Investimento de empresas em startups no Brasil dispara em 2021 para US$ 622 milhões – Forbes Brasil

Marcelo Del Pozo/Reuters

Estudo aponta que os investimentos em startups foram impulsionados pela digitalização de serviços financeiros e o isolamento social

Os investimentos feitos por empresas em startups no Brasil disparam neste ano, na esteira da digitalização acelerada de negócios como serviços financeiros e comércio eletrônico, diante do isolamento social oriundo da pandemia da Covid-19, mostrou um estudo ontem (30).

Segundo o levantamento feito pela plataforma de inovação Distrito, só nos primeiros sete meses deste ano, o chamado capital de risco corporativo movimentou cerca de US$ 622 milhões em negócios de base tecnológica, por meio de 22 aportes. Isso já é mais do que o triplo do aportado em 2020, de US$ 199 milhões, em 27.

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O estudo traz uma análise do setor nos últimos 20 anos, com 212 rodadas desse perfil, das quais 162 tiveram os volumes transacionados revelados somando US$ 1,3 bilhão.

Cerca de 70% dos investimentos mapeados são para negócios em estágios iniciais. Entre as corporações que mais apostaram em veículos startups estão como indústrias financeiras, econômicas e de tecnologia, com 16, 15 e 14 operações cada, respectivamente.

As fintechs foram líderes em número de operações, com 24, movimentando US$ 249 milhões. Mas as quatro transações do setor imobiliário levantaram ainda mais, US$ 379 milhões, incluindo aporte como o da Qualcomm no Quinto Andar. Outro destaque foi o setor de varejo, com US$ 206 milhões em 17 aportes.

“Cada vez mais as grandes empresas têm entendido a aproximação com as startups como um recurso estratégico e fundamental para a sua transformação digital”, afirmou Bruno Pina, diretor de inovação do Distrito. (Com Reuters)

 

 

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Golpista da dark web vira informante do FBI para ajudar a prevenir assassinatos por encomenda – Forbes Brasil

Reprodução/Forbes

O golpista anônimo, usuário da dark web, contou ao FBI que recebeu uma proposta de US$ 5.000 para matar alguém

A reputação da dark web como espaço sem lei da internet onde tudo, desde drogas, armas e até assassinos podem ser comprados, tornou-se uma lenda urbana moderna. Documentos judiciais divulgados recentemente revelam como um usuário da dark web que alegava oferecer assassinato encomendado era, na verdade, um golpista agindo como informante do FBI.

Em fevereiro de 2020, o golpista anônimo estava no estado de Washington, nos Estados Unidos, quando contou ao FBI que recebeu uma proposta de US$ 5.000 para matar alguém. “Sinto que todas as pessoas alvo de um crime como esse estão em perigo. Os clientes que pagam para matar alguém mostram que levam a sério o assassinato dessa pessoa”, o usuário, de acordo com um mandado de busca e apreensão revisado pela Forbes.

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O FBI se ofereceu para fornecer “informações sobre as vítimas, evidências de pagamentos e outras informações para rastrear os mandantes”. Segundo o informante, embora os clientes escondam seus endereços IP e não forneçam seus nomes reais ou detalhes que permitam comprovar suas verdadeiras identidades, eles ainda podem ser identificados. O golpista anônimo não foi identificado, e não se sabe se o FBI conhece sua verdadeira identidade.

De acordo com as informações do mandado, o administrador do site contou aos agentes sobre uma vítima em Bellevue, Washington, e disse que recebeu uma mensagem do usuário que havia encomendado o assassinato, que dizia: “mate-a o mais rápido possível. Eu não me importo como, apenas tenha certeza de que ela está morta. Eu prefiro que você atire na cabeça dela. Ela trabalha na [corporação] em Bellevue, mas não sei onde exatamente. Não sei se isso ajuda de alguma forma. Ela tem um filho de três anos, e normalmente sai para buscá-lo às 17h, então geralmente chega em casa por volta deste horário. Por favor, não faça nada com o menino. Me envie uma prova quando o trabalho estiver concluído.” Segundo as autoridades, um pagamento de 0,53 bitcoin (cerca de US$ 5.000) foi feito na carteira do informante em 4 de fevereiro de 2020.

