empregadores a implementar flexibilidade para quem cuida de bebês e capacitação profissional para mulheres que deixam o trabalho para ter filhos.

Um novo foco no plano de emprego é a promessa de ampliar a parcela dos salários na economia como um todo, o que estreitaria a desigualdade de renda. Pequim prometeu aumentar a remuneração dos trabalhadores, especialmente dos que atuam na linha de frente, ao mesmo tempo em que eleva os salários e a produtividade.

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Empresa de transporte de passageiros Ola prepara para IPO de até US$ 1 bilhão – Forbes Brasil

Shailesh Andrade/Reuters

Bhavish Aggarwal, fundador da empresa indiana de transporte de passageiros por aplicativo Ola

A gigante indiana de transporte de passageiros Ola planeja levantar até US$ 1 bilhão por meio de uma IPO (oferta inicial de ações) e está buscando os bancos para assessorá-la na operação, segundo três fontes disseram à Reuters.

A Ola, com apoio do japonês Softbank, atraiu Citi, segundo duas pessoas com conhecimento direto do assunto. Também trouxe o Kotak Mahindra e o Morgan Stanley, de acordo com outras duas pessoas a par dos planos. A empresa, que compete com Uber, também conversa com Bank of America e JP Morgan, disse uma das pessoas.

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Ola, JP Morgan e Kotak Mahindra não responderam ao pedido por comentário em um primeiro momento. Bank of America, Citi e Morgan Stanley se recusaram a comentar.

A listagem bem sucedida do serviço de entrega de alimentos Zomato, apoiado pelo chinês Ant, em julho, deixou outras startups de tecnologia otimistas para acessar o mercado de capitais, disseram duas fontes.

Mais de meia dúzia de startups, incluindo a empresa de pagamentos Paytm, a farmácia eletrônica PharmEasy e o agregador online de seguros Policybazaar estão preparando IPOs, dando a investidores como Ant e Softbank uma chance de se retirarem.

Fundada em 2010 por Bhavish Aggarwal, a Ola lidera o mercado de transporte de passageiros por aplicativo na Índia, bastante afetado ano passado pelos lockdowns que mantiveram as pessoas em casa, forçando a empresa a cortar sua força de trabalho e temporariamente paralisar a maior parte dos seus negócios.

A Ola tem uma presença cada vez maior em vários mercados globais, como Austrália e Reino Unido.

Em julho, os fundos de capital de risco Temasek e Warburg Pincus investiram cerca de US$ 500 milhões na Ola antes do seu planejado IPO. (Com Reuters)

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AgroRound: relatório do Itaú BBA mostra crescimento da safra de trigo no Brasil – Forbes Brasil

Depois de uma previsão recorde para a safra global 2021/2022  de trigo, da ordem de 776,5 milhões de toneladas de trigo, o mais recente relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reduziu a estimativa de oferta do cereal em 15,5 milhões de toneladas após penalizações causadas pelo clima em países produtores. Porém, conforme avaliação do Itaú BBA, a situação no Brasil deve ser outra.

No relatório “Radar Agro”, a instituição reforça o parecer da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) que avaliou a safra de 2021 em 8,6 milhões de toneladas de trigo, a maior da história. Segundo o Itaú BBA, o aumento de 37,6% em relação à safra passada ocorreu por conta da “melhor perspectiva de margens ao produtor e a perda da janela do plantio do milho em algumas regiões”.

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O relatório também aponta a melhora na relação estoque/consumo. Após dois anos apertados, a oferta doméstica será 3,4% maior frente ao ano anterior, crescimento ligado à maior busca do trigo para a ração animal em substituição ao milho, encarecido após problemas climáticos.

Em relação ao produtor, “a procura pelo cereal deve manter o mercado aquecido tanto pela indústria moageira como pela de rações, além da oportunidade de escoar a produção para o mercado externo”, explica o relatório do Itaú BBA. “A negociação antecipada com bons níveis de margens com um desses agentes pode garantir capitalização para as safras de verão, que terá custos elevados.”

A seguir, confira outras notícias do AgroRound:

Basf investe mais em inovação aberta com startups

Segundo avaliação no ranking “TOP 100 Open Corps 2021”, organizado pela plataforma 100 Open Startups a Basf, global alemã de químicos, é a empresa da indústria desse setor que mais praticou inovação aberta com startups no Brasil no último ano. Além disso, a empresa subiu posições com relação ao ranking anterior e agora é a quarta colocada geral.

