Edelman abre mais de 20 vagas no Brasil – Portal Aberje

No meio da comunicação corporativa, o fim de ano pode servir para galgar novos desafios profissionais. Uma das maiores empresas de relações públicas do planeta, a Edelman encerra 2021 com 21 novas oportunidades de trabalho para a sua divisão no Brasil. As vagas são para as mais diversas funções e níveis hierárquicos, conforme pontua a empresa em sua página no LinkedIn.

Na parte de estágio, por exemplo, há duas oportunidades distintas para quem cursa jornalismo ou relações públicas. Na primeira, o estudante escolhido será integrado ao time de brand. Para o segundo processo seletivo voltado aos universitários, consta a informação de que será preciso auxiliar no dia a dia da equipe de corporate. Em ambos os casos, os recrutadores avisam: é preciso ter inglês em nível avançado.

Para a função de aprendiz de comunicação corporativa, há um processo seletivo ativo. Interessados em participar da disputa devem estar cursando ou ter concluído o ensino médio. Para se destacar, a equipe da empresa adianta: é preciso gostar de ler e escrever, além de se interessar por conteúdos digitais e demonstrar vontade de aprender.

O cargo de atendimento júnior passará a contar com mais quatro profissionais na equipe da Edelman. A ideia da agência é ampliar o time para atender clientes dos seguintes setores: tecnologia na parte de B2B, tecnologia voltada ao consumo, varejo e, por fim, mercado imobiliário. Graduação em jornalismo ou relações públicas é requisito comum nessa parte.

Cinco outras vagas de trabalho estão disponíveis para o nível pleno de atendimento. Assim como o bloco júnior, as contratações visam suprir demandas de clientes de alguns setores. Saúde, setor imobiliário, consumo e infraestrutura/saneamento são as “editorias” anunciadas. Além disso, há posição em aberto para atuar com comunicação interna.

Para atendimento sênior, mais quatro processos seletivos estão em aberto. Os setores atendidos serão, basicamente, os mesmos previstos para os níveis júnior e pleno. Dessa forma, a empresa internacional quer contratar profissionais para lidarem com clientes de tecnologia B2B, tech/consumo, setor imobiliário e corporativo. Experiência e inglês avançado são alguns dos requisitos.

Executivos e especialista

O combo de vagas disponíveis no escritório brasileiro da Edelman, localizado no bairro paulistano de Pinheiros, segue com a parte de executivo (ou executiva). Também são oportunidades (no plural), com dois processos diferentes. O primeiro visa contratar alguém para assuntos públicos (ou public affairs, do inglês). O segundo é dedicado a quem deseja atuar no mercado de anúncios. Experiências anteriores e inglês avançado são requisitos presentes em ambos os casos.

Especialista de conteúdo digital é uma das mais de 20 vagas em aberto na empresa de relações públicas. Para ocupar o posto, é preciso ter fluência no idioma inglês, além de graduação em cursos como publicidade, marketing ou jornalismo. Na descrição, o aviso: a vaga terá “foco na plataforma TikTok, que auxiliará no atendimento desse escopo 100% dedicado para um cliente”.

Edelman em busca de diretores

No Brasil, a Edelman está em busca de dois novos diretores. A primeira cadeira vaga é para a direção de arte, sendo responsável pela criação e desdobramentos de peças gráficas e digitais. Por fim, a empresa quer iniciar 2022 com a contratação de alguém que assuma o posto de diretor(a) de estratégia digital. Atuação anterior em outra agência de relações públicas e inglês fluente aparecem entre os requisitos para a função.

Vagas na Edelman no Brasil. Lista completa

Confira, abaixo, a lista de vagas disponíveis na Edelman no Brasil (os links direcionam para o descritivo de cada oportunidade no LinkedIn):

  1. Estágio em comunicação corporativa — brand;
  2. Estágio em comunicação corporativa — corporate;
  3. Aprendiz de comunicação institucional;
  4. Atendimento júnior — tecnologia B2B;
  5. Atendimento júnior — tech/consumo;
  6. Atendimento júnior — varejo/consumo;
  7. Atendimento júnior — setor imobiliário;
  8. Atendimento pleno — saúde;
  9. Atendimento pleno — setor imobiliário;
  10. Atendimento pleno — consumo;
  11. Atendimento pleno — infraestrutura/saneamento;
  12. Atendimento pleno — comunicação interna (em cliente do mercado imobiliário);
  13. Atendimento sênior — tecnologia B2B;
  14. Atendimento sênior — tech/consumo;
  15. Atendimento sênior — setor imobiliário;
  16. Atendimento sênior — corporativo (em “grande cliente de tecnologia”);
  17. Executivo(a) de contas — public affairs;
  18. Executivo(a) de contas — mercado ads;
  19. Especialista de conteúdo digital;
  20. Diretor de arte;
  21. Diretor de estratégia digital.