Quando o FBI encontrou o alvo, que não foi identificado, os agentes a entrevistaram para determinar quem poderia ter encomendado o assassinato. A agência norte-americana disse que descobriu que o marido da vítima teve um caso extraconjugal com uma mulher que conhecera em uma conferência. Ele não só estava tendo um caso com a amante, como também estava dando dinheiro a ela, e em uma ocasião ela pediu US$ 5.000.

No mandado de busca emitido para analisar as contas de e-mail da Microsoft e do Gmail, a companheira do marido foi identificada como a principal suspeita, e admitiu aos investigadores que havia encomendado o golpe na dark web. A Forbes não está divulgando o nome da suspeita porque nenhuma acusação foi feita ainda.

De acordo com a entrevista retransmitida no mandado de busca, a suspeita disse que usou um “telefone antigo” para solicitar o assassinato e baixou um aplicativo em seu aparelho, que se acredita ser o navegador Tor, para esconder sua identidade. Segundo o FBI, ela disse que tentou impedir o ataque, mas não conseguiu porque não conseguiu acessar o site depois de fazer o pedido.

Antes de ser entrevistada, em dezembro de 2019, a suspeita fez uma visita à casa da vítima e disse ao marido que planejava assassinar sua esposa com uma faca. No entanto, ela contou para o FBI que não estava armada e que não tinha a intenção de realmente matar a mulher. A esposa havia recebido fotos no Facebook que mostravam seu marido e a suspeita se beijando. De acordo com o mandado de busca, o envio foi supostamente organizado pela suspeita.

O governo escreveu que depois que a suspeita decidiu encomendar o assassinato, ela disse que usou um caixa eletrônico bitcoin e visitou vários sites de aluguel obscuros, escolhendo um que não pedia informações de identificação, como uma carteira de motorista. Ela reclamou com o corretor da dark web porque o ataque não havia ocorrido, ao que o informante respondeu que o assassino contratado estava preso e que eles estavam tentando encontrar outra pessoa para fazer o trabalho.

O FBI disse que o informante ajudou a identificar uma outra ordem de assassinato, mas nenhum detalhe foi fornecido.

Frequentemente, os sites de assassinato de aluguel na dark web são considerados golpes. Mas no ano passado, a Europol disse que um homem italiano pagou US$ 12 mil em criptomoedas para alguém agredir sua ex-namorada com ácido, deixando-a numa cadeira de rodas. A agência europeia conseguiu rastrear de onde vinha o pagamento e prevenir o ataque, após fazer “uma criptoanálise complexa e urgente para permitir a identificação do provedor”.

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Artefacto expande atuação ao assinar empreendimento de luxo no litoral catarinense – Forbes Brasil

Divulgação

Com um investimento inicial de R$ 90 milhões, o empreendimento Artefacto Towers by CK tem previsão de entrega em 2025

A Praia Brava, uma das mais badaladas do litoral catarinense, entre Itajaí e Balneário Camboriú, foi o local escolhido pela empresa de móveis de alto padrão Artefacto para o lançamento de seu primeiro projeto imobiliário de luxo. Ainda no papel, a iniciativa – que tem a parceria da CK Construções e Empreendimentos e foi batizada de Artefacto Towers by CK – tem previsão de entrega só em 2025, mas já mostrou a que veio: em apenas dois meses de divulgação, já vendeu 80% das 195 unidades previstas.

Para Paulo Bachi, CEO da Artefacto, e Charles Kan, diretor da CK, o sucesso é resultado de uma parceria que deu certo. “Já estávamos buscando algo diferente para lançar na Praia Brava. O avanço imobiliário nas regiões de Balneário Camboriú e Itajaí está muito acelerado, então investir em uma praia que fica entre essas cidades é a oportunidade do momento. Pode anotar”, aposta Kan. “Quando fomos apresentados à Artefacto, o namoro deu certo logo de cara. Era esse o DNA que queríamos no nosso empreendimento.”