Dentre as iniciativas que auxiliaram a empresa a conquistar o título, uma das principais é o AgroStart, programa criado há cinco anos. A plataforma atua em quatro frentes: a aceleração de startups do agro, com interação com mais de 600 startups neste período; intraempreendedorismo para desenvolver ideias de colaboradores da Basf dentro da Garagem AgroStart; Ecossistema AgroStart em que são desenvolvidas parcerias com empresas de outros setores; e aportes do Basf Venture Capital, que realiza investimentos em startups e fundos de capital de risco e que em 219 destinou US$ 4 milhões ao fundo AgVentures II, administrado pela SP Ventures.

“Com o aumento da demanda por alimentos e por uma produção cada vez mais sustentável, o uso das tecnologias digitais já é uma realidade no campo. Observamos esta tendência de mercado, com o crescimento da agricultura 4.0”, diz Almir Araújo, diretor de digital, novos modelos de negócios e excelência comercial de soluções para agricultura da empresa na América Latina. “A Basf entende que o mais importante é levar a melhor solução para cada agricultor e que não resolvemos tudo dentro de casa.”

Mapa reforça campanha contra Peste Suína Africana 

Stringer/Reuters

Em meio à reforços para evitar a chegada da PSA (Peste Suína Africana) no Brasil após casos na República Dominicana, o Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) está ampliando suas ações preventivas através de uma campanha institucional em redes sociais.

A campanha de conscientização intitulada “Peste Suína Africana, aqui não!” chega às plataformas digitais do Mapa com conteúdos de orientação sobre as formas mais comuns de ingresso da doençca no Brasil e como diminuir essas ameaças.

“Nosso objetivo com essa campanha é alertar e, ao mesmo tempo, tranquilizar a sociedade, enfatizando que a doença não afeta seres humanos, mas lembrando que somos nós os responsáveis pela disseminação desse vírus, no momento em que ignoramos medidas sanitárias ao ingressar no Brasil com produtos de origem suína não autorizados”, destaca Geraldo Moraes, diretor do Departamento de Saúde Animal do Mapa. 

A campanha é realizada em parceria com o Anffa Sindical, sindicato que representa os affas (auditores fiscais federais agropecuários), envolvidos diretamente na força-tarefa que já existe hoje para evitar a entrada da PSA pelos aeroportos.

Sebrae e Correios lançam selos especiais “Queijos do Brasil”

Em uma parceria com o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), os Correios lançaram a série “Queijos do Brasil” de selos especiais. Selecionando oito iguarias, a coleção pretende valorizar os queijos produzidos artesanalmente e reconhecidos pela sua história e tradição.

Os produtos escolhidos foram: Queijo Minas Artesanal (MG), Queijo do Marajó (PA), Queijo Manteiga (RN), Queijo Coalho (PE), Queijo Cabacinha do Araguaia (GO), Queijo Artesanal Paulista (SP), Queijo da Região do Diamante (SC) e Queijo Artesanal Serrano (RS). No total, a coleção terá tiragem de 320 mil exemplares.

“Dentre os vários produtos que tornam a culinária brasileira admirada em âmbito global, os queijos nacionais certamente têm papel de destaque. Cada região desenvolve e difunde seu próprio método de preparo desse produto. Essa diversidade reflete com perfeição a pluralidade do povo brasileiro. Com o lançamento do selo especial Queijos do Brasil, os Correios e o Sebrae se unem para celebrar e reconhecer a importância de um produto genuinamente nacional, importante para nossa economia e cultura”, afirma o presidente dos Correios, Floriano Peixoto.

Abrapa e a Apex renovam convênio para promoção do algodão

Lucas Ninno/Getty

A Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão) e a Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) renovaram até 2023 uma parceria para a promoção do algodão brasileiro no mercado externo por meio do programa Cotton Brazil.

Entre as ações programadas está a elaboração de protocolos de certificação de boas práticas nas operações de embarque. Além disso, serão realizados novos estudos mercadológicos nos nove maiores compradores do algodão brasileiro – China, Bangladesh, Vietnã, Turquia, Paquistão, Indonésia, Índia, Tailândia e Coréia do Sul – , visando medir o impacto da primeira fase do Cotton Brazil e definir estratégias comerciais para cada mercado.

Durante a cerimônia de assinatura do convênio, o presidente da Apex, Augusto Pestana, comemorou os resultados da primeira etapa e a continuidade do projeto conjunto. “O próprio setor já conquistou seu espaço internacional e, para a Apex, é um privilégio poder se associar, trazer um pouco da nossa expertise e  contribuir para termos novas ambições e levarmos o algodão brasileiro para uma posição de liderança”, disse. 