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Do Burger King à cortina: 3G compra dona da Luxaflex por US$ 7,1 bi

Conhecido por seus negócios em alimentos, o fundo de investimento 3G Capital pagou 7,1 bilhão de dólares por uma fatia majoritária na Hunter Douglas, uma tradicional companhia holandesa de cortinas e produtos para arquitetura. É a primeira grande aquisição da companhia desde 2015, quando uniu Kraft e Heinz, e um retorno aos grandes negócios após a tentativa de comprar a gigante de alimentos Unilever, em 2017, num negócio de 143 bilhões de dólares.

O 3G foi fundado pelo trio brasileiro Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira e, como destaca o Financial Times, que anunciou a operação nesta sexta-feira, gere dinheiro também de grandes investidores como a família colombiana Santo Domingo e o tenista suíço Roger Federer. 

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A Hunter Douglas, controlada há mais de 100 anos pela família Sonnenberg, é listada na bolsa de Rotterdam e deve fechar seu capital com a operação anunciada hoje. Segundo o acordo, o 3G vai deter 75% do capital da empresa, deixando a família fundador como minoritária. A oferta pelo 3G garante um prêmio de 70% sobre o preço de fechamento das ações da companhia, ontem.

O atual presidente da Hunter Douglas, David Sonnenberg, neto do fundador, deve passar à presidência do conselho e dará lugar no comando executivo ao brasileiro João Castro Neves, ex-executivo da AB InBev e conselheiro da Kraft Heinz e da Restaurant Brands International, dona, entre outros, do Burger King.

Ao Financial Times, Sonnenberg afimrou que está entusiasmado com o negócio e que o 3G tem “uma mentalidade expansiva e um estilo de operação semelhando ao nosso, mão na massa, informal e empreendedor”.

No comunicado sobre o negócio, Alex Behring, co-fundador do 3G, afirmou ter profundo respeito pela liderança da família Sonnenberg por três gerações e que vai trabalhar com sua liderança para uma nova fase de expansão glogal.

Em entrevista ao EXAME In no primeiro semestre, Castro Neves afirmou que a prioridade do 3G era buscar negócios que aliassem eficiência operacional com crescimento sustentado, e que tivessem um propósito para unir investidores e motivar os funcionários.

Na Hunter Douglas, terá o desafio de manter o ritmo dos últimos 9 meses, quando a empresa cresceu 30% após encolher 4% no ano de 2020, marcado pela pandemia.

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Cargill pretende remover toda gordura trans produzida de óleos comestíveis – Portal Aberje

A companhia informou que será a primeira fornecedora global a cumprir o padrão da OMS

A multinacional de alimentos Cargill pretende remover toda a gordura trans produzida industrialmente de seu portfólio global de óleos comestíveis. Isso permitirá que a Cargill e seus clientes cumpram até o fim de 2023 o padrão recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de no máximo 2 gramas de ácidos graxos trans produzidos industrialmente (iTFA, na sigla em inglês) por 100 gramas de gorduras/óleos, disse a empresa.

A companhia informou que será a primeira fornecedora global a cumprir o padrão da OMS em todo o portfólio de óleos comestíveis, e que fará investimentos para atualizar várias instalações.

Atualmente, cerca de 89% de seu portfólio de óleos comestíveis já atende ao padrão da OMS.

Fábrica especializada em pectina

Em setembro, a Cargill inaugurou no Brasil, ao custo de R$ 550 milhões, uma fábrica especializada em um ingrediente alimentício conhecido como pectina. Podendo ser obtida da casca da laranja, a pectina é uma fibra solúvel própria para compor soluções que atuam como estabilizante, espessante e gelificante de alimentos industrializados.

Presente sobretudo em produtos como bebidas lácteas, iogurte, geleia, doces e balas, a pectina funciona, inclusive, como substituto da gelatina em dietas livres de proteína animal.

Surfando a onda dos produtos plant based, a pectina vem apresentando ano a ano aumento global da demanda. A nova fábrica foi planejada para abastecer o mercado local e exportar para países da Europa e Ásia.

A unidade fica em Bebedouro, tradicional polo de produção de laranja do interior paulista. A localização facilita o acesso às matérias-primas, pois as laranjas são cultivadas a poucos quilômetros das linhas de processamento.

Bebedouro exibe histórico de quase 100 anos de produção de laranja. Entre as décadas de 1970 e 1980, a cidade chegou a ser chamada de “Califórnia brasileira”. A própria Cargill operou na região por 30 anos uma fábrica de suco de laranja e derivados, que acabou vendida em 2004.