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Referência há 45 anos no mercado de luxo de homewear e decoração, a Artefacto conquistou seu espaço no Brasil com projetos de decoração em alguns dos principais hotéis de luxo do país, como Tangará, Fairmont, Unique, Renaissance, Hilton Barra e The Perry. Já no exterior, com escritórios consolidados no sul dos Estados Unidos – na Flórida, mais especificamente -, tem seu nome atrelado a empreendimentos assinados por arquitetos renomados como Norman Foster, Renzo Piano e Zaha Hadid, além de estar presente em hotéis de luxo da França e no novo projeto do Cipriani Club, em Nova York.

Satisfeita com os resultados em nível  internacional, a companhia decidiu voltar seu olhar para o Brasil novamente e inovar. Mas agora, em vez de projetos que contemplam apenas alguns ambientes, a ambição é maior: um edifício inteiramente decorado pela marca. Dos ambientes sociais aos apartamentos familiares, todo o estilo terá o DNA e a assinatura da Artefacto. “Somos a primeira empresa brasileira de mobiliário a assinar um empreendimento completo”, revela Bachi. E era exatamente esse pioneirismo que o diretor da CK estava buscando para a região. Kan abraçou a ideia sem pestanejar.

“Desde o pré-lançamento, já houve 35% de aumento nos valores de tabela”, conta Kan. “Quando lançamos o empreendimento, a ideia era ser o primeiro home club de luxo da Praia Brava, mas com um preço acessível. No meio do processo, aprendemos que acessível não era sinônimo de barato. Aumentamos o VGV (Valor Geral de Vendas) e provamos ao mercado que nosso empreendimento era um pouco mais caro em função da qualidade. Ajustamos a tabela exatamente para mostrar que era um produto diferenciado, e o consumidor entendeu. Nossos resultados provam isso.”

Com um investimento inicial de R$ 90 milhões, o empreendimento Artefacto Towers by CK é assinado pelo escritório NWO Arquitetura e toda a área comum do empreendimento possui o design de interiores da arquiteta Patrícia Anastassiadis, com mobiliário 100% Artefacto. “O produto respira uma atmosfera diferente. O mercado estava carente desse tipo de imóvel, então não temos concorrentes”, destaca Kan.

Já a definição de home club, segundo os parceiros de negócio, passa por um  empreendimento que oferece uma estrutura completa de lazer aos proprietários, que não precisam sair de casa para se divertir ou praticar exercícios. “Temos academia, piscina aquecida, área de wellness com SPA e sauna, salão de jogos, cinema, quadra poliesportiva, área de churrasco e muito mais. São 4.200 metros quadrados de área de lazer”, explica Kan.

Na parte interna, as 195 unidades de apartamentos se dividem em 33 andares e cinco tipos de plantas: dois ou três dormitórios, unificados, coberturas duplex e cobertura penthouse. A unidade mais barata custa R$ 735 mil, enquanto a mais cara – os unificados – está em torno de R$ 4 milhões.

Com previsão inicial de começar as obras em 2022, o cronograma foi adiantado por conta do sucesso de vendas – e a construção já está em andamento. Ansiosos para o lançamento, em 2025, os executivos esperam levar ainda mais sofisticação ao setor imobiliário de Santa Catarina. “A Praia Brava tem um lifestyle diferente. Brincamos que Jurerê, em Florianópolis, já foi a bola da vez. Hoje, nós somos a bolsa da vez”, diz Kan, rindo. “Já podemos falar que a união das duas empresas é um case de sucesso na construção civil.”

Para Bachi, o plano é enxergar o empreendimento como uma porta de entrada para outros projetos futuros. “Colocar o nosso nome em algo é uma grande responsabilidade, então a parceria com a CK é muito sólida. Começamos a conversar há um ano, no meio da pandemia, e batemos o martelo logo na sequência. Sentimos tanta confiança um no outro que assinamos o contrato depois que 50% do prédio já estava vendido”, conta o CEO. “Entrar nesse home club vai ser como visitar um showroom da marca. A ideia é crescer com a CK em Santa Catarina e com outras construtoras no Brasil. Já temos planos para a nossa Artefacto Towers em São Paulo.”