Kepler Weber investe em digitalização do pós-colheita

Na última sexta-feira (27), a Kepler Weber, empresa fundada em Panambi (RS) e que tem como foco de negócio a armazenagem de commodities agrícolas, anunciou a criação de uma nova área de negócio focada na digitalização da cadeia de pós-colheita. O objetivo  é “agregar maior valor à cadeia de pós-colheita, através de inovações tecnológicas habilitadas pela plataforma sync, que conecta as unidades de beneficiamento e armazenagem e gera dados em tempo real sobre o desempenho das operações nas fazendas”.

A empresa afirma que conectará toda a jornada do grão após a colheita, desde a operação e logística até financiamentos e seguros agrícolas. “Esta área de negócio surge para ampliar os ganhos de eficiência e produtividade, transformando os dados coletados pela plataforma em um ativo para baratear custos e facilitar a vida dos produtores”, explica Tadeu Vino, superintendente comercial e de marketing da Kepler Weber.  A  plataforma sync, que está ganhando outras funcionalidade foi criada há dois anos.

Marfrig inclui mais de mil fazendas como fornecedoras regularizadas

Divulgação/Embrapa

A Marfrig, uma das maiores empresas de proteína animal no mundo, avançou em mais uma etapa do Plano Marfrig Verde Mais, iniciativa com o objetivo de acelerar a sustentabilidade na sua cadeia de valor. A companhia reincluiu 1.139 fazendas como fornecedoras regularizadas de bovinos, com relação aos compromissos socioambientais da companhia. 

As propriedades abateram 193.660 animais, que representam cerca de 15% do volume de animais processados neste ano pela empresa. Segundo a Marfrig, a reinclusão só foi possível a partir de suportes técnicos e assessoria jurídica oferecidos gratuitamente aos produtores,

“Ao invés de excluir e afastar, nós trazemos o produtor para perto e damos apoio e orientação. Com isso, conseguimos aliar produção e sustentabilidade, gerando mais valor para toda a cadeia de produção bovina”, finaliza Paulo Pianez, diretor de sustentabilidade e comunicação. 

Projeto Tech Maíz prevê maior produção de alimentos na América Latina

Criado pela Rede Latino-Americana do Milho, mecanismo de integração e cooperação que reúne pesquisadores de nove institutos públicos de pesquisa da Ibero-América, cinco universidades latino-americanas e o CIMMYT (Centro Internacional de Melhoramento de Milho e Trigo), o projeto Tech Maíz pretende pesquisar e inovar a favor do aumento de produtividade e sustentabilidade da cultura de milho, e para o benefício dos agricultores que o produzem. O projeto conta com representantes de países latino-americanos. No Brasil, a Embrapa Milho e Sorgo representa o país na iniciativa.

Segundo Lauro Guimarães, chefe-adjunto de transferência de tecnologia da Embrapa Milho e Sorgo, o projeto Tech Maíz tem forte ligação com os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da ONU (Organização das Nações Unidas) que tem por objetivo o treinamento de pesquisadores, agentes de assistência técnica e pequenos e médios produtores. “Visamos promover a adoção de ferramentas digitais, incluindo sensores remotos e aplicativos, além de outras tecnologias modernas que possibilitem melhorar o manejo de sistemas de produção e aumentar a produtividade de milho e outros cultivos associados, com maior sustentabilidade”, explica.

A Embrapa coordenará ações na rede de pesquisa de milho no país, incluindo a capacitação de profissionais de diversas regiões, e promoverá a interação entre instituições públicas que atuam com a cultura do milho nos âmbitos de PD&I (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação), TT (Transferência de Tecnologia) e assistência técnica, com foco em tecnologias aplicáveis a pequenas e médias propriedades.

Gran Coffee planeja novos investimentos até 2022

Sediada em Campinas (SP), a empresa de bebidas Gran Coffee, com marcas como Café do Centro, Spress e Astro Café em seu portfólio, busca retomar seu patamar de vendas de 2019 em 2022, após precisar readequar seu negócio durante a pandemia. Como grande parte da receita pré-pandemia vinha do segmento “Out of Home” (Fora do Lar), a empresa precisou investir mais de R$ 3 milhões em tecnologia para montar um e-commerce para os consumidores — e mesmo assim viu uma queda drástica em suas vendas de 2020.

Para poder melhorar a situação em 2022, a Gran Coffe planeja investir em seu crescimento. “Estamos agora nos preparando para a situação pós-pandemia. Para isso, retomamos os investimentos na atuação em grandes escritórios, onde precisamos defender nossa liderança e terminar de consolidar o setor”, diz Guilherme Gama, sócio fundador da empresa. “Planejamos investir R$ 30 milhões até 2022 para fortalecer os negócios em todos os seus segmentos de atuação, que vão do aluguel de máquinas ao fornecimento de produtos”, completa.