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Da Ucrânia a Taiwan: 2022 será o ano da tensão geopolítica

Diogo Castro e Silva*

 *Investidor e ex-diretor do Grupo Fosun para a América Latina

Poucas vezes na história recente um ano começa com um cardápio mais cheio que 2022. Risco geopolítico crescente de conflito entre grandes potências como desde a Guerra Fria não assistíamos, regresso de uma inflação que esteve adormecida 30 anos, eleições importantes como na França e sociedades fortemente polarizadas. Para finalizar, temos o mundo ainda lentamente atravessando a pior pandemia em um século. Winston Churchill costumava dizer, se referindo a certas regiões do mundo como o Médio Oriente, que elas produziam mais história que conseguiam consumir. Neste século, crescentemente, o fenômeno é global e nesse sentido 2022 está longe de ser um ponto fora da curva. A questão fica é se ele marca um crescimento ou apenas continuação deste ciclo.

O primeiro prato no cardápio de 2022 é, sem dúvida, o risco geopolítico elevado que advém de dois fatores principais. A existência de pontos nevrálgicos de tensão que podem desencadear um conflito, Ucrânia e Taiwan, e a situação de fragilidade e tensão política dos três principais atores, EUA, China e Rússia, que favorece de decisões pouco refletidas e erros de cálculo ainda para mais, no caso de Rússia e China, alimentadas por narrativas de nacionalismo humilhado.

Fragilidade política na China? Esta afirmação parece de fato contrariar toda a projeção de solidez e força do seu líder. Mas de fato a China enfrenta desafios complexos e paradoxalmente no meio da projeção de uma carapaça de solidez existem debilidades crescentes. Para começar, 2022 representa o funeral da herança de Deng Xiaoping, o pai da China moderna. Iniciado no final dos anos 70 do século passado, o projeto de Deng se assentava em três pilares principais.

O primeiro, consistia no princípio da liderança coletiva e no estabelecimento de uma regra clara de sucessão política de forma a evitar o aparecimento de um novo Mao no país. Deng olhava com interesse para o autoritarismo iluminado e meritocrático de Singapura e do seu líder Lee Kuan Yew que transformou em 30 anos este pequeno país em uma potência mundial. Não se tratava de transformar de todo a China em democracia e os eventos de Tianamen em 1989 iriam demonstrar de forma clara os limites do liberalismo político de Deng, mas de modernizar o estado Chinês e renovar legitimação da supremacia do Partido no topo da sociedade do país. Evitar o destino do seu congênere na União Soviética.

O segundo pilar seria uma política externa discreta e de paciência face não só as ambições territoriais da China na região, nomeadamente a reunificação do país com os territórios perdidos no século da humilhação, como o regresso à sua primazia na cena mundial, lugar histórico do império do meio para a grande maioria dos chineses. Por último, capitalizando na política externa e suportando a legitimação do Partido, modernizar a economia adotando o modelo que tanto sucesso tinha tido em todo o Sudeste Asiático. Transformar a China na fábrica do mundo.

O ano de 2022 simboliza, então, o final da era Deng, que esteve na base do maior milagre econômico da história. E que maior símbolo destes ritos fúnebres que o Congresso do Partido Comunista Chinês do final do ano de 2022 que vai entronizar o atual Presidente Xi Jinping não só como líder absoluto como “eterno”? Por outro lado, o modelo econômico é agora de fato o modelo Chinês e não mais o modelo do Sudeste Asiático impulsionado por Deng. Dirigismo estatal e enfoque da economia no mercado interno são as imagens de marca desta nova era.

Não que a economia chinesa não tivesse problemas a resolver sobretudo a questão da desigualdade social que cresceu brutalmente no país nas últimas décadas. Mas a China acabou substituindo a construção de um Estado social moderno por medidas administrativas de grande dimensão e de caráter aleatório que estão na verdade correndo o risco de impactar de forma definitiva os motores do crescimento econômico do país. Se acrescentarmos a isto os problemas de alguns setores fundamentais como o Real Estate, o fim do bônus demográfico e uma política de controle da pandemia sem uma clara saída de regresso à normalidade, a performance econômica chinesa, central até hoje para legitimidade do regime, nunca esteve tão ameaçada como agora.

Por último, a política externa. As semelhanças aqui com a Alemanha pré primeira guerra mundial são muitas. Tal qual o mais longevo Chanceler da Alemanha, Bismarck (que como nota não foi ultrapassado no recorde por Merkel recentemente por meros 13 dias), que unificou a Alemanha e a projetou como potência no centro da Europa sempre tendo a preocupação de não unificar os seus rivais contra ela, Deng começou o processo de reunificação da China absorvendo quer Hong Kong quer Macau de forma pacífica e com o consenso da região e do mundo. A partir de 2008 e da crise econômica, a elite chinesa se convenceu da fraqueza do Ocidente e do seu modelo econômico e se decidiu para uma política externa crescentemente assertiva na região, desafiando também diretamente EUA pela primazia global. Vinte anos depois do Kaiser alemão dispensar os conselhos do seu prudente Chanceler, a Alemanha se viu desencadeando a Primeira Guerra Mundial rodeada de inimigos a oeste e a leste, o maior pesadelo de Bismarck. Repetirá Xi o destino do Kaiser Guilherme?