Confira, na galeria abaixo, algumas imagens do novo home club de luxo de Santa Catarina:

Divulgação


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Os tenistas mais bem pagos de 2021 – Forbes Brasil

Forbes

Os dez melhores jogadores de tênis do mundo arrecadaram US$ 320 milhões nos últimos 12 meses, uma queda de 6% em relação aos US$ 340 milhões conquistados em 2020

O famoso campeonato norte-americano de tênis, o U.S. Open, não terá neste ano alguns nomes famosos, como Roger Federer, Rafael Nadal e Serena Williams, bem como Dominic Thiem, de 27 anos, campeão de tenis masculino 2020. Mas não importa quem ganhe o torneio – e seu prêmio máximo de US$ 2,5 milhões – isso significa pouco para os jogadores de tênis mais bem pagos do mundo, que recebem somas bem maiores do que o torneio tem a oferecer.

Federer – que não competirá por conta de uma lesão no joelho – assume o primeiro lugar novamente entre os mais bem pagos de 2021, com ganhos de US$ 90,6 milhões (antes de impostos) nos últimos 12 meses, segundo estimativas da Forbes.

Naomi Osaka conquistou US$ 60,1 milhões em 2021, com mais de 90% dos ganhos provenientes de trabalhos fora das quadras. Serena, que está tratando uma lesão no tendão da coxa, está em terceiro lugar, com US$ 41,8 milhões em receita, seguida por Novak Djokovic, com US$ 38 milhões.

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Nadal completa o top 5 com US$ 27 milhões, apesar de uma condição no pé que o deixa fora do U.S Open até 2022.

Juntos, os dez jogadores de tênis mais bem pagos do mundo ganharam US$ 320 milhões nos últimos 12 meses, uma queda de 6% em relação ao total de US$ 340 milhões de 2020, em grande parte porque a pandemia eliminou ou limitou as oportunidades para os jogadores receberem prêmios em dinheiro e pagamentos em aparições públicas, que podem ocorrer na casa dos milhões para superstars dispostos a aparecer em exposições e torneios menores.

A crise foi mitigada fora das quadras, onde os dez principais jogadores ganharam US$ 281 milhões, um aumento de 4% em relação ao ano passado, apesar dos gastos reduzidos de muitas marcas, já que a Covid-19 sobrecarregou seus orçamentos.

Esse é um luxo que nem todo mundo nos esportes pode se dar. Os jogadores de tênis trabalham essencialmente como atletas autônomos, sem salários fixos, equipes ou ligas para apoiá-los em tempos difíceis. E o impacto do cancelamento de eventos nos últimos 18 meses vai muito além do prêmio em dinheiro perdido: com exceção de algumas das maiores estrelas – Federer e Serena, os contratos feitos com os jogadores de tênis normalmente incluem uma redução nos pagamentos se eles não participam de um número mínimo de partidas.

Essa difícil realidade levou a Associação de Tênis dos Estados Unidos a mudar a alocação do prêmio em dinheiro do U.S Open deste ano, para ajudar os jogadores com classificação inferior, que enfrentam dificuldades financeiras sem os jogos. O prêmio total em dinheiro chega a US$ 57,5 ​​milhões, e o pagamento para cada campeão individual foi reduzido para US$ 2,5 milhões, uma queda de 17% em relação ao ano passado e de 35% em relação a 2019. Pelas novas regras, os jogadores que perderem na primeira rodada irão ganhar US$ 75 mil, acima dos US$ 61 mil do ano passado, e os perdedores da segunda rodada receberão um aumento de US$ 15 mil, totalizando US$ 115 mil.