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Burger King ensina como seus clientes podem sair sem pagar a conta

Quer sair do BK sem pagar? A gente te explica como! Alinhando mais uma vez tecnologia com criatividade, o Burger King dessa vez está lançando uma campanha que explica de maneira bem divertida os benefícios do Clube BK que permitem juntar pontos a cada compra e que podem ser trocados por produtos e ofertas especiais. […]

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Gerdau lança edição especial da embalagem de sua primeira linha de pregos | Portal Aberje

Ação celebra 120 anos da maior empresa brasileira produtora de aço e relembra sua origem como uma fábrica de pregos

A Gerdau, maior empresa brasileira produtora de aço, comemora 120 anos de história em 2021 e, para celebrar, sua linha de pregos ganha embalagem inspirada no primeiro pacote produzido pela companhia, em 1901. A edição histórica, já disponível em todo o Brasil, contempla uma linha completa de pregos para diferentes aplicações – uma produção que encheria mais de 8 piscinas olímpicas por ano. A Gerdau é a maior produtora de pregos do Brasil e tem clientes em todo o mundo.

 Fundada em Porto Alegre como uma pequena fábrica de pregos, a companhia se transformou em uma das principais multinacionais brasileiras, com operações em 10 países e 30.000 colaboradores diretos e indiretos. Além de ter se tornado a maior empresa brasileira produtora de aço, é uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. A Gerdau é também a maior recicladora da América Latina, e a produção de pregos não é exceção: 100% da matéria prima vem da reciclagem da sucata ferrosa.

 “Somos uma companhia em constante evolução e com foco total no cliente. Com uma visão de longo prazo, nossa busca pela inovação é constante, e seguimos fiéis às nossas raízes empreendedoras. Por isso, elegemos a linha de pregos, primeiro produto da Gerdau, para celebrar nossos 120 anos. Desde 1901, temos a responsabilidade de ser o principal produtor de pregos do Brasil. Nos orgulhamos do nosso passado e atuamos com a inovação guiando o desenvolvimento de novos produtos e negócios para continuarmos moldando o futuro, sempre junto com nossos clientes”, afirma Mauro Franco, Gerente Geral de Marketing Gerdau Aços Brasil.

A embalagem comemorativa traz ainda um QR Code, que dá acesso a um conteúdo interativo com novidades como vídeos, jogos, informações sobre a história da Gerdau e seu portfólio de produtos.

 

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75% de grandes empresas no Brasil já foram ameaçadas por fake news | Portal Aberje

Enquete é da Aberje com lideranças de comunicação que trabalham ou atendem organizações de grande porte no País 

Levantamento da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), com profissionais do setor que trabalham ou atendem grandes empresas no Brasil, mostra que 75% dessas organizações já foram ameaçadas por fake news, ou seja, por notícias falsas que poderiam macular a reputação de suas marcas no mercado. 

Segundo a enquete, 67% dos comunicadores acreditam que é consistente ou alto o risco da empresa na qual trabalham ou atendem ser acometida por uma grave crise de imagem em razão de futuras fake news. Apesar disso, 71% dos líderes consultados afirmam não ter um plano de contingência específico para enfrentar eventuais campanhas de desinformação.   

O treinamento para enfrentar crises decorrentes de fake news também não entrou na agenda da maioria das empresas consultadas. Dos comunicadores que responderam ao levantamento, 82% garantiram que os altos executivos de suas organizações jamais fizeram uma preparação para enfrentar notícias falsas

Mesmo no âmbito das áreas de comunicação e marketing, percebe-se uma falta de preparo sobre o tema. Só 12% desses profissionais confirmaram ter realizado um treinamento sobre desinformação e 53% declaram ter um baixo conhecimento sobre a Lei de Fake News recentemente aprovada no Brasil. 

“Percebe-se que as empresas precisam preparar mais seus colaboradores para enfrentar os perigos e a urgência dessa questão”, afirma Hamilton dos Santos, diretor-geral da Aberje. “Acreditamos que é por essa razão que sentimos um forte comprometimento das lideranças de comunicação das grandes corporações brasileiras em apoiar nossa iniciativa para enfrentar o problema”, complementa.  

A enquete da Aberje foi realizada no âmbito do seu Comitê de Relacionamento com a Mídia e Influenciadores Digitais, grupo de estudos constituído por profissionais associados à entidade, que reúne 50 profissionais seniores de comunicação de grandes empresas. Essas organizações somam US$ 1,8 trilhão de valor de mercado no mundo e abarcam os segmentos financeiro, farmacêutico, automobilístico, tecnológico, alimentar, entre outros.  