Para completar o retrato de agudização das tensões geopolíticas temos ainda de falar em dois outros atores. Olhar com cuidado a bandeira da Rússia permite entender um pouco os dilemas deste país. São duas águias, uma olhando para o Ocidente e outra para Oriente. E este é de fato o paradoxo do país. A Oriente está a China, eterno rival geopolítico da Rússia, e hoje aliado cada vez mais estreito, e a Ocidente a sua permanente tentação imperial. Ao mesmo tempo, o regime de Putin enfrenta fadiga política sem uma renovação clara, bem como desafios econômicos e demográficos importantes, e a mesma tentação da sereia nacionalista que tenta o regime chinês é vista por muitos no regime como porta de saída para os seus problemas. Para além disso, o sucesso de um regime ucraniano democrático ancorado no Ocidente é visto como uma ameaça ao próprio regime de Putin. Se na Ucrânia funciona porque não na Rússia é a pergunta que incomoda o regime. A pressão militar exercida sobre a Ucrânia tem esta pergunta em mente e como objetivos, mais do que uma invasão clássica, desancorar o país do Ocidente e inviabilizar o seu sucesso como país democrático e unificado. Este é o segundo ponto nevrálgico das tensões geopolíticas das grandes potências mundiais.

E enfim temos o último vértice deste triângulo. Os EUA. Mais do que a questão Trump em si, os EUA vivem uma crise constitucional e política de difícil solução talvez apenas comparada na sua história à grande crise de 1860 que desencadeou a guerra civil no país. A partir das eleições do final de 2022 para o Congresso, esta crise pode conhecer novos agravamentos. A existência de apenas dois partidos políticos torna extremamente difícil qualquer remédio constitucional para a atual crise que divide a sociedade norte-americana. Formular uma política externa crível perante estas tensões internas é naturalmente desafiador e aos olhos da China e Rússia esta fragilidade torna extremamente atrativa a oportunidade de avançar com as suas agendas em Taiwan e Ucrânia respetivamente. E é aqui que o grande risco geopolítico se centra. Nos erros de cálculo dos diferentes atores. Durante a Guerra Fria, os momentos de maior tensão sempre ocorreram em momentos de fragilidade percebida de um dos dois blocos. Sem falar também quando a determinação dos EUA em defender a Península da Coreia foi subestimada, o que acabou por gerar uma guerra devastadora na região. E para os EUA às vezes nada melhor que uma grande crise externa para resolver problemas políticos internos.

Falar de 2022 sem discutir a pandemia é obviamente impossível. A última pandemia que vivemos, a da Gripe Espanhola, desapareceu ao fim de 3 anos não porque se tenha na altura descoberto qualquer cura mas porque ao fim desse período, e mais de 50 milhões de mortes depois, o vírus acabou por perder gravidade se acomodando à população humana. A Ômicron parece indicar que o mesmo destino parece ser o da covid-19 e curiosamente sensivelmente no mesmo período de tempo. Felizmente para nós, os avanços da medicina e sobretudo a descoberta em tempo recorde de vacinas eficazes tornaram esta pandemia menos mortal. Mas as consequências, sobretudo ao nível econômico vão ser duradouras.

À semelhança de outras pandemias da história, a covid-19 vai continuar a provocar um aumento dos custos laborais em várias economias talvez não, no caso desta pandemia, pela sua mortalidade mas pela alteração de muitas relações até agora estáveis no mercado de trabalho. Neste fator temos em parte a explicação do aumento da inflação que se assiste depois de um “sono” de mais de 30 anos. Mas esta é apenas parte da equação. O período de baixa inflação que vivemos até agora teve uma razão principal que foi o milagre econômico chinês assentado no imenso contingente de mão de obra que aguardava emprego neste país nos anos 80 do século passado.

Este fator desapareceu como vai desaparecer também ao longo de 2022 o suporte quase ilimitado que Bancos Centrais deram durante mais de 10 anos em muitas das principais economias mundiais. Os mercados globais vão ter que de novo começar a precificar riscos como o geopolítico e qualidade da política econômica sem a rede dos Bancos Centrais e é esperado por isso um aumento acentuado da volatilidade. Se acrescentarmos a isso os riscos de uma bolha como a pontocom do início deste século, 2022 promete trazer, pois, muita instabilidade nos mercados globais e muita exigência sobretudo para as economias emergentes.

Para o Brasil, 2022 vai ser um ano eleitoral e quem for o novo Presidente vai tomar posse num cenário global de grande complexidade, o que, adicionado à lista de trabalhos interna, vai demandar decisões políticas acertadas na política externa, na sociedade e na economia. Para além disso, em 2022 temos na linha de frente outros temas como o agudizar das mudanças climáticas, um tema onde o Brasil, aos olhos do mundo, é ator principal. 2022, sem dúvida, promete um prato cheio.