A mudança chega em um momento importante de transição para o esporte, com algumas de suas estrelas mais brilhantes se aproximando da aposentadoria. Enquanto Djokovic continua no auge, com três títulos de Grand Slam já em 2021, Federer, aos 40 anos, jogou em apenas cinco eventos desde fevereiro de 2020. O atleta também afirmou recentemente no Instagram que precisa passar por uma cirurgia e pode ficar “muitos meses” fora das quadras, gerando especulações de que ele possa nunca mais voltar a competir.

Serena fará 40 anos no próximo mês, e Nadal, de 35 anos, jogou um total de 14 eventos nos últimos dois anos – menos do que em 2019. O U.S Open deste ano é o primeiro Grand Slam sem nenhum dos três desde 1997, como observou o escritor de tênis Ben Rothenberg no Twitter.

A competição permanecerá acirrada fora das quadras à medida que jogadores se juntam a nomes como Andy Murray na construção de seus negócios. Murray, de 34 anos – que já foi considerado um dos quatro grandes do tênis masculino ao lado de Djokovic, Federer e Nadal – passou os últimos anos compilando acordos publicitários.

Metodologia

Os números dos ganhos nas quadras refletem o prêmio em dinheiro arrecadado nos últimos 12 meses, desde o U.S Open de 2020. As estimativas de ganhos extrajudiciais refletem a receita de endossos, aparições, licenciamento e direitos de imagem, bem como retornos financeiros de negócios operados pelo jogador. A Forbes não inclui receitas de investimentos, como pagamentos de juros ou dividendos, e não deduz impostos ou taxas de agentes.

TPN/Getty Images


Tim Clayton/Getty Images
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Governo central tem déficit de R$ 19,8 bilhões em julho, acima do esperado – Forbes Brasil

Bruno Domingos/Reuters

No acumulado de janeiro a julho, o déficit do governo central é de R$ 73,432 bilhões

O governo central, composto por Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social, registrou déficit primário de 19,829 bilhões de reais em julho, informou o Tesouro hoje (30).

O resultado veio acima do rombo estimado por economistas de R$ 17,3 bilhões, segundo pesquisa da Reuters.

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No acumulado de janeiro a julho, o déficit é de R$ 73,432 bilhões, frente a R$ 505,232 bilhões em igual período de 2020, ano que foi marcado por despesas recordes por conta do enfrentamento à pandemia de Covid-19. (Com Reuters)

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Instagram vai exigir data de nascimento de usuários em ação para proteger crianças – Forbes Brasil

Pixabay

Após explorar ideia de uma versão de seu aplicativo para crianças menores de 13 anos, Instagram passará a exigir data de nascimento de usuário

O Instagram começará a exigir que os usuários confirmem suas datas de nascimento como parte de um esforço para criar novos recursos de segurança para jovens, disse o aplicativo de mídia social do Facebook.

O Instagram explorou uma versão de seu aplicativo para crianças menores de 13 anos, o que fez parlamentares pedirem que o Facebook desistisse dos planos, dizendo que a empresa de mídia social “tem um histórico claro de falhas em proteger as crianças em suas plataformas”.

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O Instagram disse que usará as informações para “garantir que fornecemos experiências certas para a faixa etária certa”.

No mês passado, a empresa disse que padronizará os usuários com menos de 16 anos para uma conta privada quando ingressassem na plataforma.

O aplicativo disse que pedirá aos usuários seus aniversários quando eles abrirem o Instagram e, em seguida, mostrará várias notificações se o usuário não inserir a data de aniversário. Em algum momento, os usuários serão obrigados a enviar sua data de nascimento para continuar usando o aplicativo, disse a empresa.