Aliança contra fake news

Denominada “Aliança Aberje de Combate às Fake News  – movimento empresarial contra a desinformação”, a iniciativa é baseada no código de princípios do International Fack-cheking Network, do Poynter Institute, que prevê compromissos com o não-partidarismo, com as fontes, com a prestação de contas, com a transparência e com a honestidade. O objetivo da iniciativa é auxiliar e capacitar as organizações para combater a desinformação.

Esta semana, o movimento lançou uma newsletter mensal que traz informações sobre fake news no Brasil e no mundo. São conteúdos sobre desinformação que podem impactar os negócios, especialmente aquelas que ameaçam pautas como sustentabilidade, diversidade e democracia. Interessados em assinar a news, basta entrar em contato através do e-mail [email protected].

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Ronaldo Fenômeno anuncia “maior evento online de futebol do mundo”

Em novembro, as perspectivas e os conceitos de evento esportivo serão atualizados com o Futebol Experience. É o que promete Ronaldo Nazário, o Fenômeno. A proposta é de um espaço coletivo no universo digital que, através de inovações tecnológicas, proporcionará uma experiência imersiva e interativa aos fãs do esporte no Brasil. Idealizado por Ronaldo Fenômeno, por intermédio da sua agência Octagon Brasil e em parceria com a TD-Transformação Digital, trata-se do maior evento virtual sobre futebol já produzido no mundo e que acontecerá entre os dias 8 e 12.

O encontro já tem confirmadas as presenças de craques como Kaká, Cafu, Parreira, Lukas Podolski, campeão do mundo em 2014 com a Alemanha, Tamires, lateral da Seleção Brasileira e do Corinthians, Fred, do canal Desimpedidos, além de profissionais do mercado como Alexandre Gama, Sarah Buchwitz, e dirigentes como Marcos Braz, vice-presidente do Flamengo, Aline Pellegrino, coordenadora de Competições Femininas da CBF, dentre outros grandes nomes.   “Nossa indústria está enfrentando o maior desafio da história em razão da pandemia. É preciso criar oportunidades em meio à crise e tenho certeza que unir os maiores entendedores e apaixonados pelo futebol neste momento é mais importante que nunca. Promover interação com o público em um evento online é um super desafio e estamos muito comprometidos em entregar algo totalmente inédito no mercado”, contou Ronaldo.

O FTBL Experience será palco de debates importantes sobre temas como audiência, formação de ligas, futebol feminino, gestão de marketing, marcas e patrocínios. Serão cinco dias de evento, 100% gratuito, em plataforma de navegabilidade intuitiva, com recursos e ferramentas inovadoras. O engajamento é garantido através de gamificação e várias outras atividades interativas, aproximando o fã dos diversos speakers. Atletas, executivos, personalidades da internet como Fred, do canal Desimpedidos, e referências do jornalismo esportivo estarão entre os convidados.  “A tecnologia empregada em todos os eventos da TD será extrapolada no FTBL Experience permitindo para as marcas parceiras ativações inéditas no digital e para a audiência uma imersão no universo do futebol do início ao fim. A emoção do esporte será traduzida em cada detalhe do 3D, em um projeto pioneiro no Brasil”, comentou Tiago Magnus, CEO da TD.

A experiência será dividida em um formato de quadros programáticos.  Embora a essência seja de um canal de futebol, o projeto vai além, transformando a participação da audiência em elemento decisivo no andamento do evento. O quadro “Ah, Se Eu Fosse Você!” é um desses termômetros de interatividade: o público presente poderá palpitar sobre os assuntos discutidos, junto a dirigentes e jornalistas. E os fãs terão ainda total controle sobre o conteúdo dos quadros, podendo assistir quando e da forma que quiser, com trilhas personalizadas. “Vamos explorar todo o potencial do formato digital e gerar muito conteúdo relevante para o público, com tecnologia de ponta e total interatividade. O evento virtual democratiza o acesso à informação do segmento esportivo que, antes, era de certa forma restrita e nichada – esse acesso será gratuito em todos os dias do FTBL. A inovação do evento vai além do formato, mas também no conteúdo e ambiente. Vamos unir no mesmo contexto diferentes abordagens do universo do futebol: pro fã, a resenha, os momentos marcantes e as histórias de bastidores. Pro profissional da indústria, discussões que prezam pela evolução do mercado e senso de coletividade que o esporte tanto precisa. Estou certo de que essa experiência será incrível para todos os participantes – sobretudo, para o futebol”, explicou Eduardo Baraldi, CEO da Octagon Brasil.