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Campinas busca OSCs para oferecer refeição a vulneráveis

Campinas, SP 30/12/2021 – “Nosso propósito é descentralizar o fornecimento de comida à população”, afirmou Vandecleya Moro

A proposta é unir voluntários que fornecem alimentos à população em situação de rua às entidades que desejam oferecer espaço de alimentação apropriado.

A Prefeitura de Campinas, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos, lançou nesta quinta-feira, dia 30, no Diário Oficial, um edital de credenciamento para organizações da sociedade civil, instituições religiosas e associações de bairro e de moradores interessados em ofertar espaço para que a população em situação de vulnerabilidade social tenha acesso digno à alimentação, bem como realize refeições de forma gratuita e com condições de higiene.

“Nosso propósito é descentralizar o fornecimento de comida à população vulnerável, de modo a ampliar a oferta de alimentos, aperfeiçoar a logística do processo, identificando quais entidades em quais regiões atuam em quais dias da semana, garantir mais agilidade na distribuição de comida, assim como segurança sanitária, inclusive em relação ao novo coronavírus, cujos protocolos recomendam distanciamento”, afirmou Vandecleya Moro, secretária municipal de Assistência Social, Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos de Campinas.

Diversas entidades já ofertam comida à população em vulnerabilidade social, muitas vezes em espaços pouco adequados à finalidade e a proposta é unir voluntários que fornecem alimentos à população em situação de rua às entidades que desejam oferecer espaço de alimentação apropriado. 

A Administração Municipal oferta, nos Centros POP Sares unidade 1 e unidade 2, vales para almoço no Bom Prato, assim como oferta jantar no Refeitório da Cidadania e na Casa da Cidadania. A ideia é ampliar a rede de oferta de modo coordenado.

As entidades interessadas deverão preencher formulário específico, acessado pelo link: https://forms.gle/MMm8f3xS2f2TkgNw7. Ao preenchê-lo, a instituição manifesta interesse no credenciamento prévio, sujeito a posterior validação pela Administração Pública. Caberá às organizações da sociedade civil, instituições religiosas e associações de bairros gerenciar, efetuar a limpeza e organização do espaço que será cedido para distribuição de refeições. O edital de credenciamento não tem data limite para inscrição.

 

Website: https://www.campinas.sp.gov.br/governo/assistencia-social-seguranca-alimentar/

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iFood e CUFA se unem para ajudar vítimas das chuvas na Bahia – Portal Aberje

A partir de agora, as novas doações feitas por meio do app para a instituição serão direcionadas para atender as pessoas em vulnerabilidade na região

iFood se uniu à Central Única das Favelas (CUFA) em uma ação para ajudar as vítimas das chuvas que atingem o sul da Bahia desde o início do mês. A partir de agora, as novas doações feitas por meio do aplicativo para a instituição serão direcionadas para atender as pessoas em vulnerabilidade na região neste momento.

Esta é a segunda campanha do iFood para essa causa neste mês. Entre os dias 11 e 18 de dezembro, em um movimento junto à Ação da Cidadania, foram arrecadados R$ 538,5 mil – desse total, R$ 438,5 mil são resultado de doações feitas por clientes por meio do app iFood e R$ 100 mil foram doados diretamente pela empresa – e que foram convertidos em 100 toneladas de alimentos.

É muito importante que uma empresa do tamanho do iFood se atente para uma crise humanitária, e nos ajude a combatê-la. É um prazer ter o iFood com a gente”, disse Preto Zezé, presidente nacional da CUFA.

Como doar

O iFood possui uma ferramenta no seu aplicativo para tornar a prática da doação algo ainda mais simples e consolidar a contribuição de pessoas de uma forma super fácil e confiável. No carrinho, antes de fechar o pedido, em um clique no app, o cliente pode contribuir com as ONGs parceiras, com doações a partir de R$ 1,00.

A iniciativa usa da tecnologia e inovação para entregar às organizações não-governamentais parceiras um altíssimo potencial de arrecadação. As causas primordiais apoiadas pelas campanhas de doação do iFood são: segurança alimentar, educação e meio-ambiente. A outra principal forma de doação pelo app do iFood é por meio do “Perfil do cliente”, na seção “Doações”, onde é possível escolher uma das entidades para apoiar com o valor que o cliente quiser.

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Stellantis mostra o futuro impulsionado pela tecnologia na CES 2022 com experiências in-loco e virtuais – Portal Aberje

• Eletrificação avançada, tecnologia para cockpits, autonomia e telas de conectividade fornecem exemplos tangíveis da transição da Stellantis para uma empresa de tecnologia para mobilidade sustentável
• A experiência virtual da Stellantis na CES 2022 permite que o mundo experimente os veículos chaves e tecnologias avançadas
• As exposições da Stellantis incluem o Citroën Ami Urban EV, Citroën conceito da mobilidade futura; Jeep® Grand Cherokee 4xe 2022, equipado com o premiado sistema embarcado de tecnologia automotiva Uconnect 5; carro de corrida da DS Automobiles da Fórmula E; o novo Fiat 500 e um veículo conceito da Chrysler Airflow.