As mudanças afetarão apenas os usuários do Instagram que não compartilharam antes sua data de nascimento no aplicativo. O Instagram afirmou que está ciente de que alguns usuários podem inserir uma data de nascimento falsa e disse que está desenvolvendo uma nova tecnologia para resolver esses problemas. (Com Reuters)

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Quase 30% do ouro exportado pelo Brasil pode ser ilegal, mostra estudo – Forbes Brasil

Nacho Doce

Vista aérea de garimpo ilegal de ouro em área desmatada da floresta amazônica no município de Itaituba (PA)

Quase 30% do ouro exportado pelo Brasil entre 2019 e 2020  –48,9 toneladas – tem indícios de que saíram de áreas de mineração ilegal, em um misto de falhas de fiscalização, ação irregular de empresas e documentos falsos usados para lavar ouro extraído de áreas protegidas, mostra um levantamento feito pelo Ministério Público e pesquisadores da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

O cruzamento de dados apresentado no estudo considerou apenas o ouro registrado nos órgãos federais, com pagamento da CFEM (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais), o imposto recolhido pelo governo para exploração de minério –ou seja, o ouro supostamente obtido e exportado legalmente.

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Os pesquisadores cruzaram os dados declarados de origem do ouro com imagens de satélite de alta definição. Em 13% dos casos – 6,3 toneladas de ouro – a irregularidade era óbvia: o local declarado não tinha qualquer indício de exploração mineral, o que é considerado uma forte evidência de uma tentativa de lavar ouro retirado de áreas ilegais, como unidades de conservação ou terras indígenas.

No restante, 42,6 toneladas exportadas, o estudo classifica como potencialmente ilegal por haver fortes indícios de que o ouro não saiu do local autorizado para mineração – normalmente, áreas que fazem divisa com terras indígenas ou unidades de conservação.

O estudo com as imagens de satélite mostra que as áreas de exploração do minério excedem em muito a área autorizada pela Agência Nacional de Mineração, entrando pelas terras indígenas ou áreas de conservação. A quantidade de ouro extraída e declarada também seria incompatível com o tamanho do veio, de acordo com os pesquisadores.

“É uma lavagem malfeita. Houve uma tentativa de lavar esse ouro, tentando esconder sua origem real, mas com cruzamento de imagens não tem como aquele ouro ter vindo do local declarado”, explica Raoni Rajão, um dos autores do estudo e coordenador do Laboratório de Gestão de Serviços Ambientais da UFMG.

Apenas os dados de produção anual e exportação de ouro do Brasil já mostram que o país anda vendendo várias toneladas de minério ilegal. Em 2020, por exemplo, de acordo com os dados federais de comércio exterior, o Brasil exportou 111 toneladas de ouro. No entanto, o país registrou oficialmente a produção de apenas 92 toneladas de ouro, segundo números da ANM.

“A menos que todo mundo repentinamente tenha decidido vender suas alianças de ouro, o governo perdeu controle e a capacidade de fiscalizar e cobrar imposto”, disse Rajão. “E isso estamos falando de ouro exportado legalmente, não aquele que cruza fronteira escondido, que aí é muito mais.”

Procurado para avaliar a fiscalização, o Ministério de Minas e Energia não respondeu de imediato a pedido de comentário.

Um cruzamento feito pelo Instituto Escolhas – ONG que trata de sustentabilidade – com dados da própria ANM mostra que alguns Estados, como Minas Gerais e São Paulo, registram uma quantidade muito maior de ouro exportado do que sua produção. Ao mesmo tempo, não se encontra registro da produção legal suficiente naquela quantidade no Mato Grosso e no Pará.

O cruzamento bate com os dados levantados pelos procuradores e pelos pesquisadores da UFMG, que vêem um crescimento contínuo de exploração com características de ilegalidade na Amazônia Legal, especialmente nos dois Estados citados.

“O Pará e o Mato Grosso alcançaram 26,9 e 19,5 toneladas de ouro extraídos entre 2019 e 2020, com 17,7 e 14,2 toneladas respectivamente sendo identificadas como irregular”, aponta o estudo. Da produção total nos dois anos, os pesquisadores concluíram que 85% da lavagem do ouro ilegal confirmado, 5,4 toneladas, aconteceu no Pará, com os municípios de Jacareacanga, Novo Progresso e Itaituba como centro da lavagem do ouro ilegal.

A lavagem de ouro irregular, dizem os autores, é resultado de uma combinação de fiscalização falha e possível conivência de autoridades, além da participação ativa de mineradoras e empresas exportadoras.