Haverá premiações para os participantes que inscreverem amigos no evento, como visitas guiadas aos grandes clubes de São Paulo e do Rio de Janeiro, bolas e camisas autografadas, além de uma experiência exclusiva com Ronaldo, na Espanha.

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Novo Galaxy Watch 4, da Samsung, mede seu percentual de gordura

O Watch 4 é o relógio mais coeso já lançado pela Samsung até o presente momento. O aparelho usa o sistema do Google para smartwatches, chamado Wear OS, que é bastante intuitivo e tem ótimo visual. O usuário pode facilmente verificar o nível de atividade do seu dia, como o tempo que passou em movimento, quantas horas ficou em pé por alguns minutos e o número de calorias queimadas em exercícios. Leia o review a seguir.

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Usabilidade e recursos

Na configuração de fábrica, o relógio já vem com mais de dez modalidades de exercícios físicos que podem ser rapidamente iniciadas. Quem pratica atividades mais específicas pode fazer o download de novos modos quando o produto estiver pareado com o celular.

Uma das principais novidades é a mensuração do percentual de gordura corporal. O indicador é uma métrica popular entre nutricionistas e médicos para diferenciar a massa magra da massa gorda de um paciente, ou seja, para entender com clareza o que é músculo e o que é gordura.

O relógio mede rapidamente o percentual de gordura corporal do usuário, após uma breve configuração de altura e peso. Basta que o usuário ative a medição e coloque os dedos anular e médio sobre os botões do relógio. Em nossos testes, a medição se mostrou também eficiente quanto à medição da balança Mi Scale Body Composition 2, da Xiaomi. Todos os resultados da mensuração do Watch 4 podem ser vistos detalhadamente no aplicativo Samsung Health, a central digital de saúde da empresa.

O Watch 4 também é capaz de fazer tudo que se espera de um relógio inteligente: ver notificações, mandar mensagens rápidas, consultar a previsão do tempo, verificar o calendário, medir o batimento cardíaco, fazer um eletrocardiograma e medir a qualidade do seu sono (com base na movimentação noturna). Com isso, o aparelho é um rival à altura para qualquer smartwatch, incluindo o líder de mercado Apple Watch. Vale notar que o relógio da Samsung é compatível com todos os smartphones recentes que tenham sistema operacional Android e também com todos os iPhones lançados nos últimos anos.

Bateria

Se a sua preocupação é com a bateria do relógio, não há razões para temer. A bateria do Watch 4 dura, pelo menos, um dia inteiro, e o seu carregador o acompanha na caixa. Em nossos testes, a carga caiu 10% durante uma noite de sono. Foi preciso recarregá-lo somente após um dia e meio de uso.

Conclusão

O Galaxy Watch 4 marca uma nova era dos relógios inteligentes da Samsung e torna a concorrência ainda mais séria no mercado de smartwatches no Brasil e no mundo. O dispositivo se destaca, especialmente, pela medição de gordura corporal, algo normalmente encontrado apenas em consultórios de médicos e nutricionistas ou em balanças inteligentes. O sistema operacional maduro e a combinação de sensores de alta qualidade tornam o relógio uma das melhores opções do mercado na atualidade.

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Com 26 mil revendedores, a gigante calçadista que o Brasil desconhece

Se o mercado está levando os grandes varejistas brasileiros a correr atrás da digitalização e a fortalecer o e-commerce, a calçadista gaúcha Beira Rio caminha na contramão. Com oito marcas, entre elas Vizzano e Moleca, a empresa cresce empregando a mesma estratégia que sempre utilizou para vender sapatos: abastecer milhares de sapatarias em todo o Brasil. Sem vendas online – e nem intenção imediata de estabelecer esse canal -, as marcas da companhia estão perto do consumidor de outra forma: nas lojinhas de bairro.

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A relação quase simbiótica com os revendedores – são 26 mil no Brasil e no exterior – é apontada por muitos especialistas no setor calçadista como o “pulo do gato” da Beira Rio, destaca o Estadão. É comum que, no interior, as sapatarias vendam quase que exclusivamente os produtos da calçadista gaúcha, já que ela fabrica de sandálias a tênis, de chinelos a sapatos de salto, no adulto e no infantil. Em vez de investir em campanhas de redes de TV com celebridades famosas, ela tenta ajudar os pequenos a vender mais, com materiais de ponto de venda.

No fim das contas, porém, a estratégia da Beira Rio com os lojistas pode se resumida a uma palavra: prazo. Ao dar fôlego a esses negócios, a fabricante consegue se proteger de duas forças no setor: os sapatos chineses, que são muito mais baratos, mas têm de ser pagos à vista, e também manter a distância a concorrência local, que não consegue esperar tanto para receber.