A tecnologia impulsiona a iniciativa global da Stellantis para entregar tecnologias inovadoras e soluções centradas no cliente que impulsionam o futuro de nossas 14 marcas icônicas. O CES® 2022, o evento de tecnologia mais importante do mundo, em Las Vegas, Nevada, é o cenário ideal para mostrar as capacidades atuais da Stellantis e prever o futuro em eletrificação avançada, tecnologia de cabine interna, autonomia e conectividade.

O CES 2022 em Las Vegas, Nevada, de 5 a 8 de janeiro de 2022, oferece aos visitantes uma visão dos principais veículos e tecnologias avançadas do portfólio global da Stellantis, pontos de referência tangíveis na jornada de Stellantis para repensar e transformar o futuro da mobilidade para as próximas gerações.

“Os veículos são parte integrante da vida digital das pessoas e o futuro da mobilidade é alimentado pela tecnologia”, disse Carlos Tavares, CEO da Stellantis. “A eletrificação, com nossos 30 modelos eletrificados disponíveis, incluindo vans de célula de combustível, conectividade e autonomia, são facetas importantes desse futuro, mas cada uma não pode ficar sozinha. Nossa criatividade, engenharia e parcerias inovadoras estão acelerando nosso esforço para construir a melhor e mais sustentável mobilidade para nossos clientes.”

Os espectadores não precisam estar em Las Vegas para se conectar com a experiência Stellantis. A experiência virtual Stellantis CES 2022 vai ao ar em 5 de janeiro de 2022, às 10h do Pacífico / 13h Leste / 19h Europa Central / 15h Brasília em: stellantisces2022.com

Os elementos do estande Stellantis no CES 2022 incluem:

Chrysler Airflow: a Chrysler estreia o Airflow Concept, liderando a transformação da marca para uma mobilidade limpa e experiências do cliente perfeitamente conectadas.

Citroën Skate Mobility Concept: um robô de transporte autônomo e elétrico que se move pelas cidades, emparelhado com Pods para oferecer mobilidade urbana fluida, compartilhada e criativa.

Citroën Ami: um EV urbano ultracompacto para dois passageiros. Na França, o Ami é acessível a usuários a partir de 14 anos, com ofertas “à la carte” que visam usos específicos, uma jornada totalmente online, métodos de distribuição inovadores e um tempo de recarga de três horas.

DS E-Tense FE21: bicampeão do Campeonato Mundial de Fórmula E da ABB FIA, o carro de 1.984 libras / 900 kg (com motorista) usa um sistema de 900 volts que inclui uma bateria de 52 kWh, alimentando um motor elétrico de 338 cavalos. O design leve combinado com torque elétrico leva o carro de 0-60 mph em cerca de 2,8 segundos.

Novo FIAT 500: O Novo 500 é o carro-chefe da FIAT e significa Novo Dolcevita, relevância social e sustentabilidade. O icônico compacto EV totalmente novo é o FIAT mais popular e a epítome do carro italiano: bonito, um design clássico, uma obra de arte, uma inspiração. O Novo 500 está conectado, tem um alcance de até 199 milhas, possui 85kW de carga rápida e é o primeiro carro urbano com Direção Assistida Nível 2. O Novo 500 é o VE mais vendido da Empresa.

Wagoneer e Grand Wagoneer: um ícone americano premium renascido como o novo padrão de sofisticação, autenticidade e mobilidade. A extensão premium da marca Jeep® oferece capacidade 4×4 lendária, requinte na estrada e um design que exala artesanato e herança americana, oferecendo uma série de recursos de tecnologia de ponta, como exclusivo Fire TV integrado e uma experiência na tela do passageiro frontal.

Jeep Wrangler 4xe: O Wrangler mais capaz, tecnicamente avançado e ecologicamente correto de todos os tempos. Disponível na Europa, China e Estados Unidos, o trem de força híbrido plug-in do Wrangler 4xe é capaz de chegar até 21 milhas de propulsão quase silenciosa, com emissão zero e apenas elétrica.

Jeep Grand Cherokee 4xe: O primeiro Grand Cherokee a oferecer uma variante elétrica híbrida plug-in. Sua introdução sinaliza a busca contínua da visão global da marca de alcançar a “Liberdade de Emissão Zero”, oferecendo um veículo Jeep totalmente elétrico em cada segmento de SUV até 2025. O Grand Cherokee 4xe mira uma estimativa de 25 milhas (40 km) de veículos totalmente elétricos e 57 MPGe, com 375 hp e 470 lb.-ft. de torque e está equipado com o premiado Uconnect 5, que oferece nova tecnologia para o Jeep Grand Cherokee 2022, incluindo uma tela de 10,1 polegadas (25,7 cm), velocidade de operação cinco vezes mais rápida (quando comparada à geração anterior) e atualizações over-the-air (OTA).