O levantamento mostra que das 6,3 toneladas de ouro com ilegalidades confirmadas, 61% vem de apenas quatro pessoas e duas cooperativas, que não tiveram os nomes revelados.

Também apenas três operadoras foram responsáveis pela compra de 71% do ouro ilegal confirmado: OuroMinas DTVM, D’Gold DTVM e Carol DTVM. As três são alvo de uma ação do MPF (Ministério Público Federal), acusadas de envolvimento no comércio ilegal.

Nesta segunda, o Ministério Público Federal do Pará ajuizou ações para pedir a suspensão das atividades das três operadoras por terem comercializado ouro ilegal.

“Além de terem as atividades suspensas especificamente nessa região, as empresas podem ser condenadas a pagar um total de R$ 10,6 bilhões por danos sociais e ambientais”, informou o MPF em nota.

Procurada, a OuroMinas afirmou que a “a empresa de forma alguma ajuda na exportação de minério de origem ilegal” e que investe em tecnologia para filtrar informações cadastrais e apoia a mineração sustentável.

“Além disso, todas as aquisições da empresa são rigorosamente feitas de acordo com a lei que fala que a responsabilidade sobre a origem do ouro é do vendedor e não das empresas que realizam a compra. A fiscalização dos garimpos compete exclusivamente às autoridades públicas e não às empresas privadas”, diz a nota enviada à Reuters.

Já o dono da Carol DTVM, Alberto Robles Filho, afirmou que a empresa não foi citada ainda e não teve acesso a ação, e por isso não podia comentar as acusações. “É meio estranho que primeiro saia na mídia, antes de tomarmos conhecimento. Não posso dar resposta porque não conheço o teor da ação. Nosso jurídico está tentando descobrir para que a gente possa responder”, disse.

A assessoria da D’Gold ainda não respondeu o pedido de esclarecimentos.

INTERNACIONAL

O estudo mostra que a falta de controle acontece no Brasil mas, ao contrário de outras exportações, como a madeira e até a soja, em que compradores internacionais passaram a exigir certificados de que não viriam de áreas desmatadas, os compradores do ouro brasileiro não pedem garantias robustas ao adquirir o minério.

Nos anos de 2019 e 2020, Canadá, Suíça e Reino Unido compraram 72% da exportação brasileira.

“São países com legislação rigorosa, com alto padrão de proteção de direitos humanos. Mas esses países não estão fazendo o dever de casa”, disse Rajão.

A mineração ilegal, de acordo com o estudo, levou ao desmatamento de 125 km² da floresta amazônica – uma preocupação constante dos europeus – e danos socioambientais de US$ 1,7 bilhão na região. (Com Reuters)

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Renner diz que não há evidência de vazamento de dados após ataque hacker

A Lojas Renner informou em comunicado ao mercado que, após o ataque cibernético sofrido em 19 de agosto, “continua em execução o plano de proteção e recuperação das operações da companhia”. Segundo a companhia, não há qualquer evidência de vazamento de informações ou dados pessoais, em nenhum dos seus negócios.

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“As lojas continuam abertas e operando, o e-commerce foi restabelecido, nos sites e aplicativos, nos dias 21 e 22 de agosto, respectivamente, bem como as operações dos centros de distribuição e backoffice, no decorrer da última semana”, diz a empresa.

A Lojas Renner afirma ainda que suas equipes e os profissionais externos contratados “permanecem mobilizados a seguir o plano de proteção e recuperação após o incidente, adotando todos os protocolos de controle e segurança e dando sequência ao trabalho de apuração, documentação e investigação sobre o ocorrido”.

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Lojas Renner diz que não há evidência de vazamento de dados após ataque cibernético – Forbes Brasil

Rafael Henrique/Getty Images

A varejista disse que as operações dos centros de distribuição e backoffice foram restabelecidas na última semana

A Lojas Renner afirmou hoje (30) que não há até o momento evidência de vazamento de informações ou dados pessoais, em nenhum dos seus negócios, após ataque cibernético sofrido pela companhia no último dia 19.