O prazo para os lojistas pagarem os pedidos da Beira Rio chegam a 100 dias, segundo o fundador da empresa, Roberto Argenta. Ou seja: para pequenos negócios sem capital de giro, muitas vezes é possível vender os calçados antes que a fatura para pagar a fábrica vença. “Buscamos dar um bom atendimento ao lojista mostrando que ele, ao comprar nosso produto, vai fazer um bom negócio”, resumiu Argenta ao Estadão, na semana passada.

Na pandemia, a Beira Rio quase não parou: as oito fábricas em solo gaúcho, que reúnem um total de 7 mil funcionários, continuaram a produzir, com os devidos cuidados para evitar a proliferação da covid-19, o que resultou em um estoque confortável. Assim, diz Argenta, é possível atender aos lojistas com rapidez caso ele sinta falta de algum produto – fontes de mercado estimam que o estoque da empresa seja de cerca de 20 milhões de pares para pronta entrega. Essa capacidade de fornecimento, que evita que as sapatarias corram para outros fornecedores, se solidificou nos últimos anos, segundo Luciano Pires Cerveira, consultor especializado no setor calçadista.

Antes associada a calçados femininos, a empresa ampliou o leque de produtos, passando a produzir também tênis, sapatos masculinos e modelos anatômicos – dominando, assim, quase todos os nichos do segmento. “A Beira Rio não trabalha com franquias, mas é possível se abrir uma loja apenas com produtos dela”, diz Cerveira. O especialista destaca que, além disso, a empresa funciona sempre com os custos em mente. “Eles conseguem oferecer tênis no varejo a R$ 49,90, com boa relação custo-benefício para o consumidor de baixa renda. Assim, fidelizam qualquer portinha do interior.”

Ganhos

Com essa estratégia, a empresa surgiu em 1975, no que Argenta descreve como um “barracão na beira do rio” (daí o nome do negócio), consegue bater a lucratividade de negócios muito mais conhecidos e celebrados – tanto no meio empresarial quanto no mercado financeiro. No ano passado, a Beira Rio, que é uma sociedade anônima, teve lucro de R$ 377 milhões a partir de um faturamento de pouco mais de R$ 2 bilhões, em plena pandemia. Os ganhos da empresa ficam bem à frente dos exibidos pela Arezzo (R$ 87 milhões) e pela Vulcabrás (R$ 31 milhões) no período. E não ficam muito atrás dos registrados pela Grendene (R$ 405 milhões).

O segredo para o resultado, segundo Argenta, é o reinvestimento no negócio de cerca de 70% de todo o lucro que ele gera. Assim, a companhia amplia as linhas de produção para atender a um público mais amplo e consegue financiar os clientes sem ter de lançar mão de financiamentos externos. O empresário disse ao Estadão já ter sido abordado por fundos de private equity (que compram participações em empresas), mas as conversas nunca evoluíram. Uma abertura de capital também não está no horizonte – ao garantir que seu “ecossistema” funcionasse sem intervenções a Beira Rio conseguiu crescer mantendo-se fora do radar.

No entanto, os concorrentes estão de olho no segredo da empresa para produzir tanto e com custo tão baixo. Tanto é assim que o empresário Alexandre Grendene, controlador da gigante calçadista de mesmo nome, é sócio da Beira Rio, com cerca de 12% do capital. Embora seja minoritário, Grendene chegou a entrar em conflito público com Argenta – dono de mais da metade da companhia – em um dos poucos episódios que levaram o nome da Beira Rio à mídia no passado recente.

Ontopsicologia

Os empresários chegaram a um acordo na disputa, que envolveu a doação por Argenta de uma parte da companhia para a Fundação Antonio Meneghetti, que homenageia o pai da chamada ontopsicologia, linha de estudos a qual o fundador da Beira Rio é um assumido entusiasta. Uma fonte do setor definiu a dedicação do empresário à ontopsicologia como “uma religião”.

Ao Estadão, Argenta definiu a ontopsicologia como a “lei da ciência da vida, das leis naturais e eternas do universo”. O empresário conta que a maioria do corpo executivo da Beira Rio passa por um curso de MBA na Faculdade Antonio Meneghetti, na qual ele é investidor. Nos últimos anos, o projeto cresceu e passou a oferecer novos cursos, motivando Argenta a empreender além dos calçados.

Para dar força aos cursos de agronomia e gastronomia da Antonio Meneghetti, ele está tirando do papel dois novos projetos: uma fábrica de azeite de oliva, que hoje opera em fase experimental, e um resort que abrirá para convidados neste fim de semana. Parte da motivação por trás desses negócios, conta o empresário, é oferecer oportunidades de treinamento prático aos estudantes.