Em julho, a Stellantis anunciou mais de € 30 bilhões em investimentos em eletrificação e softwares até 2025 para executar sua ambiciosa transformação. Para saber mais sobre a estratégia de eletrificação da empresa, visite a página do EV Day da empresa. Para obter mais informações sobre como a Stellantis está entregando plataformas abertas definidas por software, visite a página do Software Day.

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Com apoio do BNDES, projetos para concessão dos parques de Ibitipoca e Itacolomi entram em fase de consulta pública – Portal Aberje

  • Até o dia 14 de fevereiro, a população terá a chance de contribuir pela internet ou via audiências públicas presenciais e virtuais
  • Concessão tem como pilares a preservação ambiental, fomento ao turismo sustentável e desenvolvimento socioeconômico das comunidades do entorno dos parques

O Governo do Estado de Minas Gerais, através do Instituto Estadual de Florestas (IEF), inicia nesta quinta-feira (30) consulta pública para a Concessão do Parque Estadual do Ibitipoca, situado nos municípios de Santa Rita do Ibitipoca e Lima Duarte, e do Parque Estadual do Itacolomi, localizado nas cidades históricas de Ouro Preto e Mariana. Até o dia 14 de fevereiro, a população terá a chance de contribuir através de formulário eletrônico, ou via audiências públicas presenciais e virtuais previstas para o início de fevereiro. Ambos os parques compõem o primeiro lote de concessão do estado, projeto coordenado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com apoio técnico do consórcio de consultores formado por Houer Concessões, Urban Systems e Viana Castro Advogados.

 “O Programa de Concessões de Unidades de Conservação está inserido na estratégia de atuação do BNDES em prol da agenda ESG. Nesse sentido, acreditamos que as concessões têm um potencial muito grande de criação de uma nova realidade para as populações que vivem nas regiões dos parques. Além da preservação ambiental, que é uma das premissas do Programa, o aumento do fluxo de visitantes decorrente dos novos investimentos trará novas oportunidades para os empreendedores locais. Além disso, a modelagem da concessão prevê que parte das receitas seja aplicada diretamente em ações que trarão benefícios para a comunidade local. Por isso, entendemos que a participação da comunidade e de todos os interessados nesta etapa de consulta pública e de audiências públicas é fundamental para que possamos aprimorar os projetos de concessões de Parques” explica o Superintendente da Área de Governo e Relacionamento Institucional do BNDES, Pedro Bruno Barros de Souza.

“A consulta e audiências públicas são fundamentais para propiciar a participação e contribuição da sociedade civil nesse processo de concessão de duas importantes unidades de conservação estaduais: o Parque Estadual do Ibitipoca e o Parque Estadual do Itacolomi. O projeto trará vários benefícios à sociedade, com economia de recursos públicos em manutenção das unidades de conservação, geração de aproximadamente 1600 empregos diretos e indiretos, ampliação da arrecadação tributária que poderá ser revertida para melhorias na infraestrutura e serviços das regiões de abrangência dos Parques, bem como a melhoria da qualidade dos serviços turísticos prestados pelas unidades. Permitirá também que o IEF concentre seus esforços nas ações relativas à conservação ambiental dessas áreas, que permanecerá sob responsabilidade da Instituição, além da fiscalização do contrato de concessão, garantindo uma exploração turística em equilíbrio com o nosso objetivo primordial de conservação ambiental”, analisa a Diretora-Geral do IEF, Maria Amélia de Coni e Moura Mattos Lins.

Os projetos para concessão do Parque Estadual do Ibitipoca e do Itacolomi receberão investimentos estimados em R$ 7,2 milhões pelos próximos quatro anos. Os parques – que se localizam perto de capitais e cidades históricas – também reúnem atrativos naturais (cachoeiras, lagoas, montanhas) e históricos (museus, ruínas) capazes de atrair grande fluxo de visitantes. Outro aspecto interessante do projeto é a alocação de parte das receitas da concessão para benefícios sociais e ambientais, como fomento ao empreendedorismo, pesquisa, monitoramento ambiental e integração da população do entorno.

Programa de Concessão de Unidades de Conservação do BNDES – Realizado em parceria com o Instituto Semeia, tem como objetivo atrair investimentos para o aumento do potencial turístico dos parques nacionais do Brasil. As concessões melhoram a infraestrutura dos parques e desenvolvem a vocação turística nestas regiões, aspectos fundamentais para atração de visitantes e investidores. A carteira atual de concessão de unidades de conservação do BNDES conta com 34 projetos na esfera estadual, além do projeto de concessão do Parque Nacional de Foz do Iguaçu, junto ao ICMBio (Ministério do Meio Ambiente). “Em comum na estruturação de todos eles, está a preocupação com a preservação ambiental, o turismo sustentável e o desenvolvimento da localidade onde se situa os parques”, ressalta Barros de Souza, do BNDES.