A varejista disse que as operações dos centros de distribuição e backoffice foram restabelecidas na última semana. As operações de e-commerce nos sites e aplicativos tinham sido retomadas nos dias 21 e 22.

LEIA MAIS: Lojas Renner restabelece e-commerce após ataque cibernético

A empresa acrescentou que mantém o trabalho de apuração, documentação e investigação sobre o ocorrido. (Com Reuters)

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Ibovespa fecha em queda após sessão de correção marcada por riscos fiscais – Forbes Brasil

O Ibovespa fechou hoje (30) em baixa de 0,78%, a 119.739 pontos, em um pregão marcado pela correção nos preços após as sucessivas altas da semana passada. No penúltimo dia para envio ao Congresso da proposta do Orçamento de 2022, os riscos fiscais e políticos pesaram no índice. As indefinições acerca do pagamento dos precatórios, que chegam a R$ 90 bilhões, e do tamanho do programa que substituirá o Bolsa Família têm motivado cautela no mercado, que teme o não cumprimento do teto de gastos.

“Uma alternativa ao impasse dos precatórios e do novo programa Auxílio Brasil que não abra as portas para novas mudanças no atual arcabouço fiscal será determinante para a direção da percepção de risco nos próximos meses – e com ela, o preço dos ativos no Brasil”, diz Rachel de Sá, chefe de economia da Rico. Para o analista da Terra Investimentos, Régis Chinchila, a crise hídrica também traz preocupação, principalmente por causa dos riscos ao comportamento da inflação e da atividade econômica no Brasil.

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A queda das ações de bancos, que compõem cerca de 20% da carteira teórica da Bolsa brasileira, contaminaram o pregão. Os papéis do Itaú Unibanco (ITUB4) caíram 0,78%; os do Bradesco (BBDC4), 1,20%; o Santander (SANB11) recuou 0,94%, e o Banco do Brasil (BBAS3), 1,05%, em reação a notícias de que a Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) planeja apoiar um manifesto articulado pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) pedindo harmonia entre os Três Poderes, gerando receios de uma retaliação do governo ao setor financeiro. A entidade paulista voltou atrás após o Banco do Brasil e a Caixa anunciarem a intenção de deixar a Febraban por causa da iniciativa.

Entre os indicadores do dia, o IGP-M (Índice Geral de Preços-Mercado) desacelerou em agosto, subindo 0,66% no mês, ante 0,78% em julho, marca que ficou abaixo da expectativa de 0,91% dos especialistas ouvidos pela Reuters. O ICS (Índice de Confiança de Serviços) subiu 1,3 ponto e chegou a 99,3 pontos, consolidando-se acima do nível pré-pandemia e atingindo o maior patamar desde setembro de 2013 (101,5 pontos).

Já o déficit primário do governo central (composto por Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social) chegou a R$ 19,8 bilhões em julho. O resultado veio acima do rombo estimado por economistas de R$ 17,3 bilhões, segundo pesquisa da Reuters. Em sumário sobre seu resultado, o Tesouro avaliou que a melhoria dos dados fiscais, principalmente o avanço da arrecadação, ressalta a importância de o governo ter circunscrito os gastos extraordinários com o enfrentamento à Covid-19 ao curto prazo.

Em Wall Street o dia foi de ganhos, com o S&P 500 registrando alta de 0,43%, a 4.528 pontos, e o Nasdaq subindo 0,90%, a 15.265 pontos. Apenas o Dow Jones fechou no vermelho, em baixa de 0,16%, a 35.399 pontos. O mercado segue repercutindo positivamente o discurso do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, que afirmou na sexta-feira (27) que a política de estímulos econômicos segue inalterada até a próxima reunião do Banco Central norte-americano, programada para 21 e 22 de setembro.

O otimismo nos EUA impulsionou o apetite por risco dos investidores internacionais, fazendo o dólar fechar em leve queda de 0,09%, a R$ 5,1888 na venda, o menor patamar em quase um mês. (Com Reuters)

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