Desde que começou a marca Recanto Maestro, Argenta conta que começou a tomar uma colher de azeite todas as manhãs – um hábito que, garante, fez sua saúde melhorar. Mas, para além do seu próprio projeto, o empresário se entusiasma com o potencial das oliveiras para a economia gaúcha, em especial para a região central do Estado, ainda dependente da cultura do fumo. A compra garantida do fruto pelas fábricas de azeite que começam a surgir na região, diz Argenta, pode ser uma alternativa de desenvolvimento para o Rio Grande do Sul.

Pé na política

Essa preocupação com a economia como um todo é um reflexo da ligação do empresário com a política. Argenta já foi prefeito de Igrejinha – cidade de 37 mil habitantes que fica a cerca de 80 km Porto Alegre, onde fica a sede da Beira Rio – e também já foi deputado federal pelo Estado, entre 1999 e 2003. Desde então, pendurou as chuteiras na política.

Porém, começam a surgir comentários de que um retorno do dono da Beira Rio está em gestação. Já é possível ver carros circulando pelo Estado com adesivos promovendo a pré-candidatura de Argenta ao governo estadual, no ano que vem. Questionado sobre o assunto ele desconversa. Mas diz que trabalha para convencer governadores, parlamentares e até o presidente da República a assinar um pacto nacional. “Chegou o momento de sentarmos e ver o que é o melhor para o Brasil, pois a maioria quer isso.”

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Com uso de Pix e redes sociais, universidades miram pequeno doador

“Marque três amigos para doar”, pede uma publicação de ex-alunos da Universidade de São Paulo (USP) no Instagram. O objetivo é engordar o fundo de doações, chamado endowment, da Escola Politécnica, um dos pioneiros no País. Na esteira de algumas poucas experiências bem-sucedidas, universidades brasileiras tentam alavancar a criação dessas poupanças. Além de ex-alunos endinheirados, as instituições miram agora pequenos doadores interessados em apoiar projetos de impacto social e impulsionar a pesquisa brasileira.

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Comuns nos Estados Unidos, os endowments são fundos de longo prazo, formados por doações. O dinheiro é investido no mercado e a universidade só usa o que rende, para ações como melhorar laboratórios, apoio à pesquisa e bolsas. A ideia é que o fundo seja perene: quanto maior o bolo de doações, maiores os rendimentos e mais projetos são apoiados. Os fundos não substituem o orçamento público, mas servem para ações complementares. No Brasil, uma lei de 2019 deu diretrizes para criar endowments, mas o governo vetou incentivos fiscais a doadores, o que é visto como obstáculo às iniciativas.

Nos últimos meses, universidades estaduais paulistas avançaram em seus endowments. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), por exemplo, abriu o canal de doações há quatro meses. A USP, que já tem fundos patrimoniais ligados a escolas como as de Engenharia, Administração e Medicina, espera consolidar o fundo de toda a universidade até o fim do ano. E a Universidade Estadual Paulista (Unesp) iniciou contatos com potenciais doadores para colocar a medida em prática.

As estratégias para engajar doadores vão de publicações nas redes sociais à facilidade de pagamento. Os apoiadores milionários, em geral ex-alunos, continuam bem-vindos, claro, mas os grupos também investem na “captação de varejo” de quantias modestas, como R$ 20. Transferência por Pix e planos de assinatura, como uma “Netflix das doações”, encurtam o caminho. Além de engordar o cofre, pequenas contribuições vindas de muitos bolsos dão legitimidade aos fundos.

“Temos recebido doações de valores pequenos, gente perguntando se pode doar um pouco todo mês”, diz Andreia Marques, gerente de desenvolvimento institucional do Fundo Lumina, da Unicamp, que já captou R$ 500 mil de 65 doadores.

Transferências por Pix representam um terço do total. Os fundos patrimoniais das universidades “surfam” no destaque ao trabalho científico na pandemia e, ao mesmo tempo, na reação contrária ao discurso anticiência e aos cortes de verbas pelo governo Jair Bolsonaro. “Hoje doar para a universidade é quase um ato de resistência.”

Pedagoga formada pela Unicamp, Helena Whyte, de 60 anos, diz admirar universidades do exterior que têm poupanças com doações volumosas. Ela foi uma das primeiras doadoras do Lumina. “O fato de o governo (federal) negar a ciência e colocar empecilhos para quem está na pesquisa me fez ficar preocupada.” Helena espera que os rendimentos do fundo priorizem alunos da periferia.

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