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Quarentena e digitalização desafiam velho jeito de fazer vendas B2B

Rio de Janeiro 30/12/2021 –

Especialista explica como pequenas indústrias podem explorar a internet para melhores resultados

A transformação digital em diferentes setores da empresa é uma realidade presente em cada vez mais organizações. Segundo o Portal da Indústria, 69% das grandes indústrias do país investiram em tecnologia no último ano. Para os pequenos fabricantes, a reestruturação dos processos para adequar às necessidades do mercado atual pode ser mais lenta, mas o isolamento social forçado por conta da Covid-19, acelerou a modernização de vários setores, principalmente a área comercial.

Grande parte das indústrias vendem para outras empresas, conhecido como venda B2B (Business to business), e é comum que seu processo esteja baseado em visitas presenciais de representantes aos negócios locais ou atendimento por equipe interna através de telefone.

No momento em que foi preciso cumprir o período de quarentena, de maneira repentina, pequenos negócios puderam sentir o quanto ficaram vulneráveis pela falta de apoio da tecnologia e presença no ambiente digital.

Quase dois anos após o início do isolamento social, período em que algumas empresas menos estruturadas usaram para se adequar em caráter de contingência, o engenheiro e diretor comercial da Nomus (nomus.com.br), Thiago Leão, aponta algumas ações que indústrias podem tomar para utilizarem a internet de forma mais estratégica e, assim, fortalecerem suas marcas e realizarem mais vendas.

A primeira iniciativa, segundo o especialista, é cuidar para ter uma presença digital mais forte e estar bem posicionado quando potenciais clientes pesquisarem sobre sua solução e até mesmo despertando o interesse em pessoas, que são os decisores por trás das organizações.

Para Thiago, as pessoas procurarem por informação imediata é uma tendência no mercado atual. Por isso, é importante também prezar por oferecer um site responsivo para dispositivos móveis, já que 58% dos brasileiros em 2021 acessaram a internet exclusivamente pelo celular, de acordo com a Mobile Time, e também com a possibilidade de falar com um atendente imediatamente através de um chat ou WhatsApp.

“Vimos recentemente empresas que ainda mantinham cadastros em papel ou até mesmo digitalizados, mas sem organização estratégica para esses contatos, como o que conseguimos ter através do uso de um CRM, por exemplo”, destacou o especialista.

Após a pausa em visitas, compradores passaram a se interessar mais pelo uso de catálogos virtuais, no qual o representante mantém o relacionamento com o cliente e tem o apoio do catálogo para as informações mais técnicas e para dar visibilidade a mais produtos que não poderiam ser mostrados na visita, devido ao volume.

Outra ação destacada pelo diretor comercial é o estabelecimento de parcerias com outras empresas que compartilham os mesmos valores da sua marca e possuam soluções complementarem às suas, gerando uma experiência mais completa ao cliente.

Ainda que as atividades se normalizem, esse é um cenário sem volta e, para se manter competitivo, a modernização será ampliada para todos os setores.

Website: https://www.nomus.com.br/erpindustrial

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SulAmérica adquire Sompo Saúde por R$ 230 mi e units disparam 6,3%

A SulAmérica (SULA11) foi um dos destaques do último pregão do ano na bolsa brasileira, a B3. As units da SulAmérica fecharam em alta de 6,34%, para 27,36 reais, em um dia em que o Ibovespa avançou 0,69%.

A seguradora e operadora de saúde informou ao mercado na manhã desta quinta-feira, dia 30, que fechou acordo para compra de 100% da Sompo Saúde por 230 milhões de reais. A aquisição reforça a estratégia de crescimento da companhia.

A Sompo Saúde atende cerca de 116.000 beneficiários e possui forte presença no estado de São Paulo, afirmou a SulAmérica em fato relevante ao mercado. A SulAmérica, por sua vez, contava com 4,5 milhões de beneficiários de saúde e odonto ao fim do terceiro trimestre deste ano.

A transação reforça a posição de relevância da SulAmérica na cidade de São Paulo e região metropolitana nas categorias de planos coletivos empresariais, inclusive para pequenas e médias empresas, e adiciona cerca de 650 milhões de reais anuais em receitas, disse a empresa.

A SulAmérica teve 15,6 bilhões de reais em receitas nos nove primeiros meses deste ano.

“Esse importante passo estratégico permitirá também o avanço de nosso market share em nosso principal nicho de atuação nessa relevante região”, afirmou o presidente executivo da SulAmérica, Ricardo Bottas.

Analistas do J.P. Morgan avaliaram o anúncio da SulAmérica como fator importante para o sucesso da companhia no longo prazo, em meio à consolidação rápida de hospitais e outros competidores na área de saúde.

O contrato de aquisição foi celebrado entre uma empresa controlada pela SulAmérica e a Sompo Seguros, que controla a Sompo Saúde e é subsidiária do grupo japonês Sompo Holdings.

A conclusão da compra depende da aval de órgãos reguladores.

(Com a Reuters)

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